O professor e empresário Carlos Wizard Martins dá entrevista ao jornal O Globo e fala de sua conversão À Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. A jornalista Raphaela Ribas, que escreve na coluna de Economia, faz um relato de como está a vida do empresário, que no final do ano passado, vendeu o Grupo Multi Educação, do qual foi fundador.
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quarta-feira, 2 de julho de 2014
quarta-feira, 27 de março de 2013
Mórmons Famosos - Stephenie Meyer dá entrevista ao Jornal O Globo
Em entrevista ao jornal O Globo, Stephenie fala sobre sua nova série ‘The Host’ e, como podia-se esperar, não deixa de citar ‘Crepúsculo.
Confira a reportagem abaixo:
LOS ANGELES - Maquiagem forte, cabelo jogado para o lado, Stephenie Meyer se senta na beira do sofá da suíte do hotel de luxo como se estivesse pronta para sair do local a qualquer momento. Pudera. Em “A hospedeira”, que chega aos cinemas brasileiros na próxima sexta-feira, sob a direção de Andrew Niccol (“Gattaca — experiência genética” e “O show de Truman”), ficam em segundo plano a protagonista Saoirse Ronan, indicada ao Oscar por “Desejo e reparação”, e o veterano William Hurt, que vive o tio da mocinha na adaptação do livro de ficção científica centrado em uma invasão alienígena à Terra num futuro próximo. Todos querem entender a cabeça da dona de casa mórmon do Arizona, mãe de três filhos, uma das maiores best-sellers dos últimos oito anos. Sua série “Crepúsculo” vendeu mais de 100 milhões de exemplares, embalada pelo romance adolescente de Bella Swan e Edward Cullen, vividos na tela grande por Kirsten Stewart e Robert Pattinson. Combinados, os cinco filmes da franquia fizeram, entre 2008 e o ano passado, US$ 3,3 bilhões, um dos maiores sucessos da produção contemporânea de Hollywood. “A hospedeira”, por sua vez, ficou 26 semanas na lista dos mais vendidos do “New York Times”. No Brasil, a saga dos vampiros, lançada pela editora Intrínseca, vendeu quase 6 milhões. E “A hospedeira”, da mesma editora, já passa dos 418 mil livros vendidos.
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quinta-feira, 21 de março de 2013
Tubarão/SC - Jornal Notisul entrevista Presidente da Estaca Tubarão
O Jornal Notisul de Tubarão/SC inicia uma série de entrevistas sobre religião. A primeira foi A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.
A entrevista com o Presidente José Deolíndio da Silva foi veiculada no dia 09 de março e disponibilizamos aqui na íntegra:
Presidente da “Estaca” de Tubarão, José Deolíndio da Silva não é remunerado pelos serviços eclesiásticos que realiza na igreja, assim como todos os outros líderes locais e gerais no mundo inteiro. Ocupa o cargo há quatro anos. É natural de Curitiba, veio transferido pela empresa em que trabalha e chamado para trabalhar na igreja.
Notisul - Como iniciou a religião?
José - A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, que tem suas origens nas regiões ocidentais de Nova Iorque, Estados Unidos, onde nasceu e cresceu Joseph Smith Júnior, camponês e trabalhador braçal iletrado que, no fim da década de 1820, de acordo com a igreja, foi chamado para ser um “profeta de Deus em tempos modernos” e para ser o “tradutor” de O Livro de Mórmon, que, segundo Smith, é a tradução literal das palavras encontradas em um conjunto de placas de ouro que tinham sido enterradas em um bosque perto de sua casa, por um antigo profeta que vivera no continente americano em 400d.C. Em 6 de abril de 1830, Joseph organizou uma igreja, sendo a primeira igreja jurídica, chamada oficialmente “A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias”.
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terça-feira, 22 de janeiro de 2013
Entrevista com Tana, mórmon e esposa de Brandon Flowers do The Killers
Em entrevista ao The Killers Spain, Tana, esposa de Brandon Flowers, fala sobre como é ficar distante do marido durante as turnês, sobre ser mórmon e como é a criação dos três filhos.
Brandon Flowers casou-se com Tana Munblowsky em 2 de agosto de 2005, no Havaí. O casal tem três filhos, o primeiro nascido em 14 de julho 2007 chamado Ammon Richard Flowers, o segundo em 29 de julho de 2009, Gunner Richard Flowers e o terceiro em 9 de março de 2011, Henry Brandon Flowers. Brandon e Tana são membros d'A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (mórmons).
ENTREVISTA:
Seu marido cresceu em uma família mórmon. Qual foi a influência dele na sua conversão e como foi essa experiência?
Não vou dar tanto crédito a ele. Brandon, quando nos conhecemos, tinha 20 anos, e eu também. Ele não ia muito a igreja. É estranho falar de como eu encontrei a igreja, porque é como se tivesse me encontrado. Ao estar junto com a família do Brandon, eu sabia que eles eram Mórmons mas ninguém jogava isso na minha cara. Eu não senti como se tivesse alguma coisa errada em não ser mórmon. Brandon estava em na banda como o guitarrista do The Killers quando nos conhecemos. A banda começou a dar certo, e nós começamos a nos distanciar um pouco. Ainda estávamos namorando quando eu tive esse momento onde eu estava dirigindo e ouvi uma voz "Leia o livro de Mórmon", o que foi estranho porque eu nem estava pensando nisso. Mas eu senti alguma coisa, como se isso fosse uma boa ideia e sentimento. Me pareceu a coisa certa a fazer, tipo, é uma chance - aproveite-a! Então naquela noite, eu pedi o Livro de Mormon para a mãe de Brandon. Ela me deu o que o pai do Brandon iria dar para outra pessoa, então tinha um testemunho escrito dele lá, o que foi interessante de ler. Então comecei a ler o Livro, e eu estava tipo: é isso! Eu sou tão agradecida de ter me convertido, porque os sentimentos que eu tenho ao ler o Livro e as experiências que eu tenho são tão novas. Eu sinto que na minha experiência com a igreja, nós somos todos individuais, e isso é uma das coisas que eu mais acredito. O Pai Celestial soube como me encontrar, e Ele me deu essa chance.
Eu acho tão estranho falar sobre a minha conversão, porque nem sempre faz sentido. Brandon pode dizer, eu era a coisa mais distante possível de uma mórmon. Era como se namorar comigo fosse uma rebeldia contra tudo que ele cresceu aprendendo. Eu cresci em uma família louca. Quando eu conheci Brandon e sua família, pensei 'você tem pais e irmãos e irmãs que passam tempo juntos?' Foi tudo novo. A igreja era nova. Tudo era novo.
Sobre criar seus filhos, você acredita ter bons exemplos? Como você lida com ser mãe?
Eu não imagino ser mãe sem a igreja. Não consigo. Antes de eu ser membro, eu não tinha intenção nenhuma de ter filhos. Não tinha visto famílias darem certo. Tem uma conversa do John Bytheway que eu gosto de ouvir que diz que você tem a habilidade de mudar coisas por gerações. E eu apenas espero fazer isso para meus filhos. Então é muita leitura e orações. Ser mãe é uma benção tão estranha, porque tem vários testes durante todo o dia. É tipo, eu vou ficar brava com isso ou aquilo? Mas ao mesmo tempo, não imagino ter tanta maturidade como pessoa sem ser mãe - espiritualmente e em crescimento. Me dá confiança também. Eu tenho a paz de ser feliz comigo mesma, com as minhas escolhas, com o que eu sou por causa da igreja. Maternidade não é algo que eu tenho que lidar porque se eu continuar no meu caminho, me sinto confortável.
Como você sente que aprendeu seu caminho? Quais sentimentos você tem quando sabe que está no caminho certo?
Eu me sinto confortável. Me sinto feliz, no lugar certo. Eu tenho tendência a ser uma pessoa ansiosa, então, quando me sinto ansiosa, sei que tenho que corrigir alguma coisa. Então pergunto a deus o que é que tem que ser consertado, e penso em tudo que poderia ser. Pode ser algo simples, por exemplo, é muito difícil eu lavar meu rosto lá em cima de manhã porque as crianças estão acordadas - vamos pensar. Então eu lavo meu rosto lá embaixo. Estou sempre pensando em como fazer minhas ações serem mais fáceis e melhores. Eu me sinto estranha por ser tão abençoada de estar em um ponto da minha vida onde eu posso finalmente sentir paz e me sentir calma e não ter tanto caos ao meu redor.
E quando você se sente ansiosa ou sem coragem, o que você acha que te ajuda?
Ah, é difícil. Algumas vezes, eu tenho um problema bem grande de ansiedade. É meio difícil porque é algo médico e eu tenho os sintomas. É difícil de lidar. Antigamente eu iria correr sozinha, mas não tenho babás que viriam tão cedo para cuidar das crianças. Sempre acabo pedindo as respostas em minhas orações. Uma de minhas perguntas é: Eu preciso tomar o remédio agora ou não para conseguir encarar isso?
Depois que tive o Henry, meio que cai e fiquei deprimida. Foi difícil. Deve ser alguma coisa relacionada a ter três filhos em um período tão curto. Eu provavelmente fiz alguma coisa; provavelmente tropecei em algum lugar e soltei um fio do meu cérebro! Então eu estava tendo um período bem difícil encarando tudo isso porque eu sou uma pessoa tipicamente feliz, sociável. Então quando acho que alguma parte de mim está caindo, eu fico estressada, porque eu penso 'espera, isso não é quem eu sou, e não posso ser eu mesma agora porque estou tendo esses sintomas.' Então depois de ter o Henry, eu orei. Sempre acho que as respostas das minhas orações vêm em zigzag; entro em um loop antes de aceitar algo que está um pouco mais claro do que inicialmente. Então meu loop foi eu ir ao médico e tomar remédios, mesmo que eu não goste de tomá-los, porque acho que estou desistindo de alguma coisa. Então pensei: tem que ter algum outro jeito. Comecei a procurar outras soluções e remédios homeopáticos, então agora tomo remédios naturais e bebo chá de ervas. É melhor para mim. Deus sabia que eu não iria em uma loja herbal e dizer "Estou aqui!". Então ele me deu a oportunidade de encontrar a resposta sozinha, o que me levou a me arriscar novamente. É maravilhoso a direção que as coisas tomam. Então basicamente, para lidar com a minha não ansiedade, eu faço perguntas, deixo as coisas seguirem e tento escutar.
Com a sua família constantemente separada, como vocês se mantém unidos?
Isso é difícil. Por exemplo, Ammon fez um presente hoje e tinha a foto do Brandon nele, e Henry de vez em quando fica louco e quer o pai. Ammon fica bem difícil - ele também é ansioso - então foi difícil quando começou na escola. Tinha problemas para se relacionar. Eu as vezes falo sobre a ausência do Brandon para as crianças e digo "Estou com saudades do papai." Então eu tento fazer com que eles saibam que está tudo bem sentir o que eles sentem e dizer isso. É difícil, mas ao mesmo tempo, não posso reclamar. Meu marido tem um bom trabalho. Acho que todos tem esses desafios com o emprego e outras demandas é algo que todos lidam. E eu faço isso por tanto tempo - estar longe dele - que não é mais uma grande coisa. Minha personalidade se dá bem com o tempo longe do meu marido.
Então o que ajuda a lidar com a distância?
Eu não lido muito com o mundo lá fora. Não mexo no computador. Não tenho uma conta no Facebook; meu marido e eu somos claros quanto a não ter Facebook. Eu tenho amizades, mas não busco amizades online. Meu marido é preocupado com a privacidade com seu trabalho, claro, mas eu sei que ele também se preocupa com a gente. Então nós nos preocupamos em manter as amizades que temos ao invés de procurar novas. Temos um círculo bem fechado de pessoas com a gente. Não somos populares, o que ajuda nosso casamento. É mais íntimo pra gente. Não temos amizades que tomam o tempo um do outro. Também, se meu marido não fosse tanto a igreja, eu não estaria casada com ele. Não conseguiria, porque não ficaria casada com um cara em uma banda em turnê ao menos que soubesse no que ele acredita, no que ele fincou os pés. Eu acho que confiar no meu marido e em sua fé e saber, o quão grande é essa fé, definitivamente ajuda. Eu nunca me sinto preocupada com o que ele está ou não está fazendo. Deus abençoa as mulheres. Nós temos sensores e sabemos o que está acontecendo. Brandon e eu lutamos pela nossa família e esse é o nosso trabalho.
Existe alguma experiência que você lembra quando você precisou de mais fé?
Quando eu era pequena, eu tive experiências ao crescer que eu estava muito, muito assustada e lembro de me sentir confortada, como se tudo fosse ficar bem. Lembro de ser pequena e sentir essa paz e essa calma. Eram situações assustadoras. Minha mãe tinha um marido muito abusivo.Quando penso nisso, não acredito que não fiquei com mais medo dessas coisas. O sentimento de que eu ficaria bem e não me machucaria é uma prova de que quando você precisa, Deus vai falar com você. Você ouvirá alguma coisa. Eu escuto nessas pequenas coisas. Eu escuto e estou sempre tentando ouvir. Ouvir foi sempre uma coisa natural pra mim, mas agora que estou na igreja, entendo de onde isso vem. Sempre tive ajuda e o amor de Deus comigo.
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terça-feira, 18 de dezembro de 2012
Relembrando! Em 1995 Mike Wallace entrevista o Pres. Hinckley para o programa 60 Minutes
No dia 18 de dezembro de 1995, o renomado repórter da CBS, Mike Wallace, entrevistou Gordon B. Hinckley, na época Presidente d'A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, para o programa de televisão 60 Minutes, um programa semanal muito conceituado nos EUA. A entrevista foi transmitida no dia 07 de abril de 1996.
Esta entrevista foi ao ar no programa "60 minutos", na TV americana e com conexão com várias tvs a cabo em todo o mundo
Esta é uma transcrição feita em casa por Bob Wooley do segmento sobre a Igreja no programa "60 Minutes", emitido no dia 7 de Abril de 1996 e está no site http://www.femormon.com.br/entrevistahinckley.htm
[Mike Wallace sozinho no estúdio, tendo como fundo uma imagem do Templo de Salt Lake City]
Mike Wallace (MW): Se acreditam, como muitos outros americanos, que este país caminha em direcção ao inferno, passem algum tempo, como nós passamos, com as pessoas que dirigem a Igreja Mormon, A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Neste momento são uma das igrejas com maior crescimento no mundo inteiro, e a 7ª maior Igreja na América, e continuam a aumentar o seu ritmo. O mormon fiel não consome álcool, tabaco, cafeína, não se envolve em sexo pré ou extra conjugal. Mas não é verdade que se envolvem em poligamia? Não, já não. Aconteceu, no passado, mas abandonaram a prática quando Utah se tornou um Estado, há mais de cem anos atrás. É raro, e quase inaudito, um presidente e profeta da Igreja falar tão aberta e livremente, e tão facilmente como Gordon B. Hinckley falou hoje connosco para esta história de Domingo de Páscoa, que começa no seu início no Estado de Nova Iorque, não Utah, onde os mormons acreditam que Deus e Jesus apareceram um dia a um rapaz do campo de 14 anos.
Acompanhe toda a transcrição traduzida no site http://www.femormon.com.br/entrevistahinckley.htm
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sexta-feira, 26 de outubro de 2012
The Guardian entrevista Brandon Flowers: "O mundo é contra os homens cristãos"
Vocalista do The Killers fala sobre os males do café, seu encontro com Mitt Romney, sobre Coca-cola e sobre seu debate com o ateu Richard Dawkins numa TV européia
Leia aqui trechos da entrevista do cantor Brandon Flowers, membro d'A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (mórmons):
The Guardian: Olá, Brandon. O que você tomou no café da manhã de hoje?
Brandon Flowers: Eu como a mesma coisa todos os dias. Acho confortável. Como uma banana, mas nunca consigo comer inteira. Bebo alguns Actimels. E algum tipo de cereal com leite de amêndoas. Depois tomo uma Coca-cola.
The Guardian: Eu li que tem um debate entre os Mormons sobre se é permitido ou não beber Coca.
Brandon Flowers: Sim. Não tem nenhuma doutrina sobre não beber coca-cola. Café é meio mal olhado. É a cafeína. Acho que as pessoas dependem de café. E isso não pode ser necessariamente uma coisa boa.
The Guardian: Você tem 18 sobrinhos e sobrinhas. Consegue dizer o nome de todos? (1)
Brandon Flowers: Sim. Acho que posso dizer todos os segundos nomes também.
The Guardian: O novo disco do The Killers foi nomeado em homenagem ao slogan do estado de Nevada. Você conhece o peixe do estado?
Brandon Flowers: É algum tipo de truta?
The Guardian: A truta Lahontan, para ser exato.
Brandon Flowers: Oh, eu sabia disso. Nosso animal é a ovelha de chifres. Nosso pássaro é o Bluebird.
The Guardian: Você conhece Nevada.
Brandon Flowers: Tenho orgulho dela. São minhas raízes. Louro é nossa planta. A bristlecone pine é nossa árvore.
The Guardian: E o The Killers tocou a música do estado...
Brandon Flowers: Sim, Home Means Nevada. Costumava cantar na escola. É provavelmente minha primeira lembrança de música.
The Guardian: Você já gravou?
Brandon Flowers: Não de verdade. Harry Reid é o líder do senado e ele estudou na mesma escola que meus pais, e quando ele faz discursos em nevada, usa a gravação da música que fizemos para ele.
The Guardian: E ele é um democrata?
Brandon Flowers: Mormon democrata.
The Guardian: Enquanto Mitt Romney...
Brandon Flowers: Mormon Republicano.
The Guardian: Qual é o lado político entre os mormons?
Brandon Flowers: Estamos mais pro lado republicano (risos). Provavelmente, tipo, 90%. (*Observação: A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias é neutra politicamente, mas seus membros são diversos politicamente)
The Guardian: Então você almoçou com o Romney em Las Vegas?
Brandon Flowers: Sim. Foi legal. Fomos ao Ceasar's Palace. Acho que comi um hamburguer.
The Guardian: Quem pagou a conta?
Brandon Flowers: Acho que Mitt pagou essa. Ele estava em Vegas e eu estava em casa, então estávamos só conversando.
The Guardian: E ele pediu seu apoio?(3)
Brandon Flowers: Uhm, sim. Obama também pediu. As pessoas focam no Romney, mas também não fizemos campanha para o Obama.
The Guardian: Mas vocês fizeram para o Harry Reid.
Brandon Flowers: Sim, mas é uma conexão diferente com o Harry. Ele conhece minha tia Barbara.
The Guardian: É meio estranho ficar em uma briga entre políticos.
Brandon Flowers: Mas, sabe, eu fico dizendo, pareço um disco riscado, mas somos neutros. Nunca tomamos partido, ou usamos nosso sucesso para fazer campanha assim.
The Guardian: Mormons não devem beber álcool. Então você nunca ficou bêbado?
Brandon Flowers: Já fiquei bêbado. Não bebo há cinco ou seis anos. E provavelmente nunca mais vou ficar bêbado.
The Guardian: Você recentemente teve um debate em uma tv sueca com o ateista Richard Dawkins. (4)
Brandon Flowers: Sim, deixe-me falar isso. Eu dei algumas respostas decentes que foram cortadas. Então, o mundo é contra os homens cristãos.
The Guardian: Você sabia sobre o Dawkins?
Brandon Flowers: Descobri no dia anterior e sei quem ele é, e sabia sobre a descrença em Deus e tudo mais. Para ele, ele vê a beleza na ciência produzindo algo e descobrindo a origem das coisas. E isso é suficiente para ele. Nada que a ciência descubra irá negar que tem um pouco de Deus ali, para mim. Então é um debate inútil. E nada que foi descoberto mudou o que eu acredito.
The Guardian: Você falou com ele no telefone depois, como falaram?
Brandon Flowers: Não, eu gostaria. Tenho problemas com ele. Ele generaliza coisas cobre a minha igreja e meio que joga demais na sujeira.
The Guardian: Vocês já estão trabalhando no single de natal deste ano?
Brandon Flowers: Bom, deixa só voltar um pouco. É que tem tanto para ser dito sobre o comportamento dele e o jeito que ele é nas entrevistas, na maior parte. Eu vi outras entrevistas com ele.
The Guardian: Palavras como 'charlatão' e 'falso' realmente parecem feitas para provocar uma reação.
Brandon Flowers: Sim, e isso é informação que ele tá tirando da internet! (risos). Ele é esse cara esperto e está tirando as informações do lugar errado. Isso realmente me frustrou.
The Guardian: Por que você gostaria de falar com ele novamente?
Brandon Flowers: Gostaria só que ele parasse de jogar minha igreja na lama.
The Guardian: O que é meio improvável.
Brandon Flowers: Ah tudo bem. Ele é um limoeiro velho e infeliz. Eu sou um pêssego.
Veja o episódio entre Richard Dawkins e Brandon Flowers no link http://murilovisck.blogspot.com.br/2012/09/a-estrela-do-rock-brandon-flowers.html
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Ronnie Von Entrevista o Presidente da Azul Trip e Mórmon, David Neeleman, na TV Gazeta
Criador da Live TV, que produz e opera um sistema de TV ao vivo especialmente projetado para aviões, ele é o fundador das empresas WestJet, JetBlue e Azul Linhas Aéreas. David Neeleman, que é membro d'A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (mórmons), atualmente é presidente da Azul Trip Linha Aéreas.
O encontro de Ronnie Von e David Neeleman foi gravado na TV Gazeta e foi ao em setembro de 2012. Na descontraída entrevista, o irmão David Neeleman fala sobre sua trajetória como missionário d'A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (mórmon) e como começou a amar o Brasil.
Assistam aqui:
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João Doria Entrevista o Professor e Mórmon, Carlos W. Martins - Show Business
Assista à entrevista do santo dos últimos dias (mórmon) e Presidente do Grupo Multi Holding no programa Show Business do dia 13 de outubro de 2012.
Carlos Wizard é atualmente dono do grupo Multi, um holding de empresas de ensino de idiomas, e que tem em seu catálogo marcas como Wizard, Yázigi, Skill, BitCompany e Microlins. Traçando uma trajetória que começou como analista de sistemas em uma empresa de celulose de campinas e chegando à posição de presidente de um grupo que é referencia não somente nacional mas também no mundo, além de claro um exemplo de sucesso pessoal. Carlos W. Martins é membro d'A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (mórmons).
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quarta-feira, 10 de outubro de 2012
Rede TV faz reportagem sobre a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias em Salt Lake City
Rede TV e Revista Companhia de Viagem fazem reportagem sobre A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias e Brigham Young University em Utah
Os repórteres entrevistaram presidentes Costa e Mazagardi, além de conversar com alguns, membros da Igreja e missionários de tempo integra. Filmaram a praça do templo, a BYU, o centro de conferências e outros famosos locais da Igreja. Avisaremos quando os programas serão transmitidos. Serão alguns programas e cerca de 10 páginas na revista Companhia de Viagem, segundo a Sala de Imprensa da Igreja no Brasil.
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Eleição de um mórmon seria bom sinal, diz Ann Romney no "Tonight Show"
Ann Romney, membro d'A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, mulher do candidato republicano Mitt Romney, afirmou em entrevista ao "Tonight Show", de Jay Leno, que a eleição de um mórmon seria um sinal "de que os preconceitos ficaram para trás" no país, da mesma forma que a eleição de 2008 representou a escolha do primeiro presidente negro dos EUA.
A mulher do candidato, que na semana passada chegou a dizer em entrevista à Rádio Iowa que os críticos da campanha de Romney no Partido Republicano deveriam parar ou entrar no ringue, adotou tom mais cordial. Mais uma vez, coube a ela o papel de humanizar a figura de Romney. Ann reclamou dos hábitos do marido, que costuma desligar a água quente no chuveiro, e lembrou como os dois, que estão casados há 43 anos, se conheceram no ensino médio. Questionada se ele era um bom dançarino na época, respondeu:
- Ele se tornou um dançarino melhor.
Logo em seguida, Leno exibiu uma montagem em que Romney aparecia dançando o hit "Gangnam Style" do rapper sul-coreano Psy. Confira o resultado abaixo:
Leno trouxe à tona os polêmicos comentários feitos por Romney a doadores de campanha sobre os 47% dos americanos que não pagariam impostos e que votariam em Barack Obama em qualquer cenário. Ann não deu maiores explicações, mas defendeu o marido:
- Nós nos preocupamos com os 100%. Vi este cara fazer coisas extraordinárias durante toda a vida. Existem duas coisas sobre Mitt: ele se importa e ele é competente.
Ela fez questão de explicar também a recente gafe do republicano, que se perguntou o motivo das janelas de avião não abrirem, enquanto falava sobre o pouso forçado da aeronave em que Ann viajava na semana passada:
- É o jeito dele de fazer graça com o quanto estava preocupado comigo. É o jeito dele de lidar com o pânico de saber quão perigoso foi.
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sábado, 8 de setembro de 2012
Elder Junot no Programa Mulheres da TV Gazeta Falando Sobre Família
Na quinta-feira, 6 de setembro, Elder Mauro Junot, setenta d'A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (mórmon), participou de debate ao vivo sobre casamento, divórcio e a importância da família no Programa Mulheres da TV Gazeta, apresentado por Catia Fonseca. Elder Junot representou a Presidência da Área Brasil, d'A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.
O convite foi feito pela produção do programa, já que semanalmente haverá um novo quadro que abondará qual é a visão das religiões sobre temas específicos. Nesse dia, o tema foi: Família – Como a religião trabalha como as famílias nos dias de hoje.
O convite foi feito pela produção do programa, já que semanalmente haverá um novo quadro que abondará qual é a visão das religiões sobre temas específicos. Nesse dia, o tema foi: Família – Como a religião trabalha como as famílias nos dias de hoje.
Catia Fonseca, a apresentadora, foi muito simpática e cordial com os convidados. Ao lado do Élder Junot haviam duas outras religiosas, Lucia Winther, Líder da Cientologia e a Ministra Maria do Rocio, da Igreja Messiânica Mundial. Catia abordou temas atuais e trocou ideias sobre casamento, relacionamento familiar, atrações homoafetivas, divórcio etc. Élder Junot explicou a visão da Igreja sobre famílias: “É a unidade mais importante da sociedade. É necessário haver comunicação e integração. Na Igreja, temos um dia da semana para uma Reunião Familiar, um conselho entre pais e filhos”.
Durante o programa Elder Junot expressou sua opinião, baseado nos ensinamentos da Igreja, sobre a importância da família na sociedade. Ele presenteou Cátia Fonseca com a estátua da Família e leu trechos da Proclamação ao Mundo: A Família.
Ao falar sobre casamento Élder Junot enfatizou: “O núcleo familiar é a força da sociedade. Há um documento proferido pela liderança mundial da Igreja que declara ser a família o foco principal dos ensinamentos e doutrina da Igreja”. Lembrou que “Os jovens devem acreditar no casamento”.
Ao falar sobre casamento Élder Junot enfatizou: “O núcleo familiar é a força da sociedade. Há um documento proferido pela liderança mundial da Igreja que declara ser a família o foco principal dos ensinamentos e doutrina da Igreja”. Lembrou que “Os jovens devem acreditar no casamento”.
Elder Mauro Junot também comentou sobre a fidelidade no casamento dizendo: "A fidelidade é essencial no casamento" e salientou a centralidade das famílias no plano de salvação falando: "Tudo na Igreja é voltado para fortalecer as famílias".
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sexta-feira, 31 de agosto de 2012
Assistam! Vídeo da Entrevista do Empresário Carlos Wizard Martins com Ronnie Von na TV Gazeta
O encontro de Ronnie Von e Carlos Wizard Martins foi ao ar ontem, 30 de agosto, quinta-feira, às 22:40. Na descontraída entrevista, o irmão Carlos W. Martins falou sobre sua trajetória como membro d'A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (mórmon), na qual começou a aprender inglês ainda em sua adolescência com os missionários mórmons. Ele contou sobre sua passagem em Utah, EUA, estudando na Universidade Brigham Young, relatando seu retorno ao Brasil, onde começou a ministrar aulas particulares em casa e mais tarde criando a rede de ensino de inglês Wizard. Na entrevista também foi abordado sobre seu livro "Desperte o Milionário que Há em Você".
Assistam a entrevista de Ronnie Von com o professor Carlos W. Martins, no programa "Todo Seu" da TV Gazeta, e ouçam dicas de empreendedorismo, liderança e sucesso.
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quarta-feira, 29 de agosto de 2012
Ronnie Von Entrevista o Professor e Mórmon, Carlos W. Martins, na TV Gazeta
Carlos Wizard Martins, empresário e Mórmon, é entrevistado por Ronnie Von no Programa "Todo Seu" da TV Gazeta
Fato interessante, é que o cantor e apresentador de TV, Ronnie Von, foge do script da entrevista, e conta que já visitou a sede d'A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias em São Paulo, confessando que gostou muito de tudo que viu, devido a beleza e a organização da instituição.
Assistam a entrevista de Ronnie Von com o professor Carlos W. Martins, na quinta-feira, às 22:15 horas, no programa "Todo Seu" da TV Gazeta, e ouçam dicas de empreendedorismo, liderança e sucesso.
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segunda-feira, 20 de agosto de 2012
Missionários Mórmons sequestrados na Rússia há 15 anos se reúnem para contar sua história cheia de fé
SALT LAKE CITY - Já se passaram quase 15 anos desde que Andrew Propst e Travis Tuttle foram seqüestrados e mantidos como reféns na periferia de uma cidade no sudoeste da Rússia, onde eles estavam servindo suas missões para A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (Mórmons).
Era dia 18 de março de 1998, e tal como tinham feito centenas de vezes durante o seu serviço missionário, os elderes bateram na porta de um homem que encontraram pela primeira vez, alguns dias antes. O homem perguntou sobre a igreja.
Segundos depois, as suas vidas mudaram para sempre.
"Eu não tinha esperança de sair vivo de lá", disse Propst. Ele foi atingido na cabeça com um bastão de metal várias vezes, algemado e amarrado. Seus olhos e boca foram fechados para que ele não pudesse ver ou se comunicar com seu companheiro.
O seqüestro foi coberto pela mídia em todo o mundo. Mas os dois nunca falaram juntos sobre os detalhes de quando suas vidas foram ameaçadas e a fé que tiveram que recorrer. Um novo filme sobre suas experiências está em execução.
Os seqüestradores exigiam US $ 300.000 para a liberação de Propst e Tuttle, e funcionários da igreja e do governo dos Estados Unidos rapidamente se envolveram, mas mantendo silêncio durante o incidente. Legisladores mórmons dos EUA pediram ajuda e agentes da Embaixada dos EUA e o FBI foram imediatamente enviados para a Rússia para ajudar na situação.
Os pais dos missionários - Roy e Donna Tuttle em Gilbert, no Arizona, e Lee e Mary Propst no Lebanon, Oregon - foram mantidos a par das notícias.
Os dois missionários não tinham a menor idéia sobre qualquer coisa que estava acontecendo fora da pequena sala onde foram mantidos em cativeiro.
"Eu me lembro de pensar: "Eu preciso sair daqui ou eu não vou viver", disse Tuttle.
Os dois permaneceram em cativeiro por cinco dias. Tuttle disse que o tempo "parecia mais um par de meses." Um dos sequestradores era um membro inativo da Igreja.
Os missionários foram alimentados uma vez por dia, mas não era muito. Tuttle lembrou que forneciam a eles um cachorro quente simples e um pouco de água suja e marrom. As algemas eram tão apertadas em uma mão que ele sofreu lesão do nervo principal.
Apesar do medo, os dois jovens de 20 anos de idade, tentaram criar um plano para escaparem.
"Não foi uma boa situação para se estar," disse Tuttle.
Eles consideraram até mesmo medidas violentas, incluindo o uso de uma arma e até "estavam prontos para morrer por um bem maior". Eles não tinham idéia do que estava acontecendo do lado de fora da sala.
Um dos seqüestradores, um russo de 19 anos de idade, que os vigiou durante todo o cativeiro, conversava com os missionários, falando sobre esportes, política, as diferenças entre os serviços aduaneiros russos e americanos, e até mesmo sobre o evangelho de Jesus Cristo, que os missionários estavam no país para ensinar.
"Tentamos construir essas relações com ele". "Esperávamos que a amizade que tínhamos fosse o suficiente para salvar as nossas vidas", disse Propst.
Durante os longos dias juntos, os dois nunca deixaram de orar - sozinhos e juntos - submetendo-se a Deus. Eles acreditavam que a sua fé iria resgatá-los.
No quinto dia, suas orações foram respondidas quando um sequestrador chegou em casa muito bêbado e disse que estava indo lá para levar os missionários e soltá-los. Era uma perspectiva que foi difícil para Propst e Tuttle acreditarem, mas eles foram colocados no banco de trás de um carro e viajaram por cerca de 45 minutos.
"Ele disse que podia ouvir meu coração batendo e eu podia ouvir o seu", disse Propst de seu companheiro. "Não houve uma palavra falada o tempo inteiro. Nós pensávamos que estavam sendo levados para o nosso lugar de descanso final."
Em seguida, eles foram empurrados para fora do carro na neve e o veículo partiu.
Os dois pularam de júbilo, abraçaram-se e logo em seguida caíram de joelhos em oração agradecendo por ainda estarem vivos. Sua fé, disse Propst,"foi fundamental."
"Uma vez que nós submetemos a nossa vontade ao Senhor, nosso dia foi iluminado", disse ele.
Os missionários rapidamente contataram a polícia e oficiais da igreja e, pouco depois, eles foram levados para a Alemanha para receberem melhores cuidados médicos.
O presidente da missão dos dois missionários e de cerca de 145 outros missionários na época, foi liberado de suas funções e morreu em abril daquele mesmo ano, devido a complicações de câncer.
Sheridan Gashler, de Centerville, disse que chegou para liderar os missionários em maio do mesmo ano. Depois de saber do sequestro e de ter que liderar muitos missionários nervosos, ele disse que "fez uma série de mudanças."
O novo presidente fez o seu melhor para manter os missionários focados e na tarefa.
Ele aumentou o número de palestras exigidas por semana em cada companhia de dois missionários e a missão passou de uma das que menos batizavam na área para a que mais batizava em toda a Europa.
Em 1998, tinham seis missões e cerca de 5.000 membros da Igreja na Rússia. Em 2012 há oito missões e mais de 21.000 mórmons na Russia.
Para sua própria segurança e para o bem do trabalho que eles estavam fazendo, Propst e Tuttle foram posteriormente transferidos para outras missões, na Inglaterra, onde cada um recebeu terapia e completou seus dois anos de serviço missionário.
Além de algumas ligações telefônicas não autorizadas durante esse tempo, para ajudá-los a lidar com a situação, os dois perderam o contato depois de voltar para casa e retomar suas vidas.
Foi o cineasta de Utah, Batty Garrett, que reuniu os ex-companheiros no ano passado para falar sobre o seu cativeiro e do potencial filme sobre o assunto. Ele disse que sempre quis fazer um filme sobre o incidente, mas queria dar aos ex-missionários o tempo suficiente para se recuperarem. O filme irá revelar várias conversas e detalhes sobre a experiência que o público não sabe.
"É uma história muito humana, uma luta de vida e morte", disse Batty. "Estas são experiências que devem ser compartilhadas."
"The Saratov Approach", título provisório do filme, que retrata a cidade onde ocorreu o seqüestro, está roteirizado e pronto para as filmagens e é esperado que seja lançado no próximo ano.
Propst, que agora vive perto de Mesa, Arizona, e Tuttle, que passou seus primeiros anos em Bountiful, e desde então se mudou para Boise, Idaho, ambos se casaram e começaram suas próprias famílias. Aos 34 anos, eles estão preparando seus filhos para servirem em missões de tempo integral para A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (mórmons) e cada um olha para trás e vê suas experiências de missão com carinho, dizendo que os ajudaram a fazer deles os que são hoje.
Eles falaram juntos no último sábado em Salt Lake City, num evento aberto ao público.
"Em retrospecto, não importa o que aconteceu, eu sabia que tudo ia dar certo", disse Tuttle." Mudou a minha vida. Não era apenas mais um dia. Fez de mim uma pessoa melhor."
Um dos sequestradores russos foi preso um dia após a libertação dos missionários e o outro foi localizado pela polícia duas semanas depois. Um deles ficou dois anos na prisão, e o de 19 anos de idade, foi posto em liberdade condicional e não foi autorizado a deixar a Rússia por dois anos.
"As coisas estão muito diferentes (na Rússia)", disse Tuttle. Ele sofreu de depressão leve depois de deixar a terra que ele tinha aprendido a amar, mas Tuttle entendeu por que ele teve que sair. Ele estava feliz que ele tinha terminado sua missão.
"Cada missionário tem a chance de mudar sua vida, nós só tivemos de fazê-lo em maior escala", disse ele. "Eu levei uma surra por uma causa maior".
Por causa do que ele passou, Tuttle disse que vive cada dia ao máximo. Ele quer que os outros saibam que "não importa o que aconteça, você está no comando de seu próprio destino. Você nunca sabe quando sua vida vai acabar."
"Eu não mudaria nada", disse Propst. "Parece meio louco, mas eu acho que ser seqüestrado foi uma das melhores experiências da minha vida ... para aprender essas lições de vida que a maioria dos jovens de 19 anos de idade não tem uma chance".
"Me ajudou a perceber que os problemas são reais e me abriu os olhos para um monte de coisas que eu tinha como certo antes disso."
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