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quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Qual era a profissão de Jesus Cristo?

No evangelho de Marcos, Jesus é identificado como um tekton, geralmente traduzido do grego como “carpinteiro” em muitas das versões do Novo Testamento (Marcos 6:3). Em Mateus, José é também identificado da mesma maneira (Mateus 13:55). Não era incomum um filho ou dependente seguir a profissão de seu pai ou guardião, então não é surpresa que José e Jesus são identificados com a mesma profissão nos Evangelhos. As pessoas eram costumeiramente identificadas por suas profissões (ver Atos 10:5).

Tekton tem sido interpretado de várias maneiras desde a época do Novo Testamento, incluindo termos aceitáveis como "carpinteiro", "construtor", "pedreiro" ou "artesão". José e Jesus podem ter sido construtores de móveis para casa ou ter trabalhado em construções de casa, especificamente com madeiras. Outras tradições descrevem sua profissão como “construtor de arados e jugos” para bois (Didache 88:8). Uma outra tradição prefere interpretar a palavra carpinteiro como construtor de casas (Evangelho de Tiago 9:3). Alguns estudiosos modernos dizem que tekton pode significar pedreiro. Em uma pequena vila como Nazaré, podemos esperar que Jesus e José tenham usado seus talentos de várias maneiras, incluindo trabalhar com madeira e pedras.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

O Significado do Verdadeiro Natal


O Verdadeiro Natal
PRESIDENTE HOWARD W. HUNTER (1907–1995)
Décimo Quarto Presidente da Igreja

O verdadeiro Natal acontece para aquele que adota Cristo em sua vida como força motivadora, dinâmica e vivificante.

O Verdadeiro Natal

O Natal é uma época movimentada. As ruas e as lojas estão cheias de pessoas fazendo preparativos de última hora. Aumentam os viajantes nas auto-estradas, os aeroportos ficam apinhados — toda a cristandade parece criar vida, com música, luzes e decorações festivas.
Um escritor disse:
“De todos os feriados, não existe nenhum outro que penetre tão plenamente no coração humano e evoque tantos sentimentos nobres. As idéias, lembranças, esperanças e práticas costumeiras relacionadas a esse dia fazem parte, como um todo, das tradições antigas e dos costumes deste país; tanto para os velhos quanto para as crianças, abrangendo os aspectos religiosos, sociais e patrióticos de nossa natureza. O azevinho e o visgo entrelaçados com a sempre-verde, o costume de dar presentes aos entes queridos, a presença da árvore de Natal, a crença no Papai Noel, tudo combina para tornar o Natal o mais esperado, o mais universal e, de todos os pontos de vista, o mais importante feriado conhecido pelo homem.” [Clarence Baird, “The Spirit of Christmas”, Improvement Era,dezembro de 1919, p. 154]

A Origem do Natal

Essa época está repleta de tradições, e suas origens remontam à história antiga. O início dessa festividade encontra-se na adoração pagã, muito antes da introdução do cristianismo. O deus Mitra era adorado pelos antigos arianos, e essa adoração gradualmente se espalhou pela Índia e Pérsia. Mitra a princípio era o deus da luz celeste dos céus brilhantes, e mais tarde, no período romano, foi adorado como a deidade do sol, ou o deus do sol: Sol Invictus Mithra.
No primeiro século [antes] de Cristo, Pompeu fez conquistas ao longo da costa sul da Cilícia, na Ásia Menor, e muitos dos prisioneiros feitos nessas ações militares foram levados cativos para Roma. Isso deu início à adoração pagã de Mitra em Roma, porque esses prisioneiros espalharam a religião entre os soldados romanos. A adoração tornou-se popular, particularmente entre as fileiras do exército romano. Encontramos hoje, nas ruínas das cidades do extenso império romano, os santuários de Mitra. O mitraísmo floresceu no mundo romano e se tornou o mais importante concorrente do cristianismo entre as crenças religiosas do povo.
Uma época festiva para os adoradores do sol acontecia imediatamente após o solstício de inverno, o dia mais curto do ano — a época em que o sol se detém após sua descida anual para o hemisfério sul. O começo de sua ascensão desse ponto mais baixo era considerado como o renascimento de Mitra, e os romanos comemoravam seu nascimento no dia 25 de dezembro de cada ano. Havia uma grande festividade nesse dia: festivais e festas, presentes dados aos amigos, e as casas eram decoradas com sempre-vivas.
Gradualmente, o cristianismo foi sobrepujando o mitraísmo, que tinha sido seu rival mais forte, e a festa em que se comemorava o nascimento de Mitra foi adotada pelos cristãos para comemorar o nascimento de Cristo. A adoração pagã do sol, profundamente arraigada na cultura romana, foi substituída por uma das maiores festas cristãs. O Natal chegou até nós como um dia de ação de graças e regozijo — um dia de alegria e boa vontade entre os homens. Embora esteja associado a coisas terrenas em seu significado, seu conteúdo é divino. Essa antiga comemoração cristã foi continuamente preservada ao longo dos séculos.

O Significado do Natal em Nossos Dias

O que se pensa do Natal em nossos dias? A lenda do Papai Noel, a árvore de Natal, as decorações brilhantes e o azevinho, bem como a troca de presentes, tudo isso expressa para nós o espírito desse dia comemorativo; mas o verdadeiro espírito do Natal é muito mais profundo. Ele se encontra na vida do Salvador, nos princípios que Ele ensinou, em Seu sacrifício expiatório — que é o nosso grande legado.
Há muitos anos, a Primeira Presidência da Igreja fez esta importante declaração:
“O Natal, para os santos dos últimos dias, é ao mesmo tempo retrospectivo e profético — um lembrete de dois grandes e solenes eventos, que ainda hão de ser considerados universalmente como os mais grandiosos e maravilhosos acontecimentos da história da raça humana. Esses eventos foram [pré-ordenados] para acontecerem neste planeta antes de ele ter sido criado. Um deles foi a vinda do Salvador no meridiano dos tempos, para morrer pelos pecados do mundo; e o outro é o futuro advento do Redentor ressuscitado e glorificado, para reinar na Terra como o Rei dos reis”. [“What Christmas Suggests to a Latter-day Saint”,Millennial Star, 2 de janeiro de 1908, p. 1]
Na breve epístola de Paulo aos gálatas, ele mostrou-se muito preocupado com a aparente descrença deles e o abandono de seus ensinamentos referentes a Cristo. Ele escreveu para eles: “É bom ser zeloso, mas sempre do bem, e não somente quando estou presente convosco. Meus filhinhos, por quem de novo sinto as dores de parto, até que Cristo seja formado em vós”. (Gálatas 4:18–19) Em outras palavras, Paulo expressou-se como se sofresse dores e ansiedade até que Cristo fosse “formado” neles. Essa é outra forma de se dizer “em Cristo”, conforme essa expressão é usada repetidamente por Paulo em seus escritos.
É possível Cristo nascer na vida de um homem, e quando isso realmente acontece, esse homem está “em Cristo” — Cristo está “formado” nele. Isso pressupõe que tomemos Cristo em nosso coração e façamos com que Ele seja um contemporâneo vivo de nossa vida. Ele não é apenas uma verdade geral ou fato histórico, mas o Salvador dos homens de todo o mundo e de todas as épocas. Quando nos esforçamos para ser semelhantes a Cristo, Ele é “formado” em nós; se abrirmos a porta, Ele entrará; se buscarmos Seu conselho, Ele nos aconselhará. Para que Cristo seja “formado” em nós, precisamos acreditar Nele e em Sua Expiação. Essa crença em Cristo e o cumprimento de Seus mandamentos não são coisas que nos restringem. Por elas, os homens se tornam livres. Esse Príncipe da Paz espera para dar-nos paz de consciência, que pode tornar cada um de nós um meio de transmissão dessa paz.
O verdadeiro Natal acontece para aquele que adota Cristo em sua vida como força motivadora, dinâmica e vivificante. O verdadeiro espírito do Natal encontra-se na vida e missão do Mestre. Prossigo com a definição que o escritor dá para o verdadeiro espírito do Natal:
“É um desejo de sacrificar-se pelos outros, de prestar serviço, de ter um sentimento de fraternidade universal. Consiste na disposição de esquecer o que outros lhe fizeram e lembrar-se apenas do que os outros fizeram por você; de ignorar o que o mundo lhe deve, e de pensar apenas (…) em seus deveres a médio prazo e em sua chance de fazer o bem e auxiliar seu próximo agora — ver que seu próximo é tão bom quanto você, e tentar enxergar o coração dele, e não apenas a aparência — fechar seu livro de mágoas contra o universo e olhar em volta para procurar um lugar para plantar algumas sementes de felicidade e seguir adiante sem se fazer notar.” [Improvement Era, dezembro de 1919, p. 155]
Em sua reflexão sobre a época do Natal, James Wallingford escreveu o seguinte:
O Natal não é um dia ou uma época, mas uma condição da mente e do coração.
Se amamos nosso próximo como a nós mesmos:
Se em nossa riqueza somos pobres de espírito, e em nossa pobreza somos ricos na graça;
Se nossa caridade não se ensoberbece, mas é paciente e bondosa;
Se quando nosso irmão nos pede pão, doamos a nós mesmos em vez disso;
Se cada dia começa com oportunidades e termina com realizações, por menores que sejam,
Então todo dia é o dia de Cristo, e o Natal está sempre próximo.
[Charles L. Wallis, comp., Words of Life, 1966, p. 33]
Um sábio disse:
“A coisa mais admirável na história do Natal é sua relevância. Ela se adapta a toda época e se encaixa em todo estilo de vida. Não é simplesmente uma história bonita que foi contada há muito tempo, mas algo eternamente atual. É a voz que clama no deserto. É tão significativa em nossos dias quanto naquela longínqua noite em que os pastores seguiram a luz da estrela até a manjedoura de Belém.” [Joseph R. Sizoo,Words of Life, p. 33]
Foi dito que o Natal é para as crianças; mas à medida que se passam os anos da infância e a sábia maturidade toma o seu lugar, o simples ensinamento do Senhor de que “mais bem-aventurada coisa é dar do que receber” (Atos 20:35) se torna realidade. A evolução da festa pagã transformada em uma festa cristã para o nascimento de Cristo na vida dos homens é outra forma de maturidade que vem ao que foi tocado pelo evangelho de Jesus Cristo.

Encontrar o Verdadeiro Espírito do Natal

Se você quer encontrar o verdadeiro espírito do Natal e partilhar seus doces frutos, gostaria de dar-lhe uma sugestão. Em meio a toda agitação dessa época festiva do Natal, encontre um tempo para voltar seu coração a Deus. Talvez nos momentos tranqüilos, em um lugar sossegado, ajoelhado — sozinho ou acompanhado de seus entes queridos — agradeça pelas coisas boas que recebeu e peça que Seu Espírito habite em você, ao esforçar-se sinceramente para Servi-Lo e guardar Seus mandamentos. Ele o conduzirá pela mão, e Suas promessas serão cumpridas.
Sei que Deus vive. Presto testemunho da divindade de Seu Filho, o Salvador do mundo, e expresso minha gratidão pela bênção de ter na Terra um profeta do Deus vivo.
Trecho de um discurso proferido em uma reunião devocional realizada na Universidade Brigham Young, em 5 de dezembro de 1972; pontuação, uso de maiúsculas e ortografia modernizadas.

sábado, 15 de maio de 2010

Viracocha - O “Deus Branco Barbado” ou Quetzacoatl "O Grande Deus Branco"


No ano de 1527, quando os conquistadores espanhóis ancoraram num dos portos da costa oeste da América do Sul, Pedro de Candia, um tenente da armada flibusteira do poderoso Pizzarro, desceu do barco vestido com sua armadura e capacete polido e brilhante, com sua arma no ombro e uma grande Espanha em seu cinturão. Sua estatura gigantesca, ombros largos e toda sua armadura, faziam com que parecesse uma figura de importância, seguido por outras pessoas de seu barco.


À medida que Pedro se aproximava, uma multidão de nativos de pele bronzeada ajoelhou-se por terra como se estivesse prestando homenagens diante de um deus vindo dos céus. Pedro ficou perplexo, embaraçado e sem saber o que fazer.

De cabeça erguida e ombros altivos, andou entre a multidão que se encontrava com rosto imberbe deitado à terra em ambos os lados, por onde ele passava. Todos em seu redor murmuravam “Viracocha, Viracocha”.


Pedro de Candia não tinha nenhuma idéia do que aquilo significava. Não se sentiu à vontade e ficou irritado até certo ponto. Subitamente, sacou a arma e disparou um tiro para o ar.

Os nativos ficaram atemorizados e prostraram-se ainda mais em terra murmurando: “Illa Tiki, Illa Tiki” Isso quer dizer: “O deus do relâmpago”.

Pedro ficou ainda mais confuso. Não tinha idéia até então de que os nativos o haviam tomado como se fosse o “Deus branco barbado, Viracocha ou Con (Kon) Tiki, que havia sido bem conhecido e altamente venerado pelos antepassados dos índios da região dos Andes....

Então, o que ou quem é Viracocha?

Em resumo, de acordo com as tradições peruanas, foi o Deus que criou os céus e a terra, colocou o homem e sua família sobre a terra, deu-lhes religião e cultura, apareceu de repente entre os peruanos da América antiga, onde viveu por algum tempo, fez milagres, e desapareceu tão de repente como havia surgido. (Milton R.Hunter, “Archaeology and the Book of Mórmon”, Improvement Era 59:168-70 (março de 1956).


O mesmo aconteceu no méxico. Quando os espanhóis aportaram em terras caribenhas.

Hernan Cortes
E aconteceu que, ao entenderem, voltaram outra vez os olhos para o céu; e eis que viram um Homem descendo do céu; e ele estava vestido com um túnica branca; e ele desceu e colocou-se no meio deles; e os olhos de toda a multidão estavam voltados para ele e não se atreviam a abrir a boca, nem sequer uns para os outros; e não sabiam o que aquilo significava, porque supunham que era um anjo que lhes aparecera. (3 Néfi 11:8)

Virtualmente todos os escritores do século XVI escreveram a respeito de um deus branco chamado Quetzalcoatl (KETZ-AL-CÔ-TOL). Esta tradição é forte e repetida. Todo escolar no México estuda Quetzalcoatl e sabe a importância de seu papel.
O símbolo da serpente tem sido associado com as deidades do México e da Guatemala. Na linguagem Asteca, a palavra "coatl" significa serpente. Colocando a palavra asteca "quetzal" na frente da palavra "coatl" temos a palavra "Quetzalcoatl". A palavra "quetzal" significa plumas ou penas. Um belo pássaro nativo da Guatemala leva o nove de quetzal. Quetzalcoatl, portanto, significa "serpente emplumada" ou serpente com preciosas penas (veja nosso web site para a ilustração). A palavra é o nome da moeda na Guatemala e também o símbolo nacional desse país.
Através da história pré-columbiana mexicana, muitos indivíduos, tanto mitológicos quanto reais, receberam o nome ou o título de Quetzalcoatl. Tentativas têm sido feitas a fim de atribuir este nome a somente uma pessoa. As seguintes citações são indicações daquilo que é dito a respeito de Quetzalcoatl.

- Em todo o passado da América, nenhuma figura é mais emocionante, mais tentadora ou mais frustrante do que o Belo Deus Quetzalcoatl. (Irwin 1963:33)
- Quetzalcoatl foi um homem de graciosa aparência e séria disposição. Seu semblante era branco, e ele usava barbas. Sua maneira de vestir consistia de um longo e esvoaçante manto. (Ixtlilxochitl: 45)
- Assim como nossa era começou com Jesus Cristo, assim também a dos astecas e seus predecessores começou aproximadamente no mesmo tempo, com Quetzalcoatl. Sua imagem, ou símbolo, a serpente emplumada, tinha para o povo pré-colombiano a mesma força evocativa que tem o crucifixo para a cristandade. (Sejourne 1957:25)
- A história da vida da divindade mexicana Quetzalcoatl assemelha-se muito à vida do Salvador, e aproxima-se tanto que não poderíamos chegar a qualquer outra conclusão a não ser a de que Quetzalcoatl e Jesus Cristo são a mesma pessoa. (Taylor 201)
Nós devemos, entretanto, exercer precaução enquanto correlacionamos Jesus Cristo e Quetzalcoatl como personagens idênticos em virtude do fato de que o herói cultural do Século X chamado Ce Acatl Topiltzin Quetzalcoatl tomou sobre si o título da divindade Quetzalcoatl, (assim como muitos outros). No entanto, a divindade Quetzalcoatl aparentemente tinha sua origem na visita de Jesus Cristo ao continente Americano. (veja Allen 1970.)
Similaridades entre Jesus Cristo e Quetzalcoatl incluem o seguinte:
1. Tanto Cristo quanto Quetzalcoatl foram reconhecidos como o Criador de todas as coisas. (Mosias 4:2; Saenz 1962:19, 40)
2. Tanto Cristo quanto Quetzalcoatl nasceram de virgens. (Alma 7: 10; Gamiz 95)
3. Tanto Cristo quanto Quetzalcoatl foram descritos como sendo brancos ou vestidos com mantos brancos. (3 Néfi 11:8; Torquemada 47)
4. Tanto Cristo quanto Quetzalcoatl realizaram milagre. (3 Néfi 26:15; Sejourne 136‑137)
5. Tanto Cristo quanto Quetzalcoatl ensinaram a ordenança do batismo. (3 Néfi 11:23; Irwin 1963:170)
6. Tanto Cristo quanto Quetzalcoatl profetizaram sobre eventos futuros. (Ixtlilxochitl: 40)
7. Tanto Cristo quanto Quetzalcoatl foram universais em vez de serem reconhecidos apenas como deuses locais. (3 Néfi 16: 1; Sejourne 1962)
8. Uma grande destruição foi associada tanto a Cristo quanto a Quetzalcoatl, exatamente no mesmo período da história. (3 Néfi 8:5; Ixtlilxochitl: 40)
9. A cruz foi um símbolo atribuído tanto a Cristo quanto a Quetzalcoatl. (3 Néfi 27:14; Irwin 1963:165)
10. Tanto Cristo quanto Quetzalcoatl enviaram discípulos para pregar sua palavra. (3 Néfi 12:1; Wirth 1978:55)
11. Tanto Cristo quanto Quetzalcoatl prometeram que voltariam uma segunda vez. (2 Néfi 6:14; Sahagun 1:40)
12. Uma nova estrela é associada tanto com Cristo quanto com Quetzalcoatl.(3Néfi 121; Anales de Cuauhtitlan 7)

13. Os filhos tanto de Cristo quanto de Quetzalcoatl se tornarão herdeiros da terra. (4 Néfi 1: 17; Ixtlilxochitl: 40)

Segundo fontes incertas e tradições orais, uma das representações deste deus é um homem branco, barbado e de olhos claros. Esta representação seria uma das justificativas da teoria de que os povos indígenas, durante a conquista da Nova Espanha (Mesoamérica), acreditaram que Hernán Cortez era Quetzalcóatl. O acadêmico multiculturalista Serge Gruzinski, analisando as crônicas do século XVI sobre a conquista do México, compartilha da crença de que os astecas realmente acharam que Cortez fosse Quetzalcóatl e essa é uma das razões pela qual os espanhóis dominaram tão facilmente a América Central.
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