Este não é um site oficial d'A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias
Participem enviando notícias pelo e-mail murilovisck@yahoo.com.br

Mostrando postagens com marcador bíblia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador bíblia. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 29 de maio de 2012

Vídeos da Bíblia - Você Quer Atuar Nos Filmes da Igreja? Participe!

As filmagens dos Vídeos da Bíblia serão retomadas neste verão nos EUA e os Vídeos da Bíblia acabarão por se tornar uma grande coleção de vinhetas sobre a vida do Salvador, contendo mais de 100 vídeos relacionados a história de seu nascimento, ministério, morte e ressurreição.


E A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias está à procura de figurantes para outras histórias do Novo Testamento a ser filmado em julho e agosto de 2012.

As filmagens serão realizadas no recém construído set de filmagem da Igreja que fica em Goshen, Utah, uma réplica da antiga Jerusalém. O conjunto está localizado cerca de 70 quilômetros ao sul de Salt Lake City, literalmente no meio do nada. É um presente da Primeira Presidência da Igreja para o mundo.

A Igreja está buscando principalmente homens que se pareçam com as culturas e raças representadas no relato bíblico, ou seja, semitas, romanos e outros originários do Oriente Médio e Sul da Europa. No ano passado, também precisou de um pequeno número de pessoas que lembravam egípcios, etíopes, ou povos de outras nações africanas. 

Necessidade:
  • Discípulos, conterrâneos: acima de 20 anos de idade, com características do Oriente Médio ou semitas. Homens com barbas (mais é melhor) ou com barba média ou fina, ou disposto a deixar crescer ou usar barba cinematográfica.
  • Soldados romanos: 20-50 anos, forte, pelo menos 180m de altura, barba mais curta, algum cabelo facial é uma obrigação.
  • Características afro-descendentes (acima de 16 anos de idade, magro)
  • Mulheres: semelhante a tipos do Oriente Médio e semita, sem maquiagem permanente
  • Enfermos, leprosos: Oriente Médio ou semita procurando delgados, frágeis, rostos e corpos com muitas características (dentes ausentes, resistido, enrugadas, membros amputados, etc)

COMO PARTICIPAR?
Etapas: (Por favor, leia com atenção e siga as instruções :)
  1. Se você é novo em nosso sistema, você vai precisar criar uma Conta SUD antes de adicionar o seu perfil. Visite o ldsaccount.lds.org para criar a Conta SUD. (Nota: Você NÃO precisa ser mórmon para criar uma conta.) Se você já tiver uma Conta SUD, então vá para o passo 2.
  2. Criar ou atualizar seu Perfil On-line de Talentos no casting.lds.org/app. Certifique-se de suas informações de contato e as fotos são atualizadas.
  3. Clique nesse botão para participar do projeto do Novo Testamento. Você vai então receber uma notificação, se você for selecionado para participar.

ATENÇÃO, LEIAM MAIS RECOMENDAÇÕES EM: http://ldsavdcasting.blogspot.com.br/2012/05/apply-for-new-testament-film-project.html

Obrigado por seu interesse neste grande projeto! Por favor, ajudem a espalhar a notícia a outras pessoas que possam estar interessadas ​​em participar também.

Fonte: Fernando Camilo (Departamento de Currículos da Igreja)

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

A Verdade Sobre Apocalipse 22:18-19 - O Livro de Mórmon Acrescentou ou Retirou Alguma Coisa da Bíblia?



O Livro de Mórmon, juntamente com a Bíblia faz parte das obras padrão ou do cânon de escrituras de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos. Alguns críticos do Livro de Mórmon afirmam que A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias “acresceu” novos livros ao chamado cânon cristão ou Bíblia cristã, referindo-se ao Livro de Mórmon.

Um dos principais argumentos, exaustivamente utilizados pelos críticos é fundamentado em Apocalipse 22:18-19 que diz:

“Eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro: Se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus lhe acrescentará as pragas que estão escritas neste livro e se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus lhe tirará a sua parte da árvore da vida, e da cidade santa, que estão descritas neste livro” (Apoc. 22:18-19).

Os críticos contumazes afirmam que esta passagem literalmente significa que nenhuma nova escritura pode ser adicionada à Bíblia. Apresentam-na como uma escritura irrefutável para sustentar a doutrina que nada pode ser mais acrescido ao cânon sagrado.

O leitor da Bíblia entretanto, com maior informação, sabe que apesar do livro de Apocalipse ser colocado no final da Bíblia, conforme foi compilada, este não foi o último cronologicamente escrito.

Muitos estudiosos (inclusive não-membros da Igreja - pt.wikipedia.org/Cronologia_biblica_do_Novo_Testamento) são unânimes em afirmar que na mesma época ou até alguns anos depois foram ainda escritos 8 livros, a saber: Thiago, I e II Pedro, Judas, as 3 epístolas e o evangelho do próprio apóstolo João.

Entretanto, mesmo que assim não fosse, o texto contido em Apoc. 22:18-19 refere-se em pelo menos quatro razões claramente ao próprio livro de Apocalipse e não à Bíblia inteira:

1ª Razão - Quando João escreveu o Apocalipse não existia a Bíblia com nós a conhecemos hoje, um conjunto de livros, que só foram reunidos muitos séculos depois.

2ª Razão - Por vários séculos após o início da era cristã, diversos livros individuais ou agrupados com alguns outros da Bíblia circulavam separadamente, mas não a Bíblia completa. Deduz-se claramente que somente aos poucos eram acrescidos novos manuscritos até chegarem aos que temos hoje, em nossas Bíblias.

3ª Razão - Se o entendimento dessa escritura, fosse como querem os críticos da Igreja, o sentido dado por estes deveria ser aplicado a cada novo livro canônico que surgisse nas décadas que se seguiam. Isto tornaria inválidos todos os demais livros da Bíblia que foram “somados ou acrescidos” aos já existentes. E o quê dizer sobre a Bíblia Católica que contém mais livros (apócrifos).

4ª Razão - A citação “... ouvir as palavras da profecia deste livro...”, e “...e se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia...” não estava referindo-se à coleção de livros chamada Bíblia - já que esta nem existia como a conhecemos hoje - mas, unicamente ao livro de Apocalipse, ou seja, que ninguém acrescesse ou retirasse algo deste.

5ª Razão - O próprio João escreveu o seu evangelho (O Evangelho segundo João) em data muito posterior, em Éfeso.

É também importante notar que nos tempos do Novo Testamento, muitas pessoas escreviam cartas e evangelhos próprios sem autorização e alguns até mentiam e reivindicavam ser apóstolos (2 Corintios 11:13). O Apóstolo Paulo mencionou isto em uma de suas epistolas:
Ora, irmãos, rogamo-vos, pela vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, e pela nossa reunião com ele, que não vos movais facilmente do vosso entendimento, nem vos perturbeis, quer por espírito, que por palavra, quer por epístola, como de nós… … (2 Tessalonicenses. 2:1-2).
Paulo aparentemente ficou preocupado com o fato de que escrituras falsas estavam sendo espalhadas entre os novos Cristãos. João possivelmente soube sobre estas falsas escrituras também e então adicionou um aviso a seu livro de que Deus julgaria qualquer um que o falsificasse. João fechou seu conhecimento da vida de Jesus com estas palavras:
Há , porém, muitas outras coisas que Jesus fez; e se cada uma das quais fosse escrita, cuido que nem ainda o mundo todo poderia conter os livros que se escrevessem. Amém (João 21:25).
A História da Bília


A Bíblia como hoje conhecemos foi reunida a partir de diversos antigos manuscritos que por si já não eram originais, mas cópias, em grego, dos escritores do Novo Testamento. Portanto, nenhum livro do Novo Testamento contido em nossas Bíblias, foi copiado diretamente dos originais escritos por Mateus, Lucas, Paulo e demais escritores.

Tudo que temos, portanto, é cópia da cópia da cópia. Dos 362 manuscritos bíblicos (incluindo o Novo e o Velho Testamentos) conhecidos até o séc. XV D.C., somente um tinha o Novo Testamento completo e nenhum continha a Bíblia completa como a conhecemos hoje. Dos 5.366 manuscritos bíblicos gregos (de onde nossas Bíblias foram copiadas) conhecidos atualmente, só 34 possuem a Bíblia inteira (menos de 1%) e todos estes só foram escritos depois do ano 1000 D.C.

A Bíblia, como hoje está compilada - um conjunto de livros reunidos em um só volume - só foi possível graças à invenção da imprensa pelo alemão Gutemberg, que a imprimiu pela primeira vez, em latim, em 1455. Os manuscritos bíblicos não eram divididos em capítulos até 1227 d.C., quando o professor Sthepen Langton os criou, e não apresentava versículos até ser assim dividida em 1551 por Robert Stephanus.

Eusébio Sofrônio Jerônimo (conhecido como São Jerônimo pelos católicos) traduziu a Bíblia diretamente do hebraico, aramaico e grego para o latim, criando a Vulgata. No Concílio de Trento em 1542, essa versão traduzida foi estabelecida como versão oficial da Bíblia para a Igreja Católica. Em meados do século XIV o teólogo John Wyclif realizou a tradução da Bíblia para o inglês. Após a Reforma Protestante a Bíblia recebeu traduções para diversas línguas e passou a ser distribuída sem restrições para as pessoas.

A Vulgata

No sentido corrente, Vulgata é a tradução para o latim da Bíblia, escrita entre fins do século IV início do século V, por São Jerônimo, a pedido do Papa Dâmaso I, que foi usada pela Igreja Católica e ainda é muito respeitada.
Nos seus primeiros séculos, a Igreja serviu-se sobretudo da língua grega. Foi nesta língua que foi escrito todo o Novo Testamento, incluindo a Carta aos Romanos, de São Paulo, bem como muitos escritos cristãos de séculos seguintes.
No século IV, a situação já havia mudado, e é então que o importante biblista São Jerônimo traduz pelo menos o Antigo Testamento para o latim e revê a Vetus Latina.
A Vulgata foi a primeira, e por séculos a única, versão da Bíblia que verteu o Velho Testamento diretamente do hebraico e não da tradução grega conhecida como Septuaginta. No Novo Testamento, São Jerônimo selecionou e revisou textos. Ele inicialmente não considerou canônicos os sete livros, chamados por católicos e ortodoxos de deuterocanônicos. Porém, seus trabalhos posteriores mostram sua mudança de conceito, pelo menos a respeito dos livros de Judite, Sabedoria de Salomão e o Eclesiástico (ou Sabedoria de Sirac), conforme atestamos em suas últimas cartas a Rufino. Chama-se, pois, Vulgata a esta versão latina da Bíblia que foi usada pela Igreja Católica Romana durante muitos séculos, e ainda hoje é fonte para diversas traduções.
A denominação Vulgata consolidou-se na primeira metade do século XVI, sobretudo a partir da edição da Bíblia de 1532, tendo sido definitivamente consagrada pelo Concílio de Trento, em 1546. O Concílio estabeleceu um texto único para a Vulgata a partir de vários manuscritos existentes, o qual foi oficializado como a Bíblia oficial da Igreja e ficou conhecido como Vulgata Clementina.

Septuaginta

Septuaginta é o nome da versão da Bíblia hebraica para o grego koiné, traduzida em etapas entre o terceiro e o primeiro século a.C. em Alexandria.
Dentre outras tantas, é a mais antiga tradução da bíblia hebraica para o grego, língua franca do Mediterrâneo oriental pelo tempo deAlexandre, o Grande.
A tradução ficou conhecida como a Versão dos Setenta (ou Septuaginta, palavra latina que significa setenta, ou ainda LXX), pois setenta e dois rabinos (seis de cada uma das doze tribos) trabalharam nela e, segundo a história, teriam completado a tradução em setenta e dois dias.
A Septuaginta foi usada como base para diversas traduções da Bíblia.
A Septuaginta inclui alguns livros não encontrados na bíblia hebraica. Muitas bíblias da Reforma seguem o cânone judaico e excluem estes livros adicionais. Entretanto, católicos romanos incluem alguns destes livros em seu cânon e as Igrejas ortodoxas usam todos os livros conforme a Septuaginta. Anglicanos, assim como a Igreja oriental, usam todos os livros exceto o Salmo 151, e a bíblia do rei Jaime em sua versão autorizada inclui estes livros adicionais em uma parte separada chamada de Apocrypha.

Versão do Rei Tiago (King James Version)

A Bíblia do rei James (em português Jaime ou Tiago), também conhecida como Versão do rei James ou Bíblia KJV (em inglês: Authorized King James Version, Versão Autorizada do rei Jaime), é uma tradução inglesa da bíblia realizada em benefício da Igreja Anglicana, sob ordens do rei James I (Jaime I). A primeira publicação data de 1611, causou um profundo impacto não apenas nas traduções inglesas posteriores, mas na literatura inglesa como um todo. 

Versão Almeida Revista e Atualizada

Almeida Revista e Atualizada é como é conhecida a versão da tradução da Bíblia de João Ferreira de Almeida publicada em 1959 pela Sociedade Bíblica do Brasil. Uma das mais usadas pelos protestantes brasileiros, foi o resultado de treze anos de trabalho de cerca de trinta revisores, baseando-se no chamado Texto Crítico do originais grego e hebraico, em vez de seguir o tradicional Textus Receptus ("texto recebido"), único à disposição na época de Almeida. Quanto à linguagem, procurou-se um equilíbrio entre a linguagem erudita e a popular.
Em 1993, passou por nova revisão, conhecida como "Edição de 1993", eliminando expressões e palavras consideradas antiquadas ou confusas. Por exemplo, o nome próprio Cão, de um dos filhos de Noé, foi mudado para Cam.
Apesar de ser considerada baseada no texto de Almeida, apresenta-se como uma nova e muito diferente tradução. Ela mantém o sabor clássico do Almeida antigo, mas substituiu as expressões que, em vez de sinais de erudição, se tornaram, com o tempo, arcaísmos, estando em alinhamento com novas evidências arqueológicas, evidências estas refletidas no Texto Crítico, diferindo, assim, da Almeida Revista e Corrigida, que se atém aos manuscritos disponíveis no tempo de Almeida.
A versão Revista e Atualizada é a mais usada entre os protestantes brasileiros, e no tocante ao Novo Testamento, recebeu recomendação oficial da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), organismo ligado à Igreja Católica. Entretanto, tal recomendação, sem o reconhecimento da Santa Sé, representa apenas mera declaração pastoral, não vinculativa para os fiéis católicos, nem mesmo para os bispos individualmente considerados. Considere-se ainda que a CNBB possui sua própria tradução da Bíblia Sagrada, contendo o Antigo e o Novo Testamento, tida como "de referência para a Igreja Católica no Brasil"

A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias utiliza a Versão João Ferreira de Almeida da Bíblia – da Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil, Edição Corrigida e Revisada, Fiel ao Texto Original.

Continuando Sobre Apocalipse 22:18-19

Se aquela escritura de Apocalipse tivesse a aplicação geral e o entendimento distorcido como desejam alguns, tanto judeus, quanto cristãos estariam em uma situação irremediavelmente complicada.

Moisés, ainda no Velho Testamento, enfaticamente declarou: “Agora, pois, ó Israel, ouve os estatutos e os preceitos que eu vos ensino, para os observardes, a fim de que vivais, e entreis e possuais a terra que o Senhor Deus de vossos pais vos dá. Não acrescentareis à palavra que vos mando, nem diminuireis dela, para que guardeis os mandamentos do Senhor vosso Deus, que eu vos mando” (Deut. 4:1-2).

Assim, se o mesmo presunçoso raciocínio aplicado para Apoc. 22:18-19 fosse usado aqui, as palavras de Moisés escritas no livro de Deuteronômio, seu último livro, fariam com que os judeus que aceitassem os escritos posteriores a Moisés, como por exemplo, Isaías, Jeremias e Ezequiel, dentre outros e, os cristãos que escreveram séculos depois o Novo Testamento ficassem em clara violação à ordem de Deus.

Mas, obviamente Moisés - assim como João - estava referindo-se a uma revelação específica, ao seu livro, o de Deuteronômio e, não a uma pretensa advertência de que novas revelações (escrituras) não pudessem ser recebidas. Como João, Moisés advertia contra alterar o que ele tinha escrito e não sobre uma restrição geral contra não poder receber novas escrituras adicionais da parte de Deus.

Em Provébios 30:5-6 diz algo semelhante: Toda a Palavra de Deus é pura; escudo é para os que confiam nele. Nada acrescentes às suas palavras, para que não te repreenda e sejas achado mentiroso. 

Desde que a Igreja nem acresceu, nem retirou nada do Apocalipse, a referida passagem de Apoc. 22:18-19 não pode dar nenhum suporte ao objetivo de denegrir o Livro de Mórmon.

A questão central, portanto, não são os “acréscimos” ou “retiradas” à palavra de Deus, mas se isto é ou não autorizado por Ele. Não desejo demonstrar com isso, que o Livro de Mórmon seja verdadeiro - o Espírito Santo, pode fazê-lo - mas, demonstrar claramente que os argumentos para desmerecê-lo não resistem à mesma exposição ou raciocínio quanto aos livros da Bíblia, que até onde sabemos são autênticos e inspirados.

Os antimórmons geralmente os autores distorcem a verdade ao afirmar que os membros da Igreja não dão importância à Bíblia e acreditam que esta está "repleta de erros". De fato há alguns erros, contradições e omissões, mas isto não tira o caráter inspirado da Bíblia, sendo tais discrepâncias admitida às fragilidades humanas de autores e tradutores. Dos quatro anos do currículo do estudo do evangelho nas classes de Instituto, Seminário e Escola Dominical, dois anos são reservados à Bíblia, um ao Livro de Mórmon e outro à História da Igreja e Doutrina & Convênios. Além disso, se alguém tiver dúvidas, recentemente um Apóstolo da Igreja, Elder Ballard, falou especificamente em uma conferência geral sobre a suma importância da Bíblia na vida dos Santos dos Últimos Dias no discurso intitulado "O Milagre da Bíblia Sagrada".


Além disso, os mórmons (santos dos últimos dias) foram classificados, numa recente pesquisa, como os cristãos que mais tem conhecimento sobre a Bíblia. Podem ler sobre isso nestes posts: murilovisck.blogspot.com/2011/02/conhecimento-religioso-nos-eua-mormons e murilovisck.blogspot.com/2010/10/pesquisa-santos-dos-ultimos-dias-sud.

Exortação do Livro de Mórmon

Existe uma exortação profética continda no Livro de Mórmon sobre o assunto, em 2 Néfi 29:

6 Tu, néscio, que dirás: Uma Bíblia, temos uma Bíblia e não necessitamos de mais Bíblia! Teríeis obtido uma Bíblia, se não fosse pelos judeus?

7 Não sabeis que há mais de uma nação? Não sabeis que eu, o Senhor vosso Deus, criei todos os homens e que me lembro dos que estão nas ilhas do mar? E que governo nas alturas dos céus e embaixo, na Terra; e revelo minha palavra aos filhos dos homens, sim, a todas as nações da Terra?
  8 Por que murmurais por receberdes mais palavras minhas? Não sabeis que o depoimento de duas nações é um testemunho a vós de que eu sou Deus, de que me recordo tanto de uma como de outra nação? Portanto digo as mesmas palavras, tanto a uma nação como a outra. E quando as duas nações caminharem juntas, os testemunhos das duas nações também caminharão juntos.
  9 E isto eu faço para provar a muitos que sou o mesmo ontem, hoje e para sempre; e que pronuncio minhas palavras segundo minha própria vontade. E porque eu disse uma palavra não deveis supor que não possa dizer outras; pois meu trabalho ainda não está terminado nem estará até o fim do homem nem desde aí para sempre.
  10 Portanto porque tendes uma Bíblia não deveis supor que ela contenha todas as palavras minhas; nem deveis supor que eu não fiz com que se escrevesse mais.


Lembrem-se da exortação de Pedro:
E temos, mui firme, a palavra dos profetas, à qual bem fazeis em estar atentos, como a uma luz que alumia em lugar escuro, até que o dia amanheça, e a estrela da alva apareça em vossos corações.
Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação.
Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo. 
2 Pedro 1:19-21

E finalizando, digo o mesmo que o Apóstolo Paulo disse aos perseguidores:

Mas confesso-te isto que, conforme aquele caminho que chamam seita, assim sirvo ao Deus de nossos pais, crendo tudo quanto está escrito na lei e nos profetas
Atos 24:14

Fonte:  

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

CONSIDERAÇÕES SOBRE O APOCALIPSE - Saiba Mais Sobre o Escritor SUD Lucas Guerreiro e Seu Livro


O livro do Apocalipse é um livro selado para a maioria dos leitores da Bíblia. Reputado como misterioso e indecifrável, esse livro incrível fala do plano de Salvação e convida todos à achegarem-se à Cristo. 

Com isso em mente, Lucas Moura Lopes Guerreiro, fez um um estudo aprofundado sobre as considerações, teofanias e revelações do apóstolo amado, enquanto isolado na ilha de Patmos. E neste estudo, que durou quase um ano, finalmente tornou-se no Livro "CONSIDERAÇÕES SOBRE O APOCALIPSE".

Que é Lucas Guerreiro?

É um santo dos últimos dias de São Paulo. O mais velho de seis filhos. Seus pais são missionários retornados e, segundo ele, isso é motivo de grande orgulho para sua família, tendo ele nascido no convênio. Ele serviu como missionário por dois anos em Curitiba. Seus dois presidentes de missão foram:  Presidente Webster e Presidente Araújo. Ele disse: "Amo o evangelho, tenho um testemunho de Cristo como Redentor e Salvador do mundo." Ele serve como professor da Escola Dominical na classe de Adultos. É estudante de direito na Universidade São Judas Tadeu e trabalha numa empresa de Softwares. Lucas já serviu como instrutor do CMT - Centro de Treinamento Missionários de São Paulo. 

Lucas Guerreiro relatou em seu blog: 
Há muitas razões porque desejei publicar um livro, em vez de divulgar meus estudos por este blog, por exemplo. Uma delas é que há pouco material SUD impresso sobre Apocalipse disponível no Brasil. Nos Estados Unidos, todos sabem, a literatura da Igreja é bem ampla. Mas aqui temos poucos livros e estudos. O material do SEI e da Igreja - seus manuais e guias - e as preciosas obras-padrão e A Liahonas, são recursos maravilhosos. Entretanto, ainda assim, acredito que "não há limites para fazer livros" (Eclesiastes 12:12). Há temas, por exemplo, que a literatura disponível no Brasil não trata - ou que é muito "pobre" em conteúdo.
Estou feliz com essa obra. Aprendi muito ao estudar Apocalipse. Acho que o resultado foi bom. E acho também que poderá ajudar outros.
Leia abaixo a Entrevista com o escritor Lucas Guerreiro:
Porque decidiu escrever um livro – especificamente um livro sobre Apocalipse?


Tenho mantido um diário de estudo das escrituras desde antes da missão. O habito de escrever pensamentos e considerações me ajudaram a desenvolver a vontade de ser escritor. Há cerca de um ano atrás decidi estudar diligentemente o livro de Apocalipse, com a intenção de publicar um livro no ano de 2011, com o resultado deste estudo. Eu quis escrever sobre Apocalipse, porque muitas pessoas, inclusive alguns membros da Igreja, consideram o último livro do Novo Testamento como um livro misterioso e indecifrável. Entretanto, Joseph Smith disse que Apocalipse é um dos livros mais claros já escritos! Claro, ele era Joseph... E nós somos nós! Mas aprendi que se eu pudesse obter uma porção do Espírito Santo poderia entender a mensagem de João e compreender o livro de apocalipse tão bem quanto se possa compreender um livro de escrituras. E poderia também ajudar outros a verem que Apocalipse não é um livro selado – e sim um livro maravilhoso, verdadeiro e especial.

O que você tem a dizer sobre o Apocalipse da Bíblia, depois de publicar seu livro?

É um livro fantástico! O objetivo de João, o autor de Apocalipse, é convidar as pessoas para mais perto de Cristo. Essa perspectiva ajuda muito a compreensão do livro. Apocalipse é um livro simbólico. Acho que todos sabem isso. Por isso não é um livro que você lê corriqueiramente. É um livro que precisa de atenção e diligência. Na realidade, não dá para entender Apocalipse sem o Espírito de Deus. E para se ter a companhia do Espírito Santo é necessário oração, jejum, retidão e cumprimento dos mandamentos.

Porque você escreveu um livro sobre o evangelho, se a Igreja já oferece tantos manuais, guias e recursos para o estudo do evangelho?

No Brasil há poucos escritores SUD que escrevem sobre o evangelho. Na verdade conheço apenas um, de Curitiba. Nos Estados Unidos - todos sabem - há uma vasta literatura mórmon em inglês. Muitos dos livros não são traduzidos para o português. Os manuais da Igreja são excelentes. Eu li e reli todos. Os do SEI, os da Escola dominical e os recursos de Internet são todos muito bons – mas ainda assim acredito que “não há limites para livros” (Eclesiastes 12:12). Além disso, há certos tópicos e pontos doutrinários que, apesar de todos os recursos que possuímos, carecem de uma explicação mais detalhada e especifica.

Você pode nos dar um pequeno exemplo?

Por exemplo, você vai achar nos manuais da Igreja comentários sobre as sete cartas de João (Apocalipse 2-3), mas não uma explicação mais aprofundada do significado das promessas de exaltação feitas pelo Senhor Jesus Cristo aos santos, no final de cada carta. Explico em meu livro, por exemplo, o que significa o maná escondido, o que significa reger as nações com vara de ferro, etc.

Então seu livro fala das famigeradas doutrinas profundas?

Não gosto desta expressão “doutrina profunda”. Não é adequada por muitas razões. No livro inclusive sugiro que há diferenças entre os mistérios de Deus e as doutrinas profundas. Os mistérios de Deus só são conhecidos por revelação. A doutrina profunda é encontrada por especulação. Não é fácil conhecer os mistérios de Deus – há necessidade de limpeza de mãos e pureza de coração (tanto as obras da fé quanto as intenções do coração devem ser justas).
É razoavelmente fácil desvendar-se as doutrinas profundas – basta curiosidade, imaginação e extremo anseio por uma passagem obscura. Os mistérios de Deus edificam (D&C 6:11), as doutrinas profundas causam contendas e divergências de opiniões (Helamã 11:22-23). Os mistérios de Deus emanam, como o próprio nome sugere - de Deus. Mas as doutrinas profundas são quase sempre meias-verdades – escrituras puras corrompidas com filosofias de homens.

Quais são algumas vantagens de seu livro? Quero dizer, como ele pode contribuir para o estudo pessoal do livro de Apocalipse?

Fiz um comentário de cada versículo de Apocalipse. No livro há tabelas que facilitam a compreensão dos símbolos do evangelho. Há perguntas de aplicação no final do livro, para que Apocalipse se torne parte da vida dos leitores.

Para que publico seu livro é direcionado?

Essa é uma pergunta boa. Embora talvez a resposta não seja tão plausível. Escrevi meu livro para membros da Igreja que gostam de estudar o evangelho. Todos, evidentemente podem lê-lo, mas não me preocupei em explicar termos e expressões que os santos dos últimos dias usam – tais como “testemunho”, “selamento” e “converso”.

Onde as pessoas podem comprar seu livro?

Por enquanto apenas pela internet ou falando diretamente comigo. O link é: www.agbook.com.br


Se quiser saber mais sobre Lucas Guerreiro acesse: lucasmormon.blogspot.com

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Este Dia na História da Igreja SUD - 29 de Setembro


Bo Gustafsson

29 de setembro de 1857— O General Daniel H. Wells parte de Salt Lake City para estabelecer uma base militar em Echo Canyon num esforço de defender Utah contra o exército do Colonel Albert Sidney Johnston que se aproxima para dar cabo a uma rebelião inexistente.


29 de setembro de 1954— Nasce em Skee, na Suécia, Bo Gustafsson, que mais tarde ganhará a medalha de prata da caminhada de 50 quilômetros nas Olimpíadas de 1984 em Los Angeles.


29 de setembro de 1979— A Igreja publica a edição SUD da Bíblia, versão do Rei James, que inclui o guia de estudo, dicionário bíblico e ampliadas notas de rodapé.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Novo Set de Filmagem que ajudará a retratar a vida de Jesus Cristo



Localizada a cerca de 90 quilómetros de Salt Lake City, a antiga “Jerusalém” está quase pronta.

Trata-se de uma réplica da antiga cidade bíblica, erigida com todo o rigor e pormenor, num terreno com três hectares e que pelas suas características se assemelha bastante à Palestina, com zona de deserto, um rio que se poderá assemelhar ao Rio Jordão e até uma colina que poderá comparar-se ao Jardim do Getsemani.

É aqui, a pouca distância dos Estúdios Cinematográficos da Igreja SUD que os trabalhos de construção tem vindo a ser levados a efeito, de forma que o material erigido não seja do tipo “descartável” mas que o mesmo venha a ter um período de vida útil que se aponta para duas dezenas de anos.

Este equipamento, que pode ser modificado e adaptado a cenas diversas, destina-se à produção de vários filmes bíblicos sobre a Vida de Jesus Cristo, bem como a produções de passagens de O Livro de Mórmon, trabalhos estes que se destinam à Escola Dominical SUD, a serem exibidos nos Centros de Visitantes da Igreja, no programa Missionário e a outros destinos.

Os trabalhos prosseguem a bom ritmo e está agendado serem dados por concluídos em Novembro deste ano de 2011, sendo os seus custos muito menores do que se gastaria se as produções cinematográficas a levar a efeito fossem realizadas em Israel.


Vejam como vão as obras:



Fonte: newsroom.lds.org
Colaboração:lugarmormon.blogspot.com

sábado, 14 de agosto de 2010

DEUS FALA A SEUS FILHOS POR ALGUM OUTRO MEIO QUE NÃO ATRAVÉS DA BÍBLIA?



Como afirmado anteriormente A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias acredita na Bíblia como sendo a palavra de Deus. Os Santos amam e estudam a Bíblia e procuram viver de acordo com seus ensinamentos. Mas eles, entretanto, não acreditam que a Bíblia contém todas as palavras de Deus a seu povo de todos os tempos.


Joseph Smith amava a Bíblia. Foi através de ponderar certos versículos na epístola de Tiago que ele se sentiu estimulado a chamar por Deus em oração. A maioria de seus sermões, escritos, e cartas estão cheios de citações e resumos de passagens e preceitos bíblicos. Certa vez ele afirmou que alguém pode "ver o próprio manuscrito de Deus no sagrado volume: e aquele que o lê mais freqüentemente mais o apreciará."

A nona Regra de Fé de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias declara: "Cremos em tudo que Deus tem revelado, em tudo que Ele revela agora, e acreditamos que Ele ainda revelará muitas grandes e importantes coisas pertencentes ao Reino de Deus". Para os Santos dos Últimos Dias, o que Deus tem revelado inclui a Bíblia, o Livro de Mórmon, Doutrina e Convênios, e Pérola de Grande Valor. O que ele revela agora é atual e contínua instrução inspirada concedida através daqueles que foram chamados para guiar Sua Igreja e Reino na terra, apóstolos e profetas (v. D&C 68:1-4). E o que ele ainda revelará inclui o que no futuro fará conhecido através de seus líderes.

Outras Escrituras

A Bíblia é um dos livros entre os livros padrão Santo dos Últimos Dias, e assim doutrinas e práticas dos Santos estão em harmonia com a Bíblia. Há ocasiões, naturalmente, quando as revelações dos últimos dias esclarecem ou magnificam o significado pretendido na Bíblia. Mas acrescer o cânone não é o mesmo que rejeitar o cânone. Suplementar não é o mesmo que contradizer. Todos os profetas, e o próprio Salvador, trouxe nova luz e conhecimento ao mundo; em muitos casos, novas escrituras foram dadas como resultado de seus ministérios. Aquela nova escritura não invalidou o que foi dito antes, nem tão pouco fechou a porta para revelações subsequentes. Acreditar em outras escrituras não anula a crença dos Santos na Bíblia. Assim como Isaías pôde juntar suas profecias aos livros de Moisés, tal como as cartas de Pedro complementam os escritos de Paulo, Joseph Smith pode juntar sua voz como escritura à de Elias, Jeremias, e João - em cada caso em nada diminuindo a fé nas escrituras anteriores.

Da mesma maneira, acreditar que o Livro de Mórmon também contém a palavra de Deus não invalida a crença dos Santos nas doutrinas encontradas na Bíblia. Os Santos acreditam que ambos os livros de escritura se complementam, de todas as formas possíveis. Eles lêem Ezequiel 37:15-17 como uma profecia bíblica declarando que os dois livros sagrados se tornariam um nas mãos dos justos nos últimos dias. As palavras do Presidente da Igreja, Heber J. Grant ilustra a perspectiva Santo dos Últimos Dias quanto a Bíblia: "Toda a minha vida tem sido um encontrar provas adicionais de que a Bíblia é o Livro dos livros, e que o Livro de Mórmon é a maior testemunha da veracidade da Bíblia que jamais foi publicada."

Os Santos concordam que o cânone bíblico está fechado - que nenhum novo livro deve vir a se tornar parte da Bíblia. Isso não significa, entretanto, que todas as escrituras estão fechadas ou que Deus, que abre e fecha os céus, não pode ou não continuará a revelar Sua vontade.

Por que mais Escrituras?

Existe muita necessidade de revelação além da Bíblia. Uma das razões é que muitos fatos permanecem sem registro no Novo Testamento. Por exemplo, no Monte da Transfiguração e por quarenta dias depois da ressurreição, Jesus instruiu seus apóstolos (v. Mateus 17:1-13; Atos 1:1-3). Embora a Bíblia silencie sobre esse acontecimento durante esses eventos, as revelações Santo dos Últimos Dias esclarecem que Jesus ensinou seus apóstolos importantes princípios, conferiu-lhes a autoridade do sacerdócio, e investiu-lhes com dons espirituais nessas ocasiões. Do mesmo modo, o Evangelho de João registra que Jesus disse aos judeus que ele tinha "outras ovelhas" além deles e que essas outras ovelhas também "ouviriam" Sua voz (v. João 10:16). O Livro de Mormon revela como essas palavras de Jesus foram literalmente cumpridas. (v. 3Nefi 15:11-24; 16:1-3).

Além disso, as revelações Santo dos Últimos Dias proporcionam respostas para questões práticas e doutrinais que surgem do texto bíblico. Muitos exames que fazemos da Bíblia podem levar- nos a ponderar sobre assuntos tais como a natureza de Deus, o propósito da vida, as leis sobre casamento e divórcio, e as possibilidades de arrependimento e salvação depois da morte. Respostas completas para tais questões não são sempre encontradas na Bíblia apenas. Sem revelação adicional, as respostas para estas e muitas outras questões parecidas que têm sido feitas através dos anos permanecem insatisfeitas. E mais, os Santos dos Últimos Dias constatam que a historia não tem sempre sido gentil com os registros da cristandade. Certas coisas claras e preciosas foram perdidas. Por exemplo, o apóstolo Paulo escreveu outras cartas que não mais existem (v.1 Corintios 5:9, Efésios 3:3), e é crença mundial que Mateus, Marcos e Lucas podem ter se valido de fontes documentais anteriores, agora perdidos, e que podem ter usado quando escreveram seus Evangelhos. Os Santos admitem que esses registros perdidos seriam de grande valor para todos os Coríntios. Essas perdas podem ser atribuídas, pelo menos em parte, aos problemas de apostasia e dissidências descritas no próprio Novo Testamento (v. Atos 20:29; 1 Coríntios 11:18; 2 Tessalonissences 2:29). Os Santos acreditam que pelo menos algumas dessas perdas foram compensadas pela palavra de Deus contida nas escrituras trazidas à luz nestes últimos dias. No Livro de Mórmon, ao povo conhecido como Nefitas, o Senhor disse:

"E porque minhas palavra hão de silvar - muitos dos gentios clamarão: Uma Bíblia, Uma Bíblia! Temos uma Bíblia e não pode haver qualquer outra Bíblia.

"Tu, néscio, que dirás: Uma Bíblia, temos uma Bíblia e não necessitamos de mais Bíblia! Teríeis obtido uma Bíblia , se não fosse pelos judeus?

"Não sabeis que há mais de uma nação? Não sabeis que eu, o Senhor vosso Deus, criei todos os homens e que me lembro dos que estão nas ilhas do mar? E que governo nas alturas dos céus e em baixo na terra; e revelo minhas palavras aos filhos dos homens, sim, a todas as nações da terra?

"Por que murmurais por receberdes mais palavras minhas? Não sabeis que o depoimento de duas nações é um testemunho a vós de que Eu sou Deus, de que me recordo tanto de uma como de outra nação? Portanto digo as mesmas palavras, tanto a uma nação como a outra. E quando as duas nações caminharem juntas, os testemunhos das duas nações também caminharão juntos.

"E isto eu faço para provar a muitos que sou o mesmo ontem, hoje e para sempre; e que pronuncio minhas palavras segundo minha própria vontade. E porque eu disse uma palavra não deveis supor que não possa dizer outras; pois meu trabalho ainda não está terminado e nem estará até o fim do homem, nem desde aí para sempre." (2 Nefi 29:3, 6, 7-9).


Revelação Contínua

A necessidade de revelação contínua em nossos dias foi ensinada pelo presidente da Igreja dos Santos dos Últimos Dias, John Taylor:

"Necessitamos de uma árvore viva-uma fonte viva-uma inteligência viva, procedente do sacerdócio vivo dos céus, através do sacerdócio vivo na terra...

E do tempo em que Adão primeiro recebeu uma comunicação de Deus, até o tempo em que João, na ilha de Patmos, recebeu sua revelação, ou Joseph Smith viu os céus abertos, sempre foi necessário novas revelações, adaptadas às circunstâncias peculiares em que as igrejas ou indivíduos estivessem localizados. As revelações dadas a Adão não instruíram Noé como construir sua arca; nem as revelações de Noé disseram a Ló que abandonasse Sodoma; nem qualquer dessas revelações falou do êxodo dos filhos de Israel do Egito. Todos eles tiveram revelações para si próprios, e assim foi com Isaias, Jeremias, Ezequiel, Jesus, Pedro, Paulo, João, e Joseph. E assim deve ser, ou faremos o barco naufragar.

Aqueles que apelam para Apocalipse 22:18-19 como prova de que não haverá qualquer revelação além da Bíblia deve ter em mente que aqueles versículos não podiam referir-se à Bíblia propriamente dita, porque a Bíblia como a temos hoje não havia sido compilada ainda quando João o Revelador escreveu essas palavras. Ao contrário, João estava a proclamar um eterno princípio de que nenhum mortal não-inspirado podia "acrescentar" ou "suprimir" as revelações de Deus; tais revelações são para serem aceitas e obedecidas tal como recebidas. Esse mesmo princípio foi ensinado em Deuteronômio 4:2, 3Nefi 11:40, e Doutrina e Convênios 20:35.

Deus ama a todos os seus filhos e não os deixa sem liderança. Em acréscimo às revelações canônicas oficiais conhecidas como escrituras, os Santos dos Últimos Dias acreditam que Deus proporcionou a cada indivíduo um meio através do qual Sua vontade possa ser conhecida. Existe um "poder de Deus" chamado a "luz de Cristo" "que procede da presença de Deus e que enche a imensidão do espaço" (D&C 88:7, 12, 13). Esse poder "dá luz a todo homem que vem a este mundo" e "ilumina cada homem... que dá ouvidos a ela" (D&C 84:46). A promessa é que qualquer que ouvir e obedecer a inspiração desse poder será levado até Deus e eventualmente à plenitude do Evangelho de Jesus Cristo (v. D&C 84:47-48; Moroni 7:16-20). Consequentemente, àqueles que se arrependem e são batizados será dado um dom adicional - o dom do Espírito Santo. Esse dom pode conceder revelação pessoal tal como todos os outros dons maravilhosos do Espírito de que falam as escrituras.

Se qualquer pessoa quiser saber se saber sobre a veracidade tanto da Bíblia, quanto do Livro de Mórmom ou quaisquer outras escrituras, deverá ler, ponderar e orar a Deus perguntando à Ele se estes escritos são verdadeiros. E Ele revelará sua verdade.


Tiago 1:5 e 6

5 E, se algum de vós tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e não o lança em rosto; e ser-lhe-á dada.
6 Peça-a, porém, com fé, não duvidando; porque o que duvida é semelhante à onda do mar, que é levada pelo vento e lançada de uma para outra parte.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

OS SANTOS DOS ÚLTIMOS DIAS ACREDITAM NA BÍBLIA E NO CRISTIANISMO DA BÍBLIA?


A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos dias aceita e honra a Bíblia como a palavra de Deus. Os Santos dos Últimos Dias entesouram seus registros inspirados da vida do Salvador e de seu ministério terreno. Lêem a Bíblia regularmente e aceitam ambos o Velho e o Novo Testamentos juntamente com os livros padrão da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias e crêem e procuram viver de acordo com a mesma religião que existia na igreja estabelecida há dois mil anos atrás por Jesus Cristo. Acreditam que a Igreja dos Santos dos Últimos Dias é a restauração daquela Igreja de Cristo, restaurada pelo Salvador pessoalmente. Eles acreditam que ela ensina todas as doutrinas, promove as virtudes, participam das ordenanças essenciais (sacramentos), e está organizada de acordo com os princípios ensinados por Jesus e seus apóstolos no Novo Testamento. Por que os Santos dos Últimos Dias acreditam na Bíblia? Existem várias respostas para essa pergunta. Eles amam a Bíblia pelo que ela representa. Ela é uma testemunha divina de Jesus Cristo, o Filho de Deus. Ela contém as palavras dos profetas que falaram da vinda e do sacrifício expiatório. Ela registra os ensinamentos, doutrinas, leis, ordenanças e convênios dados por Deus ao povo através de muitos séculos. Os mórmons também acreditam na Bíblia porque o Livro de Mórmon e outras revelações modernas afirmam que ela é verdadeira. (v. Mórmon 7:9; D&C 20:11).

Interpretação

Os Santos dos Últimos Dias acreditam que ser guiados pelo Espírito Santo é necessário de modo a poderem compreender corretamente as escrituras. Esse requisito aplica-se igualmente à Bíblia, ao Livro de Mórmon e às revelações modernas. Todas as igrejas cristãs que crêem na Bíblia, se Católica, Ortodoxa, Protestante, Evangélica ou Santo dos Últimos Dias interpretam o texto bíblico diferentemente. Ao interpretarem a Bíblia, algumas igrejas confiam cegamente na tradição; outras vão pela lógica, semântica, filosofia, teoria, ou história. Os membros da Igreja Restaurada acreditam que a verdade pode ser encontrada em todas as religiões do mundo, mas que Deus chamou profetas modernos a começar por Joseph Smith e deu-lhes revelações para ajudar o povo a compreender Suas palavras encontradas na Bíblia e em outros escritos sagrados. Ao interpretar a Bíblia, os Santos dos Últimos Dias buscam confiar primeiramente no Espírito Santo e no espírito de profecia e revelação.

Os Santos dos Últimos Dias reconhecem que a Bíblia deve ser traduzida corretamente de modo a ser compreendida apropriadamente em nossos dias, pois Jesus não falou Inglês, quer moderno ou Elizabetano, ou qualquer das outras línguas encontradas popularmente hoje nas traduções da Bíblia. Esse reconhecimento, entretanto, não impede os Santos de acreditarem na Bíblia, pois inspiração divina proverá novamente respostas para as situações importantes. Conquanto a Tradução da Bíblia feita por Joseph Smith afirma e adota a maior parte dos escritos tradicionais da versão do Rei Tiago, ela também restaura explicações e nuanças de seu significado.

O Uso da Bíblia

Algumas pessoas não sabem quão profunda é a influência da Bíblia na fé dos Santos dos Últimos Dias e em seu modo de vida. Por exemplo, os Santos acreditam na divindade de Cristo, no milagre de sua graça tal como ensinado por Paulo (v. Efésios 2:8-10; 2Néfi 25:23), a necessidade de obras como ensinado por Tiago (v.Tiago 2:19-20; Alma 9:28), a majestade do amor como testemunhado por João (v.1 João 3:1-2; Moroni 7:45-48), a ressurreição dos mortos através do Senhor Jesus Cristo (v. 1 Coríntios 15; Helamã 14:15-18), e muitas outras doutrinas que são ensinadas na Bíblia. Muito do texto usado nas Regras de Fé dos Santos dos Últimos Dias foi baseado nas palavras do apóstolo Paulo e outros textos do Novo Testamento. Várias revelações recebidas pelo profeta Joseph Smith foram ditadas pelo seu desejo de compreender o significado de passagens na Bíblia. Por exemplo, depois de ler João 5:29, Joseph Smith perguntou ao Senhor com relação à Sua referência à "ressurreição dos injustos" e em resposta Joseph recebeu a resplandecente revelação dos três graus de glória no mundo vindouro (v. D&C 76).

A organização de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias segue o modelo encontrado no Novo Testamento. A Igreja é dirigida por "Apóstolos e profetas, de que Jesus Cristo é a principal pedra de esquina". (Efésios 2:20), uma presidência de três (compare Pedro, Tiago e João), e quoruns dos setentas para levarem o Evangelho ao mundo (veja Lucas 10:1). Ela também tem outros ofícios tais como Elderes, Bispos, Mestres, Diáconos, Evangelistas, e assim por diante. (v. Efésios 4:11; Filipenses 1:1; 1 Timóteo 5:17; Tito 1:7).

Muitas das ordenanças Santo dos Últimos Dias são encontradas na Bíblia. Os Santos praticam as ordenanças do Novo Testamento-batismo por imersão na água dos conversos (v. João 3:23; D&C 20:73-74), a imposição de mãos para conferir o dom do Espírito Santo (v. Atos 8:14-17; Moroni 2), o sacramento da Ceia do Senhor (v.1 Coríntios 11:23-25; D&C 20:75-79), e a imposição de mãos para concessão do Sacerdócio (v. 1Timótio 4:14; Moroni 3), tal como claramente mencionada mas largamente incompreendida ordenança do batismo a favor das pessoas que morreram (v.1 Coríntios 15:29; D&C 127:28).

Além disso, os Santos pagam o dízimo (v. Malaquias 3:8; Mateus 2323; D&C 119), chamam os élderes para ungir com óleo os doentes em nome do Senhor (v. Tiago 5:14; D&C 42:43-51), e jejuam e oram frequentemente (v.Mateus 6:17-18; Alma 6:6). Até casamento plural ( D&C 132) e o uso comum da propriedade na lei de consagração, que foi praticada por certo período da história mórmon como instruído por Deus (v. D&C 42: 51; 83; 104), encontram paralelos óbvios na Bíblia (v. Gênesis 16:1-3; Deuteronômio 21:15; e Atos 2:44). Em diversas maneiras tais como essas, os Santos demonstram sua crença na Bíblia, não somente por palavras e pensamentos, mas também por obra e ação.

Os Santos dos Últimos Dias crêem em Deus, o Pai Eterno, e em seu Filho Jesus Cristo, e no Espírito Santo (v. Regras de Fé, 1:1). Juntam-se a Paulo e confessam a Deus: "Dando graças ao Pai que nos fêz idôneos para participar da herança dos santos na luz; o qual nos tirou da potestade das trevas e nos transportou para o reino do seu amor; em quem temos a redenção pelo seu sangue, a saber, a remissão dos pecados;". (Colossenses 1:12-14).

Os santos louvam a Deus: "Porque isto é bom e agradável diante de Deus nosso Salvador, que quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade. Porque há um só Deus, e um só mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem; o qual se deu a si mesmo em preço de redenção por todos". (1 Timóteo 2:3-6). Eles saúdam a todo o mundo, na esperança de que "a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, em comunhão com o Espírito Santo", esteja com todos (2 Coríntios 13:14). Tal confissão da Bíblia é inteiramente abraçada pelos Santos.

Os Credos

Os Santos dos Últimos Dias acreditam, entretanto, que os credos dos últimos concílios cristãos não preservam corretamente a doutrina de Deus contida na Bíblia. Os membros da Igreja Restaurada de Jesus Cristo não reconhecem a autoridade desses concílios para editarem fórmulas obrigatórias de doutrina. Além disso, os Santos dos Últimos Dias acreditam que os credos não são consistentes entre si, cada um se afastando mais dos ensinamentos bíblicos e sua doutrina à medida que o tempo passa. O texto mais antigo do Credo da Igreja de Roma (datando do segundo século) é muito simples e está mais próximo da Bíblia. Textos mais recentes, entretanto, afastam-se passo a passo da Bíblia. O Credo Cesariano (perto do fim do terceiro século) e o modelo recebido do Credo dos Apóstolos declara Deus o Pai - ao invés de Jesus Cristo, como ensinado na Bíblia (v. João 1:3; Efésios 3:9; Hebreus 1:2) - como o "Criador de todas as coisas" ou "Criador dos céus e terra". O Credo Niceno ( quarto século ) começou a falar de Jesus como sendo "da substância do Pai" e "de uma substância com o Pai", introduzindo essas expressões não bíblicas nos textos dos credos. Eventualmente, o chamado Credo Atanásio (cerca do sétimo século) acrescentou noções como "um deus em Trindade, uma Trindade em Unidade" e ordenou que para ser salva uma pessoa "tem de pensar desta maneira da Trindade".4

Os Santos dos Últimos Dias consideram que certos aspectos desses textos são não bíblicos e espiritualmente limitativos. Eles - os Santos - preferem o testemunho dado na Bíblia e nas revelações modernas do que as fórmulas moldadas por concílios ou sínodos, por mais astutos que tenham sido.
Related Posts with Thumbnails