Este não é um site oficial d'A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias
Participem enviando notícias pelo e-mail murilovisck@yahoo.com.br

Mostrando postagens com marcador convenção. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador convenção. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Depois dos Republicanos, "Momento Mórmon" na Convenção Democrata em Apoio à Barack Obama

CHARLOTTE, CAROLINA DO NORTE - Essa letra do hino teria sido familiar a quase qualquer membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (mórmons).

"Neste mundo acaso fiz hoje eu?" foi cantado por um grupo de cerca de 200 Santos dos Últimos Dias (mórmons) entusiasmados, em uma reunião, em uma sala lotada, na tarde da última terça-feira. "Se ainda não fiz ser alguém mais feliz, Falhei ante os céus também!"

O hino foi cantado de improviso e sem acompanhamento, a pedido do Lider Democrata no Senado, Harry Reid, que abriu a primeira reunião nacional mórmon democrata em um hotel do outro lado da rua da Time Warner Cable Arena, onde a Convenção Nacional Democrata americana ocorreu nesta terça-feira.

O hino, disse Reid, reflete tanto suas crenças mórmons quanto os princípios do Partido Democrata.

"A carga de alguém mais leve fiz eu. Por que um auxílio lhe dei?" o hino continua. " Ou acaso ao pobre que a mão estendeu. Um pouco do meu ofertei?"

"Havia um sentimento muito forte e emocional na sala", disse Craig Janis, outro mórmon democrata de Utah. "Por um longo tempo, os mórmons que são democratas tem se sentido como uma minoria dentro de uma minoria. Mas este encontro foi uma oportunidade para nos reunirmos e sentir a força das nossas convicções. Foi uma sensação incrível."

Reid falou sobre algumas das experiências que ele teve ao longo dos anos como um democrata mórmon servindo no Senado dos EUA. Janis fez breves comentários focado em como seus valores mórmons são consistentes com as atuais políticas democratas.

"Havia muita mídia aqui para cobrir o evento", disse Janis. "Várias pessoas viram isso como algo interessante."

Mais do que uma notícia, no entanto, Janis estava satisfeito que o encontro se tornou uma espécie de oportunidade para unir os democratas santos dos últimos dias de todo o país, especialmente no leste dos Estados Unidos.

A bancada também ouviu de Scott Howell, que está concorrendo para o Senado dos EUA contra o senador republicano, também mórmon, Orrin Hatch de Utah. Howell disse que originalmente não estava pensando em participar da convenção, mas mudou de idéia quando ele foi convidado a participar como palestrante para uma discussão baseada na fé.

Janis disse que a idéia para uma reunião mórmon de Democratas veio como uma oportunidade para "lançar mórmons Democratas em escala nacional" e "mostrar ao resto do país que há mais, politicamente, para os Mórmons do que o conservadorismo".

Tudo foi organizado em menos de 10 meses. E Janis admitu que uma grande parte desse crescimento de mórmons democratas, se dá provavelmente pela candidatura do líder republicano da América, Mitt Romney. "Mitt Romney tem sido ótimo para os mórmons democratas, porque ele chamou atenção para o mormonismo, em geral, e os mórmons para a política", disse ele. 

E assim acabam que alguns não se identificam com a filosofia republicana e acabam se tornando democratas. 

"Eu tenho certeza que é dessa forma em ambas as partes", disse ele. "Muitos de nós se sentem desconfortáveis ​​com a posição do nosso partido sobre o aborto, assim como eu tenho certeza que há muitos republicanos que se sentem desconfortáveis ​​com a falta de atenção em "amar o teu próximo", critica Janis.

"Espero que os democratas irão gastar tempo focando sobre as questões da campanha, não sobre o mormonismo de Mitt", disse Janis, referindo-se ao início da Convenção Democrata, onde existe uma expectativa em várias críticas a Mitt Romney.

"Harry Reid tem sido uma grande liderança do Partido Democrata há anos, e ninguém se importou se ele é Mórmon", disse Janis. 

Os ataques políticos contra o mormonismo, disse ele, tem vindo da ala de direita do Partido Republicano, e não da esquerda.

Ainda assim, ele disse, "as pessoas no Partido Democrata tem tido grande interesse nos mórmons democratas".

"Não há nenhum grande impulso para nos promover", disse ele. "Mas não se enganem, eles estão cientes de nós, e eles estão interessados."

O Senador mórmon Harry Reid foi um dos discursantes do primeiro dia da Convenção Democrata Americana e criticou durante Mitt Romney

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Recheada de Momentos Mórmons - Convenção Republicana dos EUA Exalta Fé de Romney


TAMPA, Estados Unidos, 31 Ago (Reuters) - As histórias aludiam à fé mórmon de Mitt Romney, assunto que o candidato republicano à Presidência dos EUA pouco tem abordado durante a sua campanha. Mitt Romney é membro d'A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (mórmon).

Lá estava Grant Bennett, ex-conselheiro de estaca(assistente na liderança da Igreja)  de Romney, contando como o candidato, como líder eclesiástico mórmon no final da década de 1970, dedicava 15 a 20 horas semanais para visitar fiéis doentes, para distribuir refeições ou para limpar a neve das calçadas de idosos.

Lá estavam Ted e Pat Oparowski, um casal de idosos que narrou como Romney, nesse período, ficou amigo de um filho deles que tinha 14 anos e morreria sete meses depois, vítima do mal de Hodgkin, em 1979.

E lá estava Pam Finlayson, que descreveu como Romney se sentou com ela no hospital quando ela temia que sua filha prematura estivesse prestes a morrer.

"Os olhos dele se encheram de lágrimas, e ele se aproximou carinhosamente e afagou as costinhas dela", disse Finlayson, tentando conter as lágrimas diante de uma silenciosa plateia na Convenção Nacional Republicana de Tampa, na Flórida, na quinta-feira.

Muitos delegados choraram. E, em questão de momentos, a imagem de Romney como um político frio e distante -- e as dúvidas acerca do seu trabalho em A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias -- pareceu evaporar.

Romney tem relutado em falar muito sobre um lado tão pessoal da sua vida, enquanto seus adversários o retratam como uma figura robótica e sem sentimentos. Seus assessores estavam frustrados com a ausência de um lado mais pessoal na campanha do ex-governador de Massachusetts, o que eles consideravam ser crucial para compreendê-lo.

Isso tudo mudou na quinta-feira à noite.

Bennett rememorou como Romney, na época de líder religioso, passava horas dando conselhos a pessoas em situação complicada --mães solteiras, casais com problemas conjugais, jovens viciados e gente com dificuldades financeiras.

"Ele se reunia com eles em particular e com confiança", disse Bennett, "e manteve essa confiança".

Ele disse que Romney se guiava por um versículo da Epístola de Tiago, do Novo Testamento, que diz que a religião pura consiste em "visitar os órfãos e as viúvas nas suas aflições".

Romney, que em geral não cita a religião mórmon, disse que a fé e as famílias são "o leito pétreo do que faz a América ser a América".

"Éramos mórmons e, sendo criados em Michigan, isso poderia parecer estranho ou deslocado, mas realmente não me lembro dessa forma", disse ele no discurso em que aceitou oficialmente a candidatura.

Mitt Romney Fala de sua Fé, Promete Futuro Melhor e é Apoiado por Clint Eastwood


Mitt Romney aceitou formalmente, na noite desta quinta-feira, a indicação do Partido Republicano para concorrer à Presidência dos Estados Unidos contra Barack Obama nas eleições de novembro. No discurso de encerramento da convenção do partido, realizada em Tampa, na Flórida, o ex-governador de Massachusetts, de 65 anos, focou nas dificuldades financeiras enfrentadas pelos americanos e prometeu, se eleito, garantir empregos e reforçar a economia do país. O candidato republicano agradeceu a oportunidade de disputar a Casa Branca e afirmou que a nomeação "é uma grande honra e uma responsabilidade ainda maior". Além disso, Romney falou também de sua fé.

Depois de recusar-se vários anos a discutir publicamente sua religião mórmon, Mitt Romney quebrou a regra na convenção republicana, na qual foi escolhido um painel de oradores que falaram do candidato como homem compassivo, de caráter e de profunda fé.


Durante a maior parte de sua carreira política, Romney disse que sua vida na igreja nada tem a ver com a política e sempre se referiu muito superficialmente às suas opiniões em matéria de religião, temendo que seu credo influísse negativamente nas suas chances de eleger-se. No entanto, mudou de ideia por um problema urgente: os eleitores que o acham distante e desagradável tornaram-se uma ameaça maior ao seu futuro político do que os que talvez se mostrem preconceituosos em relação à religião mórmon.

Em seu discurso na noite apoteótica da convenção, Romney testemunhou que a fé sempre norteou a sua vida. Outros oradores relataram episódios repletos de grande carga emocional: Romney ajudando os membros da igreja cujos filhos estavam doentes ou morrendo; agachando-se ao lado do berço de uma criancinha inválida para orar por sua sobrevivência; ajudando o adolescente David, com um câncer incurável, a redigir o seu testamento. Quando o jovem estava morrendo, lembra sua mãe, Pat, "Mitt puxou um caderninho amarelo e, sentado ao lado de David, escreveu tudo o que ele queria". "Talvez gente muito rica ou que esteja no topo do mundo menospreze as pessoas comuns, mas ele não", acrescentou Pat, tocando no argumento de que Romney precisa se conectar emocionalmente com os eleitores.

Falar ou não falar de sua fé foi, durante meses, motivo de discordância na campanha. Muitos membros da família (e outros mórmons) afirmavam que Romney precisava revelar mais sobre sua vida na Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, mas seus assessores políticos, poucos dos quais são mórmons, mostraram-se relutantes ao risco. Entretanto, nas últimas semanas, Romney decidiu falar mais de religião.

Ele mencionou Deus e Jesus várias vezes em recentes entrevistas, quando falou à CNN sobre sua viagem a Jerusalém. "Acredito na missão de Jesus Cristo. Acredito que ele caminhou naquelas ruas que nós estávamos percorrendo." Seus assessores, que costumavam repreender os repórteres que perguntavam sobre sua fé, passaram a convidá-los a assistir aos serviços religiosos e, em seu discurso na noite de terça-feira em Tampa, na Flórida, Ann, mulher de Romney, usou a palavra "mórmon" em vez dos costumeiros "igreja" ou "fé".

Vários delegados da numerosa representação mórmon presente em Tampa disseram estar emocionados com a mudança. "Estamos felizes pelo fato de as atenções se voltarem para a igreja. Não temos nada a esconder", disse Denise Nielsen, de 52 anos, sete filhos, de Thousand Oaks, na Califórnia, presidente regional da campanha de Romney.

Clint Eastwood - Antes do discurso principal, o ator, diretor de cinema e republicano convicto Clint Eastwood discursou e foi aplaudido com entusiasmo pelos correligionários. O ator simulou uma entrevista com Barack Obama e levou a plateia ao delírio, inclusive fingindo ser interrompido pelo atual presidente durante o monólogo: "Agora é a minha vez de falar".

Assistam a reportagem da TV Globo no link abaixo

Fonte:

Mórmons na Política - Ann Romney destaca os valores familiares e sua história de amor com Romney

A esposa do mórmon, que é o candidato republicano, destacou os valores familiares do marido e contou a história de amor do casal


Tampa - A esposa do candidato republicano, Mitt Romney, discursou nesta terça-feira na Convenção Nacional do partido para destacar os valores familiares do marido e a história de amor do casal, com o principal objetivo de humanizar o adversário de Barack Obama nas eleições presidenciais de novembro. 

Dirigindo-se aos americanos "do meu coração para o seu", Ann Romney disse aos milhares de correligionários que lotaram o centro de convenções em Tampa, na Flórida, que Mitt Romney é "o homem de que a América precisa".

Ann usou seu discurso na Convenção Nacional Republicana para falar sobre seus 43 anos de casamento e do compromisso de Romney com a família, o trabalho duro e as boas ações, o que também poderá levar o país a um lugar melhor.

"Não quero falar sobre o que nos divide, mas sobre o que nos mantém unidos como uma família americana, esta coisa maravilhosa que nos une", disse a aspirante a primeira-dama. "Esta noite quero falar com vocês sobre amor".

Ann, 63 anos, foi escolhida pela campanha republicana para humanizar o ex-governador de Massachusetts e empresário multimilionário, considerado muito rígido e indiferente no contato com os eleitores.

Ao falar de sua história de amor, ela buscou mostrar Romney como pai e marido comprometido, especialmente nos tempos difíceis.

"Eu li em algum lugar que Mitt e eu temos um 'casamento de contos de fada'. Bem, nos contos de fada que eu li, nunca houve longas tardes chuvosas em uma casa com cinco meninos chorando ao mesmo tempo", disse sobre a criação dos filhos do casal.

"E estes livros parecem nunca trazer capítulos intitulados esclerose múltipla ou câncer", acrescentou Ann Romney, que luta desde 1998 contra a primeira doença e se curou de um tumor de mama em estágio inicial, diagnosticado em 2008.

"Casamento de conto de fadas? Não, de jeito nenhum. O que Mitt e eu temos é um casamento da vida real".

"Este é o homem de que a América precisa. Este é o homem que acordará todos os dias com a determinação de resolver os problemas que os outros dizem que não podem ser resolvidos, de reparar o que os outros dizem que não pode ser reparado".

"Este é o homem que trabalhará mais do que qualquer outro para que nós possamos trabalhar um pouco menos".

Mórmons na Política - Mia Love, Estrela Política em Ascenção nos EUA, Discursa na Convenção Republicana


Articulada, feminina, prefeita, mãe, conservadora e também uma Mórmon (santo dos últimos dias). Seu nome é Mia Love e, além de discursar na Convenção Republicana e empolgar a platéia, é também candidata para o Congresso dos EUA e pode se tornar a primeira negra congressista do Partido Republicano. 

Em seu discurso na terça-feira, Mia Love falou sobre o "Sonho Americano" e sobre sua família, que é primeira geração de descendentes de haitianos nos EUA.

Ela disse: "Deixe-me dizer-lhes sobre a América que eu conheço. Meus pais imigraram para este país com US$ 10 (dez dólares) em seus bolsos e a esperança de que ouviram falar sobre a América realmente existia."

Os Estados Unidos agora está fundamentado na determinação encontrada em patriotas e pioneiros. É encontrado nos atletas olímpicos e em cada criança que olha para o impossível e diz: 'Eu posso fazer isso." Essa é a América que eu conheço, diz emocionada.

Ela falou sobre a importância da auto-suficiência e reconheceu uma dívida de gratidão para com os seus pais por incutirem em sua mente, em uma idade precoce, um senso de responsabilidade pessoal.

Ela também criticou o presidente Barack Obama, cujo políticas, disse ela, "falharam conosco". Nós não somos melhores do que estávamos há quatro anos. E não retórica, adesivo ou Hollywood anúncio de campanha pode mudar isso. "

O vídeo "Eu sou Mórmon" mostra o seu trabalho como prefeita de Saratoga Springs, Utah, e seu trabalho atual.

"Eu sou a prefeita de Saratoga Springs e eu adoro isso", diz ela no vídeo. "Eu tenho que fazer minha vida melhor para mim e melhor para os outros.

Mia é membro d'A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias é neutra politicamente.

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Folha de São Paulo - Romney pode ser 1º presidente mórmon dos EUA


Mitt Romney está lutando para se transformar no primeiro presidente mórmon na história dos Estados Unidos, e para conseguir isso,usa a mesma perseverança e disciplina que utilizou como missionário na França, há quatro décadas atrás. 

Aos 20 anos, Romney percorreu as ruas de Paris para conquistar adeptos para sua religião, no final da década de 60.

Mais tarde, em 1984, fez fortuna como fundador e executivo da empresa Bain Capital; governou o estado do Massachusetts entre 2003 e 2007, e agora chegar à Casa Branca serviria como conquista final de uma longa trajetória de triunfos.

Veja toda reportagem no www1.folha.uol.com.br
Related Posts with Thumbnails