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quinta-feira, 3 de março de 2011

‘O empreendedor tem de ver onde há a necessidade’, diz o mórmon, David Neeleman, da Azul

Presidente do Conselho da Azul, David Neeleman, explica que a estratégia da empresa é buscar novos clientes e não ‘roubar’ dos concorrentes


Yolanda Fordelone, do Economia & Negócios
SÃO PAULO - Ele tem nove filhos e divide a sua rotina semanal entre o Brasil e Estados Unidos. Além disso, comanda uma grande empresa aérea que, em pouco menos de três anos, já alcançou a marca de 7 milhões de passageiros transportados. "Gosto de criar novos viajantes", diz o presidente do Conselho da Azul Linhas Aéreas, David Neeleman, ao explicar que a estratégia da empresa é buscar novos clientes e não ‘roubar’ dos concorrentes.
Em 2008, quando a empresa foi fundada, eram 50 milhões de passageiros transportados por ano, número que, segundo o empresário, poderia facilmente chegar a 150 milhões. No ano passado, foram 70 milhões. "Há mais pessoas viajando", afirma. Para ganhar esses novos passageiros, batalhar por tarifas menores é fundamental. "Quando chegamos, a passagem no Brasil era vendida, em média, 70% mais cara que nos EUA. Agora já está algo mais próximo."
A concorrência não é encarada com preocupação. "Quando chegamos ao Brasil, eram duas empresas que controlavam 95% dos voos. Mas em 50% das rotas em que atuamos não temos concorrente", diz. A Azul é conhecida por atuar em muitas cidades do interior de São Paulo e do Brasil que estavam fora do radar das grandes companhias aéreas. Em fevereiro, por exemplo, a companhia pediu autorização à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para começar a operar voos diárias entre Uberaba (MG) e Campinas (SP).

A vida atribulada nos negócios, porém, dura três dias na semana – entre terça-feira e quinta-feira –, período em que David Neeleman fica no Brasil. Nos outros dias, o empresário retorna a sua residência nos EUA. David nasceu em São Paulo, quando seu pai, jornalista norte-americano, era correspondente, mas viveu até os 18 anos nos EUA. Retornou então para cá para ser missionário Mórmon por dois anos principalmente no Nordeste. De volta aos EUA, criou diversas empresas no setor aéreo, mas disse ter enxergado uma oportunidade de negócio no Brasil. "Quando você é empreendedor tem de ver onde tem necessidade, onde pode fazer uma coisa melhor do que está sendo feita."
O vai e volta intenso entre os dois países, segundo ele, não atrapalha na vida familiar. "Tenho nove filhos e quatro ainda moram comigo. Tenho três netos e uma filha está grávida. Devo chegar a 50 netos porque todos querem ter família grande", conta. "Estou em casa como nunca antes na minha vida porque quando eu estou lá, estou lá", diz.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

O SEGREDO DO SUCESSO, SEGUNDO DAVID NEELEMAN

ACESSE O LINK ABAIXO E VEJA A REPORTAGEM DA REVISTA ÉPOCA SOBRE O IRMÃO DAVID NEELEMAN, MEMBRO DA IGREJA DE JESUS CRISTO DOS SANTOS DOS ÚLTIMOS DIAS QUE É DONO DA JETBLUE E AZUL LINHAS AÉREAS.

http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI141925-16355,00-O+SEGREDO+DO+SUCESSO+SEGUNDO+DAVID+NEELEMAN.html

sábado, 1 de maio de 2010

Entrevista de Jô Soares com David Neeleman da Jet Blue/Azul Linhas Aéreas

David G. Neeleman (São Paulo, 16 de outubro de 1959) é um empresário Brasileiro e descendente de holandeses. É o fundador e ex-dirigente das companhias aéreas estadunidenses JetBlue Airways, Morris Air, da canadense WestJet e da Azul Linhas Aéreas Brasileiras.
Nasceu na capital paulista onde seu pai trabalhava como correspondente estrangeiro. Tinha cinco anos quando a família voltou aos Estados Unidos. Ele é membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.

JetBlue
Sua companhia, a JetBlue, foi fundada em 24 de agosto de 1998, e conseguiu crescer sem parar mesmo durante a maior crise da história da aviação norte-americana. Enquanto o setor amargava perdas conjuntas de U$ 20 bilhões de dólares (mais do que todo o lucro obtido nos últimos 50 anos), a JetBlue conseguiu lucros operacionais cobrando as tarifas mais baixas dos Estados Unidos.

Azul
Em 27 de março de 2008 Neeleman oficialmente anunciou seus planos de lançar uma nova companhia aérea no Brasil, e concurso foi aberto para a eleição de um novo nome para a empresa. Ao final do concurso, o nome escolhido para batizar a empresa aérea foi Azul. O primeiro participante que sugeriu este nome ganhou bilhetes gratuitos vitalícios para ele e mais um acompanhante. Inicialmente, Neeleman planeja usar apenas aeronaves brasileiras, como o Embraer 195.
Como a documentação para a criação da nova empresa leva muito tempo para ser concluída, o empresário não descartou a possibilidade de comprar ou se aliar a uma pequena empresa regional brasileira para agilizar o processo, pois pretendia iniciar suas operações até o fim de 2008.

PARTE 1



PARTE 2

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