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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Justin Bieber como missionário? Criadores de musical querem ator em adaptação para os cinemas

De acordo com o site Hauteliving, Matt Stone e Trey Parker, criadores do musical “Book of Mormon”, uma sátira sobre os mórmons, querem Bieber na adaptação do musical nos cinemas. 

E Matt Stone e Trey Parker, estão finalmente prontos para levar o musical de sucesso da Broadway para as telonas. A dupla recentemente criou sua própria companhia chamada, ”Important Studios” e irá produzir uma versão cinematográfica como seu primeiro trabalho da companhia, de acordo com o The New York Times.

Em 2011 A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias" publicou nota sobre o musical dizendo:
"A produção musical pode tentar entreter o público por uma noite, mas O Livro de Mórmon, como um volume de escrituras, mudará a vida das pessoas para sempre ao aproximá-las de Cristo."
O Elder Andersen falou na Revista Veja sobre o musical: "li as críticas na imprensa, inclusive a que a Veja publicou. Parece ser um musical bem escrito, inteligente, irreverente, mas há passagens que nos são ofensivas. Não falo do humor em relação à Igreja. Somos capazes de rir de nós mesmos. Claro que temos coisas que autorizam uma boa caricatura. O que mais nos ofende são as blasfêmias contra Deus, contra Jesus Cristo. Temos dificuldade de rir disso."

Apesar da ideia ainda estar em desenvolvimento, Parker já sabe que celebridade ele adoraria ver no papel principal. “Quem está no meu elenco dos sonhos? Justin Bieber como Elder Price,” ele disse na conferência. “Nós definitivamente vamos apostar em um elenco mais jovem do que o das apresentações em palco porque as câmeras ficam muito perto.”

sábado, 8 de setembro de 2012

A Igreja de Jesus Cristo Faz Publicidade no Cartaz do Musical "The Book of Mormon"

Se você estiver indo ver o musical, você também deve ler o livro - Essa é a mensagem da nova campanha publicitária lançada pel'A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (mórmons). Uma campanha nacionalmente reconhecida e elogiada por especialista em relações públicas por ser "ousada" e "esclarecedora".

O Los Angeles Times informou, quinta-feira, que A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias comprou anúncios promovendo o Livro de Mórmon no cartaz da produção de Los Angeles da sátira musical "The Book of Mormon". Os cartazes chamados de Playbills, são mini revistas contendo resumo do espetáculo e informações sobre os artistas, atrações e outros. 

"Espectadores do musical não ficam suscetíveis a sair da apresentação com uma melhor  e verdadeira compreensão do Livro de Mórmon", disse o porta-voz da Igreja, Michael Purdy. "Nossa mensagem no cartaz convida o público a procurar uma perspectiva mais completa sobre O Livro de Mórmon, sobre sua mensagem centrada em Cristo e seu lugar na fé Mórmon."

A igreja não colocou anúncios semelhantes no cartaz para a temporada do musical na Broadway. Purdy disse que os planos para o uso dos anúncios em futuras apresentações ainda "não foram determinadas", tendo em vista que o musical está fazendo uma turnê nos Estados Unidos. 

Os anúncios possuem a face de pessoas (mórmons) sorrindo com as frases "Eu li o livro", "O livro é sempre melhor" ou "Agora leia o livro".

Os anúncios incluem também o endereço na internet thebookofmormon.org, que o leva para um site oficial da igreja.

Os anúncios estão de acordo com o tom da igreja em sua declaração sobre o musical, lançado no início de 2011: "A produção pode tentar entreter o público por uma noite, mas o Livro de Mórmon como volume de escrituras irá mudar a vida das pessoas para sempre, trazendo-as para mais perto de Cristo. "

"O anúncio na playbill é outro exemplo de resposta experiente da Igreja SUD para o musical "The Book of Mórmon", disse o premiado guru em relações públicas, Chris Thomas, co-proprietário da Intrepid Comunicações, em Salt Lake City. "Em vez de protestar o musical, que é algo que muitos fazem, especialmente em organizações religiosas, a Igreja tomou uma decisão corajosa e deliberada para abraçar a situação. Eles pegaram algo que poderia ter sido prejudicial para os esforços missionários da igreja e tornou em algo positivo. "

O que não quer dizer que a igreja tenha abraçado o musical em si. Michael Otterson, chefe do Departamento de Assuntos Públicos da Igreja, escreveu um artigo no blog do Washington Post, "On Faith", chamado "Por que eu não irei ver o Musical The Book of Mórmon". Outros têm debatido os méritos relativos ao musical, vencedor do Tony nove vezes em 2011. Mesmo pessoas de fora da fé mórmon têm opinado sobre se o show é ou não é uma forma de fanatismo estético.

E com razão. O LA Times descreve "The Book of Mórmon", como "uma história cômica de dois missionários mórmons que viajam para uma aldeia africana remota", e que "zomba dos dogmas da Igreja Mórmon, bem como os de outras religiões. Ele também tem como alvo uma série de temas sensíveis como a AIDS e a circuncisão feminina."

Outros observadores referiram-se ao show como "vulgar", de "boca-suja" e "profano".

Ainda assim, observou Thomas, a Igreja SUD oficialmente "não diz nada negativo sobre ele."

"Em vez disso, eles apenas incentivaram as pessoas a aprender a verdade sobre suas crenças", disse ele. "Eles têm sido consistentes durante todo o processo - eles não mudaram. Eles tomaram uma posição corajosa, inicialmente, e agora, é claro, pelos anúncios no playbill".

Thomas disse: "Na minha opinião, quem tomou a decisão de ir com esta campanha - e ficar com ela - demonstrou um pensamento estratégico claro e forte liderança."

Steve Densley Jr., da Fundação para a Informação Apologética & Research, um observador de longa data do tratamento do mormonismo na mídia, concorda.

"A popularidade do musical apresenta uma grande oportunidade para a igreja", disse Densley. "Eu acho que a maioria das pessoas reconhecem o musical 'The Book of Mórmon' como uma sátira, e não uma representação exata de mórmons ou suas crenças. Assim, muitos deles, naturalmente sabem o que os Mórmons realmente acreditam. Eu acho que é ótimo que a minha igreja esteja abraçando esse chance de responder à curiosidade que vai surgir depois que as pessoas vêem o show. "


sexta-feira, 15 de julho de 2011

Reportagem do NY Times publicado no site IG sobre espetáculo mórmon no Estado de Nova York

Espetáculo mórmon reúne milhares no Estado de Nova York
Longe da Broadway, montagem anual sobre "O Livros de Mórmon" no Monte Cumorah tem efeitos especiais e elenco com 700 atores


Com 700 atores, 1.300 figurinos, palco de 10 níveis e efeitos especiais para dar realismo a terremotos, inundações, bolas de fogo, divindades que voam e fogueiras, a montagem anual do Espetáculo do Monte Cumorah tem mais em comum com o musical "Spider-Man" do que com "O Livro de Mórmon".


Mas o espetáculo – encenado desde 1937 em Manchester, Nova York, na mesma colina onde um anjo chamado Moroni teria levado Joseph Smith a descobrir placas de ouro 188 anos atrás – é realmente o Livro de Mórmon, uma apresentação do livro sagrado e não a alegria profana da Broadway.


A apresentação começa com um profeta chamado Lehi alertando o povo de Jerusalém, cerca de 600 anos antes do nascimento de Cristo, de que eles deveriam se arrepender. Depois de viagens de um lado para o outro na América antiga, termina com a mensagem de que o Livro de Mórmon será disseminado pelo mundo e que o retorno do Salvador está chegando. O cenário - que inclui uma estátua de Moroni bem no alto - e o preço – grátis – nunca serão confundidos com os espetáculos da Broadway. Mas se você deseja conhecer o ponto de vista Mórmon há poucos lugares melhores do que essa combinação tão americana de espetáculo e religião.


Todo mês de julho, cerca de 35 mil mórmons são atraídos para o local, cerca de 25 quilômetros a sudeste de Rochester, onde eles acreditam que Deus e Cristo apareceram para Smith em 1820. Três anos depois, diz a história, Smith desenterrou as placas de ouro, enterradas há 1.400 anos, que ele traduziu e publicou como o Livro de Mórmon em 1830.

Em uma tarde recente, integrantes do elenco colocavam seus trajes da época bíblica e faziam sua maquiagem em meio a pôsteres nas paredes que lembravam: "Seja bom em qualquer circunstância” e "Obrigado por ser respeitoso”.

Depois, eles circularam pela plateia, apertando mãos e posando para fotos ao som de uma música solene, condizente com um épico religioso.

Ao anoitecer, o espetáculo de 70 minutos teve início com trombetas heráldicas, o cenário sugerindo um templo de pedra. A narrativa se desenrolou em 10 capítulos de histórias Mórmons. A música gravada pelo Coro do Tabernáculo Mórmon e pela Orquestra Sinfônica de Utah parecia indicar que o lugar todo poderia ascender ao céu a qualquer momento.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias comenta sobre Musical da Broadway "O Livro de Mórmon"

Em resposta aos pedidos da mídia, A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias emitiu a seguinte declaração sobre o futuro musical da Broadway intitulado "O Livro de Mórmon":
"A produção pode tentar entreter o público por uma noite, mas O Livro de Mórmon, como um volume de escrituras, mudará a vida das pessoas para sempre ao aproximá-las de Cristo."


O Musical "O Livro de Mórmon" foi escrito pelos mesmos criadores do desenho animado South Park, Matt Stone e Trey Parker, que já parodiou a história da igreja, ridicularizando a figuras dos Santos dos Últimos Dias e em especial de seu primeiro Profeta, Joseph Smith Jr. Este novo musical conta uma história fictícia de dois missionários mórmons que foram para a África. A estréia de "O Livro de Mórmon" acontece dia 24 de fevereiro na Broadway.

Já foi noticiado aqui no MURILOVISCK quando seria lançado este musical.

Fonte: http://beta-newsroom.lds.org/
Tradução e adaptação: Murilo Vicente
Para entender melhor o contexto de como a Igreja responde a situações como esta, jornalistas e outras pessoas também podem ler um artigo na sala de imprensa da Igreja SUD publicado em março de 2009 chamado "O Dilema da Publicidade".

sábado, 2 de outubro de 2010

Pesquisa: Santos dos Últimos Dias (SUD) sabem mais sobre a Bíblia do que os outros cristãos

Ateus e agnósticos sabem mais sobre as grandes religiões do mundo do que muitas pessoas de fé, enquanto os Mórmons podem responder a mais perguntas sobre a Bíblia que os seus colegas protestantes e católicos.

Estas são algumas das conclusões surpreendentes de uma pesquisa sobre religiões realizada pelo America the Pew Research Center’s Forum sobre Religião através da opinião de 3.412 americanos.

Algumas das questões de múltipla escolha eram relativamente simples: Onde Jesus nasceu e quem liderou o êxodo do Egito? Qual era a religião de Madre Teresa, que dia era o Sabath judaico e qual é o nome do livro sagrado do Islã?

Outras foram mais difíceis: Qual é a religião dominante da Indonésia? Quais cristãos que ensinam que a salvação vem através da fé?

Cerca de metade dos Protestantes (53 por cento) não conseguiram identificar corretamente Martinho Lutero como a pessoa cujos escritos inspiraram ações da Reforma Protestante. Menos da metade dos americanos (47 por cento) sabiam que o Dalai Lama é budista e apenas 38 por cento associaram corretamente o Vishnu e Shiva com o hinduísmo.

John Morehead, diretor do Instituto de Estudos Interculturais Ocidental em Salt Lake City, já tinha observado o analfabetismo religioso na população em geral, bem como na comunidade evangélica. Mas ele não esperava que os mórmons estivessem acima deles em sua fluência bíblica.

Terrence Monsenhor Fitzgerald, vigário geral da Diocese Católica de Salt Lake City, não ficou muito incomodado ao saber que 45 por cento dos Católicos dos EUA não sabiam que sua igreja ensina que o pão e o vinho usados na comunhão tornam-se realmente o corpo e o sangue de Cristo.

"As doutrinas fundamentais da fé católica, são um pouco complicadas para as mentes das pessoas que não têm muita educação teológica", disse Fitzgerald. "O clero e os bispos dos EUA sabem muito bem que um bom número de nossos povos são ignorantes teologicamente. Estamos constantemente tentando fazer um trabalho melhor. "

Parabéns aos Santos dos Últimos Dias, que estão estudando as escrituras individualmente e familiarmente, nas classes do seminário, instituto e escolas dominicais.


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