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segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Poderia um Profeta Mórmon Renunciar?

Profetas mórmons, papas católicos e dalai lamas tibetanos chegam ao controle de suas religiões por caminhos diferentes. Os primeiros são chamados por Deus e sobrevivem mais tempo que seus colegas, outros são votados, outros são reconhecidos desde a infância. 

Mas todos eles são "desobrigados" ou deixam estes chamados da mesma forma: Eles param de respirar. 

Assim era até a impressionante renúncia do Papa Bento XVI na semana passada, que levantou a questão sobre outros líderes religiosos que servem chamados por toda vida: Se eles devem permanecer até que morram, ou podem renunciar pelo caminho. 
É um dilema particularmente moderno, atrelado a um tempo em que as exigências sobre esses homens têm se expandido de forma exponencial desde que suas religiões começaram. Eles vivem cada vez mais tempo e estão mais presentes na mídia e expostos ao público. Espera-se que viagem muito, preguem e ensinam milhões, e estão sob o olhar de escrutínio da mídia. Os seguidores anseiam figuras carismáticas que falam com autoridade moral e que transfiram as vicissitudes do envelhecimento mortal. 

Para Bento XVI de 85 anos de idade, a resposta foi clara: isto não poderia acontecer. 

A alguns séculos atrás, quando um papa católico ficava muito doente ou enlouquecia, apesar das pouquíssimas renúncias, era colocado nos bastidores e a igreja continuava até sua morte. Há notícias de golpes e envenenamentos, mas são poucos os relatos. Só que a igreja católica hoje tornou-e em uma aldeia global. É um desafio muito mais complicado. E não apenas para o mundo de mais de um bilhão de católicos, mas também para outras religiões que possuem seu líder presidente idoso. 

Muitos atualmente estão questionando e argumentando sobre a questão. Mas há algo que sempre paira na mente das pessoas: Que a idéia de um chamado por toda a vida está cheio da mística acompanhada daquilo que é sagrado. Um sacrifício em prol daquilo que se acredita. 

Tradicionalmente um papa não renuncia devido seu papel de ser o "pai" da Igreja Católica. Ninguém pode renunciar à paternidade. Um pai está lá até que morra. Mas muitas pessoas esquecem que o título de Papa também carrega o título de chefe de estado do Vaticano. E isso acarreta também inúmeras outras atividades, inclusive políticas, além de ser chefe de uma enorme burocracia.

O último papa antes de Ratzinger, João Paulo II, logo que foi chamado fez inúmeras boas ações, entretanto, num grande período do final de sua vida o vimos fraco de saúde, enfermo e mal podia falar. Para o próprio Bento XVI, a renúncia era inevitável no caso de João Paulo II, mas ele permaneceu. Sua sucessão foi um ato político, além de religioso. 

Agora com a saída de Bento, surgem inúmeras perguntas: O que se faz com um ex-papa? Como chamá-lo? Se ele escrever qualquer coisa, será que a mídia ira analisá-lo sob o olhar do novo papa. E, no futuro, as pessoas poderão pressionar um papa a renunciar não porque ele está doente, mas porque simplesmente não gosta dele? 

A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (mais conhecidos como os mórmons) também possui um líder eclesiástico que os membros reverenciam como Profeta, Vidente e Revelador. A ideia de que existe um profeta vivo hoje, e especialmente entre esses desolados e turbulentos tempos em que vivemos, não deveria ser um conceito novo para ninguém. As escrituras nos ensinam claramente que Deus, nosso Pai Celestial, e perfeito é não muda. Ele e o mesmo ontem, hoje e para sempre.

Deus sempre teve profetas nesta terra. Através da historia, Ele escolheu, profetas como Noé, Abraão, Moisés, e outros, para ensinar e pregar o evangelho, e para guiar a Sua Igreja. Na Bíblia Sagrada, no Velho Testamento, mais precisamente no livro de Amós, que também foi um profeta de Deus, estão registradas as seguintes palavras: “Certamente o Senhor Deus não fará coisa alguma sem antes revelar o Seu segredo aos Seus servos, os profetas” (Amos 3:7). Se Deus chamou profetas nos tempos antigos, não faria sentido que Ele chamasse um homem de Deus para ser o Seu profeta – Sua boca na terra – em nossa época?

No caso d'A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias há um manto profético sobre o presidente da Igreja. A Igreja foi restaurada em 1830 por Joseph Smith, um jovem de Nova York que proclamou que Deus o comissionou para restaurar o cristianismo como era originalmente. Ele também traduziu pelo dom e poder de Deus uma história antiga, escrita em placas de ouro, que foram enterradas no solo, e se tornou uma das escrituras sagradas da religião, o Livro de Mórmon. 

Experiências e visões de Joseph Smith, suas revelações e liderança carismática iniciou um movimento que, como muitos outros, enfrentou conflitos graves de sucessão quando ele morreu (assassinado por uma turba em 1844, em Illinois). Em última análise, para a maioria dos Santos dos Últimos Dias na época, o bastão foi passado para Brigham Young, o membro sênior do Quórum dos Doze Apóstolos. 

Este padrão, estabelecido pelo Senhor (como acreditamos), traduziu-se em sempre que os presidente da igreja morresse, o apóstolo o mais antigo sempre assumiria o mais alto cargo da igreja. Ele escolhe dois homens para servir como seus conselheiros na Presidência. 

Joseph Smith era jovem quando morreu e Brigham Young também era bem jovem quando assumiu a Igreja vivendo até os 76 anos. 

Desde então, as melhorias de saúde e estilos de vida saudáveis ​​têm permitido aos líderes mórmons viverem por muito tempo, até mesmo aos seus 80 a 90 anos. Como João Paulo II e Bento XVI, alguns presidentes Mórmons - especialmente no final do século 20 - tiveram de lidar com as aflições do envelhecimento. David O. McKay, Spencer W. Kimball, Joseph Fielding Smith, Ezra T. Benson e Howard W. Hunter se afastaram da presença do público em seus anos finais, deixando a administração e condução de uma igreja em crescimento global para seus conselheiros saudáveis ​​da Primeira Presidência. 

Para lidar com o envelhecimento da liderança em níveis mais baixos, alguns dos membros mais velhos do quórum dos Setenta foram aposentados ou dado o status de "emérito" em 1978. Eventualmente, tornou-se uma norma para os Setentas se aposentarem aos 70 anos. 

O historiador Richard Bushman disse: "[os mórmons] não aposentam seus apóstolos, porque pensamos que Deus está trabalhando através das tábuas das mortalidade. Seria ir contra Deus." 

Além disso, diz ele, "um presidente incapacitado é um problema bem menor em nossa igreja por causa do trabalho dos conselheiros. Se o presidente não pode fazer o trabalho, todo mundo sabe quem é o próximo no comando. Ele pode assumir e todos respeitam a sua autoridade. " 

O atual presidente d'A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, Thomas S. Monson, é alguns meses mais novo do que o papa Bento XVI. Ele continuou a viajar, embora não tão freqüentemente quanto ele fez nos primeiros meses de sua presidência, que começou em fevereiro de 2008. Ele ainda discursa em conferências gerais da Igreja e está presente em muitos eventos da Igreja. 

O jornal Church News, publicou uma mensagem online do Presidente Thomas S. Monson em 1 de fevereiro de 2013, onde ele fala sobre seus cinco anos como Profeta e Presidente da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Em sua mensagem ele também enfatiza a necessidade dos membros irem “resgatar” o próximo. A seguir podemos ler um trecho da sua mensagem:
Este ano eu completo 50 anos desde que fui chamado para servir no Quorum dos Doze Apóstolos. Eu tinha 36 anos de idade quando recebi aquele chamado. No mês de agosto eu celebrei meu 85° aniversário. Alguns dos membros mais antigos do Quorum dos Doze são mais velhos do que eu. Entretanto, juntamos nossos vozes, com as do Rei Benjamim, que disse, como registrado no segundo capitulo do livro de Mosias: “Mas sou como vós mesmos, sujeito a toda sorte de enfermidades do corpo e da mente; contudo fui escolhido por este povo e consagrado por meu pai; e a mão do Senhor permitiu que eu fosse governante e rei deste povo; e fui guardado e preservado por seu incomparável poder para servir-vos com todo o poder, mente e força que o Senhor me concedeu”. A despeito dos problemas de saúde que podemos enfrentar, a despeito de qualquer enfraquecimento do corpo ou da mente, servimos dando o máximo de nos mesmos. Eu lhes asseguro que a Igreja esta nas mãos do Senhor. O sistema estabelecido pelo Conselho da Primeira Presidência e do Quorum dos Doze Apóstolos assegura que ela sempre estará nas mãos de Deus, e por isso, não há nada a temer ou se preocupar. Nosso Salvador, Jesus Cristo, a quem seguimos, a quem adoramos, e a quem servimos, estará sempre no comando.

Se a saúde do presidente Monson piorar, certamente seus conselheiros completariam todo o trabalho necessário, juntamente com os outros 12 apóstolos - como tem sido a prática no passado. Além disso, não há disputas políticas para avanços nos cargos, pois a sucessão é bem definida e não está condicionada a votos de quóruns superiores, mas ao apoio incondicional de toda a Igreja. 

A grande verdade que traz conforto a todos os mórmons é que a Igreja está protegida contra partidarismos, politicagens e outros. Os mórmons estão seguros disso. O sistema de sucessão oferece segurança e previsibilidade. A Igreja não entra em crise e não há escândalos. Apesar de os conselheiros não poderem substituir o presidente, eles podem conduzir todas as coisas em sua ausência e refletir a autoridade carismática do profeta.

Uma informação curiosa é que uma outra Igreja que surgiu alguns anos depois, após a sucessão mórmon quando Joseph Smith foi assassinado, a "Comunidade de Cristo", mais conhecida como Igreja Reorganizada (possui aproximadamente 250.000 membros) já teve três profetas presidentes que renunciaram a seus chamados. Inclusive um deles renunciou declarando que havia feito algumas escolhas erradas e que não conseguia conduzir eficazmente essa igreja. N'A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias nunca houve casos de renúncia de presidentes da Igreja, sendo que os mesmos serviram até o fim de suas vidas.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

No aniversário de 106 anos, o Patriarca Eldred G. Smith é visitado pelo Pres. Monson

Amigos de longa data e companheiros como Autoridades Gerais, o Presidente Thomas S. Monson e o Élder Eldred G. Smith passaram uma hora juntos, durante uma visita do Presidente da Igreja, relembrando "os velhos tempos", no dia 9 de janeiro na casa de Elder Smith, em Salt Lake City. A ocasião era o aniversário de 106 anos de Élder Smith.

Depois de apresentar um cartão de aniversário e um presente, uma caixa de chocolates, o Presidente Monson colocou a mão no ombro de Élder Smith e declarou: "Eldred Smith é meu bom amigo. Já viajamos muitos quilômetros juntos. Amo e respeito esse homem."

Élder Smith serviu como Patriarca da Igreja de 10 de abril de 1947, até 06 de outubro de 1979. Em 1966, o então Élder Monson, pediu para o Presidente da Igreja, David O. McKay, permissão para convidar o Patriarca da Igreja para viajar com ele em uma designação para o Pacífico Sul, área em que o Élder Monson supervisionava, a fim de que o Élder Smith  oferecesse bênçãos patriarcais aos membros dessas áreas onde não havia patriarca."Deixei-o na Austrália", disse o Presidente Monson, e, então, explicou que, como ele continuou com suas viagens, o Élder Smith ficou para trás e deu muitas bênçãos patriarcais aos membros na Austrália e outras áreas do sul do Pacífico.

Élder Smith também viajou para outras áreas, incluindo a Europa, para dar bênçãos patriarcais.

Acredita-se que Elder Smith seja o homem mais velho de Utah, vivendo mais tempo do que qualquer Autoridade general da Igreja.

Ele é o tataraneto de Joseph Smith Sr., e bisneto de Hyrum Smith, irmão do Profeta Joseph Smith Jr.

Élder Smith disse que deu mais de 18 mil bênçãos patriarcais.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

85 Anos de Thomas S. Monson - Grande Evento Comemorará o Aniversário do Presidente da Igreja


Na sexta-feira, 17 de agosto de 2012, às 20 horas (horário de Salt Lake City), milhares de pessoas reunir-se-ão no Centro de Conferências para participar do evento “Dias Dourados: Uma Celebração de Vida”, em homenagem ao 85° aniversário do Presidente Thomas S. Monson, líder de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.

O Coro do Tabernáculo Mórmon, a Orquestra da Praça do templo e artistas famosos convidados apresentarão músicas da Broadway e outros sucessos muito apreciados. Os artistas são Dallyn Vail Bayles, o renomado tenor Stanford Olsen e a cantora e atriz Rebecca Luker. 

“Estamos muito felizes porque solistas talentosos juntar-se-ão o coro, em homenagem a esse grande homem”, disse o presidente do coro Mac Christensen. “Sei que as canções a serem interpretadas encantará o Presidente Monson”.

O ex-astro de futebol americano da equipe do San Francisco 49ers Steve Young, será o mestre de cerimônias juntamente com a âncora do jornal de uma rede nacional de televisão e escritora Jane Clayson Johnson.

“O Presidente Monson trabalha servindo outras pessoas durante toda a sua vida. Sei que ele se sente mais à vontade nesse papel do que sendo o foco de qualquer elogio”, disse o irmão Young. “Essa comemoração é uma ótima maneira de fazer com que ele saiba do quanto é amado e apreciado. É um privilégio ter um pequeno papel nesse reconhecimento”.

“Tantas pessoas em todo o mundo são influenciadas pelo carinho, compaixão e amor genuíno do Presidente Monson por todos”, disse a irmã Johnson. “Comemoramos e honramos sua vida extraordinária de serviço e liderança”.

A noite também fará uma viagem nostálgica ao passado para recordar a vida ilustre do Presidente Monson — desde a infância, o casamento e o serviço na Marinha durante a Segunda Guerra Mundial até suas décadas de serviço. O Presidente Monson foi chamado como bispo de uma congregação aos 22 anos de idade e já serviu por quase meio século como Autoridade Geral da Igreja.

Ingressos gratuitos são necessários para participar da comemoração. Por causa da grande procura por ingressos, eles foram distribuídos por meio de um processo de seleção aleatória. 

O programa será também exibido em diferentes sedes de estaca SUD pelo sistema de satélites da Igreja no sábado, 18 de agosto, com subsequentes retransmissões para muitas áreas do mundo.

Além disso, o programa será retransmitido em sua totalidade pela BYUtv internacional no sábado, 18 de agosto, às 19 horas; no domingo, 19 de agosto, às 8 horas e 16:30 horas.

Fonte: www.lds.org

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Pesquisa Aponta Pres. Thomas S. Monson no Top 10 dos Mais Admirados no EUA em 2011


Washington - No Top 10 dos Mais Admirados nos EUA o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, e a secretária de Estado, Hillary Clinton, são o homem e a mulher mais admirados pelos americanos, segundo uma pesquisa publicada nesta terça-feira pelo Instituto Gallup e pelo jornal USA Today. 

Com 17% do respaldo popular, Obama lidera pelo quarto ano consecutivo a enquete, cuja primeira posição arrebatou em 2008 de seu antecessor na Casa Branca, George W. Bush.

Os ex-presidentes George W. Bush e Bill Clinton sucedem Obama na lista dos dez homens mais respeitados com 3% e 2% do respaldo dos americanos, respectivamente.

Em seguida aparecem o reverendo Bill Graham, os magnatas Warren Buffett e Donald Trump, o pré-candidato republicano à Presidência, Newt Gingrich, o papa Bento XVI, Bill Gates e em 10º lugar da lista dos homens mais admirados o Presidente Thomas S. Monson, que lidera A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Presidente Monson já havia alcançado em 2010 e 2008 os mesmo índice mais não havia chegado no TOP 10.


Esta pesquisa mostra também o quanto Newt Gingrich está mais fortalecido para enfrentar as prévias republicanas do que Mitt Romney, que é membro da Igreja SUD. Mitt Romney aparece  em 13º na Lista com 1%. Uma recente pesquisa mostra que Newt Gingrich e Mitt Romney estão tecnicamente empatados entre os republicanos, conforme pesquisa Gallup.

No ano passado, Gleen Beck, também santo dos últimos dias (mormon) ficou em 8º lugar no TOP 10.

A pesquisa, realizada anualmente desde 1946, foi feita por telefone entre os dias 15 e 18 de dezembro, com um grupo de 1.019 adultos americanos e com uma margem de erro de quatro pontos percentuais.

Esta colocação do Pres. Monson também parece ser resultado do "Momento Mórmon" nos EUA. 

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Este Dia na História da Igreja SUD - 10 de Outubro


Lorenzo Snow

10 de outubro de 1842— O missionário Lorenzo Snow apresenta duas cópias do Livro de Mórmon à Rainha Vitória e ao Príncipe Alberto da Inglaterra, as quais o Sir Henry Wheatly aceita em nome da rainha.


10 de outubro de 1880— Apoia-se John Taylor como o terceiro Presidente da Igreja, junto com seus conselheiros George Q. Cannon e Joseph F. Smith.


10 de outubro de 1898— Rudger Clawson é ordenado apóstolo, substituindo Lorenzo Snow, que havia sido chamado à Primeira Presidência.


10 de outubro de 1901— O Presidente Lorenzo Snow falece em Salt Lake City, Utah, aos oitenta e sete anos, depois de mais de cinqüenta e dois anos de autoridade geral.


Thomas S. Monson é ordenado apóstolo de Jesus Cristo
10 de outubro de 1963— Ordena-se apóstolo Thomas S. Monson, tomando o lugar de N. Eldon Tanner, o qual havia sido apoiado como membro da Primeira Presidência.


10 de outubro de 1975— O Presidente N. Eldon Tanner da Primeira Presidência e o Élder Gordon B. Hinckley saudam o imperador e a imperatriz do Japão quando de sua primeira e histórica visita aos Estados Unidos.


10 de outubro de 1979— Organiza-se o primeiro ramo SUD na Papua-Nova Guiné, com Athol Pike como presidente.


10 de outubro de 1985— Ordena-se apóstolo M. Russell Ballard em substituição a Bruce R. McConkie, que falecera.


10 de outubro de 1987— O Presidente Thomas S. Monson da Primeira Presidência dedica o terreno do Templo de Toronto Ontário (Canadá).


10 de outubro de 1998— Dedicam-se os terrenos dos Templos de Detroit Michigan e Spokane Washington (EUA).

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Declaração oficial da Igreja sobre o Anuncio do Templo de Paris França

Presidente Thomas S. Monson anunciou hoje que A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias espera construir o primeiro templo, na França sobre uma propriedade nos arredores de Paris.

Habitualmente, novos templos são anunciados pelo presidente da Igreja em uma das conferências gerais da igreja, após aprovações do governo local para construção e aquisição de propriedade tenham sido garantidos. 

Embora o processo de aprovação do governo local para o templo francês ainda esteja em andamento, jornais franceses já estavam relatando sobre os planos da Igreja em construir em Le Chesnay, perto de Versalhes, e isso levou ao anúncio de hoje. 

O porta-voz da Igreja. Scott Trotter, disse que a Igreja tem trabalhado por muitos meses com as autoridades locais. Mais detalhes serão dados mais tarde. Houve várias tentativas anteriores de encontrar um local adequado para um templo francês, mas nenhum foi finalizado. 

Membros franceses da Igreja que desejam visitar um templo costumam viajar para os países europeus vizinhos.


Há mais de 35 mil mórmons na França em nove estacas, dois distritos, e 57 alas, sendo num total de 111 unidades da Igreja (incluindo os ramos). O país abriga duas missões mórmons. A primeira missão da Igreja na França foi organizada em 1849.



O Blog de notícias SUD MURILOVISCK já havia noticiado sobre a intenção da Igreja em constuir um templo em Paris, França, clique aqui


Mais fotos:



sexta-feira, 18 de março de 2011

Este dia na História da Igreja SUD - 18 de março

Pres. Hinckley e apóstolos com Rei Jan Carlos e a
Raínha Sofia da Espanha

18 de março de 1962— Organiza-se a Estaca Ápia Samoa, a primeira estaca da Samoa Ocidental com Percy John Rivers como presidente.

18 de março de 1970— Organiza-se a Missão Japão Oeste.

18 de março de 1982— Organizam-se as três comitês executivas da Igreja—o Concílio Executivo da Obra Missionária, o Concílio Executivo do Sacerdócio e o Concílio Executivo de História Familiar e Templos.

18 de março de 1995— O Presidente Boyd K. Packer, Presidente Interino do Quórum dos Doze Apóstolos, dirige-se a um grupo de embaixadores e diplomatas de vinte e seis nações num jantar realizado em Washington, D.C. (EUA) e patrocinado pela Associação de Administração Empresarial da BYU.

18 de março de 1999— Os Presidentes Gordon B. Hinckley e Thomas S. Monson, junto com o Élder Jeffrey R. Holland, visitam o Rei Juan Carlos e a Rainha Sofia da Espanha no Palácio Real de Madri.
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