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quarta-feira, 6 de março de 2013

Igreja Anuncia Nova Edição das Escrituras em Inglês

Depois de quase oito anos de trabalho, A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias lançou em formato digital uma edição atualizada de suas escrituras e auxílio das escrituras em Inglês.


A última atualização da Igreja nas escrituras em Inglês, a Bíblia Sagrada, o Livro de MórmonDoutrina e Convênios e a Pérola de Grande Valor, foi concluída em 1981. As melhorias feitas para essa edição, incluindo a adição de um extenso estudo que ajudará em cada livro da Escritura, foram significativos e coroou 10 anos de trabalho.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Assista! Documentário Histórico-geográfico sobre "O Livro de Mórmon"

Jornada de Fé - Journey of Faith

Os documentários narram a história do Livro de Mórmon, Outro Testamento de Jesus Cristo. Perspicazes ponderações de 32 grandes acadêmicos abordam a jornada de mil anos do Livro de Mórmon, auxiliando a compreensão deste texto sagrado. A descrição Mórmon da terra, da história religiosa, da cultura, e das tradições cria um mosaico fascinante. Filmado  no Oriente Médio, Guatemala e no México.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

A Estrela do Rock, Brandon Flowers, Defende sua Crença Mórmon Contra o Famoso Ateu Richard Dawkins


Depois de realizar um show no dia 11 deste mês na Europa, o vocalista do The Killers, Brandon Flowers, que é membro d'A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (mórmons) apareceu no "Skavlan", um programa da TV norueguesa, para encerrar sua viagem à Europa antes do dia 17 de setembro, lançamento do novo álbum da banda, "Battle Born."

O show começou normalmente evidenciando a celebridade convidada, mas logo o anfitrião Fredrik Skavlan começou perguntando sobre a fé de Flowers. Skavlan pediu para que Flowers descrevesse a "beleza de sua fé", e o astro do rock internacional falou positivamente sobre A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.

No entanto, mais tarde Skavlan, deu oportunidade para Richard Dawkins, autor do livro "The God Delusion", estar também no palco. O famoso ateu imediatamente questionou sua opinião sobre a fé, e começou a falar mal do Livro de Mórmon, Joseph Smith e das crenças Mórmons.

Flores não cedeu aos comentários de Dawkins, embora ele estivesse obviamente surpreso com o rumo que a entrevista tinha tomado. Dawkins chegou a chamar Joseph Smith, o primeiro presidente e profeta da Igreja, de charlatão.

Depois das declarações feitas por Dawkins, Flores respondeu: "O livro tem sido estudado, dilacerado e examinado - e eu não sou um dos professores que tem feito isso - mas por chamar este homem de charlatão, eu me ofendi com isso."

Stephanie Nielson, autor do popular blog "Nie Nie Dialoques" enviou o tweet em resposta ao programa: "Ouvi uma entrevista de Brandon Flowers, Ele está defendendo o Livro de Mórmon, amo esse cara... "

Na conferência geral de outubro de 2009 da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, Élder Jeffrey R. Holland, membro do Quórum dos Doze Apóstolos, falou sobre as críticas ao Livro de Mórmon.

" Há 179 anos esse livro vem sendo examinado e atacado, negado, esquadrinhado e criticado como talvez nenhum outro livro na história religiosa moderna — ou talvez como nenhum outro livro em toda a história religiosa — e ainda assim ele resiste. "

Ao descrever a cena na Cadeia de Carthage, onde Joseph Smith e seu irmão Hyrum foram assassinados, Élder Holland disse: "Em suas — piores e últimas — horas de provação, pergunto a vocês se aqueles homens blasfemariam perante Deus, continuando a vincular sua vida, sua honra e sua própria busca de salvação eterna a um livro (e consequentemente a uma igreja e a um ministério) que eles tivessem criado ficticiamente do nada?"

"Desconsiderem tudo isso e me digam se, na hora de sua morte, aqueles dois homens entrariam na presença de seu Juiz Eterno citando um livro e encontrando consolo nesse livro que, a menos que fosse verdadeiramente a palavra de Deus, iria marcá-los como impostores e charlatães até o final dos tempos? Eles não fariam isso! Preferiram morrer a negar a origem divina e a veracidade eterna do Livro de Mórmon."


sábado, 8 de setembro de 2012

A Igreja de Jesus Cristo Faz Publicidade no Cartaz do Musical "The Book of Mormon"

Se você estiver indo ver o musical, você também deve ler o livro - Essa é a mensagem da nova campanha publicitária lançada pel'A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias (mórmons). Uma campanha nacionalmente reconhecida e elogiada por especialista em relações públicas por ser "ousada" e "esclarecedora".

O Los Angeles Times informou, quinta-feira, que A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias comprou anúncios promovendo o Livro de Mórmon no cartaz da produção de Los Angeles da sátira musical "The Book of Mormon". Os cartazes chamados de Playbills, são mini revistas contendo resumo do espetáculo e informações sobre os artistas, atrações e outros. 

"Espectadores do musical não ficam suscetíveis a sair da apresentação com uma melhor  e verdadeira compreensão do Livro de Mórmon", disse o porta-voz da Igreja, Michael Purdy. "Nossa mensagem no cartaz convida o público a procurar uma perspectiva mais completa sobre O Livro de Mórmon, sobre sua mensagem centrada em Cristo e seu lugar na fé Mórmon."

A igreja não colocou anúncios semelhantes no cartaz para a temporada do musical na Broadway. Purdy disse que os planos para o uso dos anúncios em futuras apresentações ainda "não foram determinadas", tendo em vista que o musical está fazendo uma turnê nos Estados Unidos. 

Os anúncios possuem a face de pessoas (mórmons) sorrindo com as frases "Eu li o livro", "O livro é sempre melhor" ou "Agora leia o livro".

Os anúncios incluem também o endereço na internet thebookofmormon.org, que o leva para um site oficial da igreja.

Os anúncios estão de acordo com o tom da igreja em sua declaração sobre o musical, lançado no início de 2011: "A produção pode tentar entreter o público por uma noite, mas o Livro de Mórmon como volume de escrituras irá mudar a vida das pessoas para sempre, trazendo-as para mais perto de Cristo. "

"O anúncio na playbill é outro exemplo de resposta experiente da Igreja SUD para o musical "The Book of Mórmon", disse o premiado guru em relações públicas, Chris Thomas, co-proprietário da Intrepid Comunicações, em Salt Lake City. "Em vez de protestar o musical, que é algo que muitos fazem, especialmente em organizações religiosas, a Igreja tomou uma decisão corajosa e deliberada para abraçar a situação. Eles pegaram algo que poderia ter sido prejudicial para os esforços missionários da igreja e tornou em algo positivo. "

O que não quer dizer que a igreja tenha abraçado o musical em si. Michael Otterson, chefe do Departamento de Assuntos Públicos da Igreja, escreveu um artigo no blog do Washington Post, "On Faith", chamado "Por que eu não irei ver o Musical The Book of Mórmon". Outros têm debatido os méritos relativos ao musical, vencedor do Tony nove vezes em 2011. Mesmo pessoas de fora da fé mórmon têm opinado sobre se o show é ou não é uma forma de fanatismo estético.

E com razão. O LA Times descreve "The Book of Mórmon", como "uma história cômica de dois missionários mórmons que viajam para uma aldeia africana remota", e que "zomba dos dogmas da Igreja Mórmon, bem como os de outras religiões. Ele também tem como alvo uma série de temas sensíveis como a AIDS e a circuncisão feminina."

Outros observadores referiram-se ao show como "vulgar", de "boca-suja" e "profano".

Ainda assim, observou Thomas, a Igreja SUD oficialmente "não diz nada negativo sobre ele."

"Em vez disso, eles apenas incentivaram as pessoas a aprender a verdade sobre suas crenças", disse ele. "Eles têm sido consistentes durante todo o processo - eles não mudaram. Eles tomaram uma posição corajosa, inicialmente, e agora, é claro, pelos anúncios no playbill".

Thomas disse: "Na minha opinião, quem tomou a decisão de ir com esta campanha - e ficar com ela - demonstrou um pensamento estratégico claro e forte liderança."

Steve Densley Jr., da Fundação para a Informação Apologética & Research, um observador de longa data do tratamento do mormonismo na mídia, concorda.

"A popularidade do musical apresenta uma grande oportunidade para a igreja", disse Densley. "Eu acho que a maioria das pessoas reconhecem o musical 'The Book of Mórmon' como uma sátira, e não uma representação exata de mórmons ou suas crenças. Assim, muitos deles, naturalmente sabem o que os Mórmons realmente acreditam. Eu acho que é ótimo que a minha igreja esteja abraçando esse chance de responder à curiosidade que vai surgir depois que as pessoas vêem o show. "


sexta-feira, 31 de agosto de 2012

Partilhem o Novo App do Livro de Mórmon para Smartphones

Em 1981, o Livro de Mórmon ficou mais acessível com notas de rodapé, índices e resumos dos capítulos. Agora, 30 anos depois, a Igreja está lançando o Livro de Mórmon em um novo formato: o app do Livro de Mórmon para dispositivos móveis .

Assim como os exemplares impressos do Livro de Mórmon são ferramentas poderosas na obra missionária, o app do Livro de Mórmon também pode ser eficaz para partilhar o evangelho. Os membros da Igreja são convidados a considerar como podem partilhar o app com amigos e familiares que podem não estar familiarizados com o Livro de Mórmon.

Como o propósito do novo app do Livro de Mórmon é basicamente tornar o texto e gravações em áudio do Livro de Mórmon acessíveis às pessoas de outras religiões, o app é simplesmente uma versão digital do Livro de Mórmon impresso, mas sem notas de rodapé ou referências cruzadas.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Novas Histórias do Livro de Mórmon Ilustradas em Português

Uma nova edição das Histórias do Livro de Mórmon ilustradas está disponível em português. No formato anterior, as historias eram narradas sobre as imagens encontradas no livro "Histórias do Livro de Mórmon". 

A nova versão passou por uma revisão completa e inclui nova música, efeitos especiais e nova narração. O método usado nessa nova versão é chamada de "animação parallax", onde através de um sistema de computador, cada parte da ilustração é cortada individualmente e movida, ao invés de mover a imagem completa, gerando assim uma animação tridimensional. 

Efeitos visuais e sonoros de água, fogo, fumaça e outros também foram adicionados.Os vídeos estão disponíveis no site clássico das histórias das escrituras e estarão disponíveis em breve no iTunes e YouTube.

Fonte: Irmão Fernando Camilo 
Departamento Curricular da Igreja

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

A Verdade Sobre Apocalipse 22:18-19 - O Livro de Mórmon Acrescentou ou Retirou Alguma Coisa da Bíblia?



O Livro de Mórmon, juntamente com a Bíblia faz parte das obras padrão ou do cânon de escrituras de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos. Alguns críticos do Livro de Mórmon afirmam que A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias “acresceu” novos livros ao chamado cânon cristão ou Bíblia cristã, referindo-se ao Livro de Mórmon.

Um dos principais argumentos, exaustivamente utilizados pelos críticos é fundamentado em Apocalipse 22:18-19 que diz:

“Eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro: Se alguém lhes acrescentar alguma coisa, Deus lhe acrescentará as pragas que estão escritas neste livro e se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus lhe tirará a sua parte da árvore da vida, e da cidade santa, que estão descritas neste livro” (Apoc. 22:18-19).

Os críticos contumazes afirmam que esta passagem literalmente significa que nenhuma nova escritura pode ser adicionada à Bíblia. Apresentam-na como uma escritura irrefutável para sustentar a doutrina que nada pode ser mais acrescido ao cânon sagrado.

O leitor da Bíblia entretanto, com maior informação, sabe que apesar do livro de Apocalipse ser colocado no final da Bíblia, conforme foi compilada, este não foi o último cronologicamente escrito.

Muitos estudiosos (inclusive não-membros da Igreja - pt.wikipedia.org/Cronologia_biblica_do_Novo_Testamento) são unânimes em afirmar que na mesma época ou até alguns anos depois foram ainda escritos 8 livros, a saber: Thiago, I e II Pedro, Judas, as 3 epístolas e o evangelho do próprio apóstolo João.

Entretanto, mesmo que assim não fosse, o texto contido em Apoc. 22:18-19 refere-se em pelo menos quatro razões claramente ao próprio livro de Apocalipse e não à Bíblia inteira:

1ª Razão - Quando João escreveu o Apocalipse não existia a Bíblia com nós a conhecemos hoje, um conjunto de livros, que só foram reunidos muitos séculos depois.

2ª Razão - Por vários séculos após o início da era cristã, diversos livros individuais ou agrupados com alguns outros da Bíblia circulavam separadamente, mas não a Bíblia completa. Deduz-se claramente que somente aos poucos eram acrescidos novos manuscritos até chegarem aos que temos hoje, em nossas Bíblias.

3ª Razão - Se o entendimento dessa escritura, fosse como querem os críticos da Igreja, o sentido dado por estes deveria ser aplicado a cada novo livro canônico que surgisse nas décadas que se seguiam. Isto tornaria inválidos todos os demais livros da Bíblia que foram “somados ou acrescidos” aos já existentes. E o quê dizer sobre a Bíblia Católica que contém mais livros (apócrifos).

4ª Razão - A citação “... ouvir as palavras da profecia deste livro...”, e “...e se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia...” não estava referindo-se à coleção de livros chamada Bíblia - já que esta nem existia como a conhecemos hoje - mas, unicamente ao livro de Apocalipse, ou seja, que ninguém acrescesse ou retirasse algo deste.

5ª Razão - O próprio João escreveu o seu evangelho (O Evangelho segundo João) em data muito posterior, em Éfeso.

É também importante notar que nos tempos do Novo Testamento, muitas pessoas escreviam cartas e evangelhos próprios sem autorização e alguns até mentiam e reivindicavam ser apóstolos (2 Corintios 11:13). O Apóstolo Paulo mencionou isto em uma de suas epistolas:
Ora, irmãos, rogamo-vos, pela vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, e pela nossa reunião com ele, que não vos movais facilmente do vosso entendimento, nem vos perturbeis, quer por espírito, que por palavra, quer por epístola, como de nós… … (2 Tessalonicenses. 2:1-2).
Paulo aparentemente ficou preocupado com o fato de que escrituras falsas estavam sendo espalhadas entre os novos Cristãos. João possivelmente soube sobre estas falsas escrituras também e então adicionou um aviso a seu livro de que Deus julgaria qualquer um que o falsificasse. João fechou seu conhecimento da vida de Jesus com estas palavras:
Há , porém, muitas outras coisas que Jesus fez; e se cada uma das quais fosse escrita, cuido que nem ainda o mundo todo poderia conter os livros que se escrevessem. Amém (João 21:25).
A História da Bília


A Bíblia como hoje conhecemos foi reunida a partir de diversos antigos manuscritos que por si já não eram originais, mas cópias, em grego, dos escritores do Novo Testamento. Portanto, nenhum livro do Novo Testamento contido em nossas Bíblias, foi copiado diretamente dos originais escritos por Mateus, Lucas, Paulo e demais escritores.

Tudo que temos, portanto, é cópia da cópia da cópia. Dos 362 manuscritos bíblicos (incluindo o Novo e o Velho Testamentos) conhecidos até o séc. XV D.C., somente um tinha o Novo Testamento completo e nenhum continha a Bíblia completa como a conhecemos hoje. Dos 5.366 manuscritos bíblicos gregos (de onde nossas Bíblias foram copiadas) conhecidos atualmente, só 34 possuem a Bíblia inteira (menos de 1%) e todos estes só foram escritos depois do ano 1000 D.C.

A Bíblia, como hoje está compilada - um conjunto de livros reunidos em um só volume - só foi possível graças à invenção da imprensa pelo alemão Gutemberg, que a imprimiu pela primeira vez, em latim, em 1455. Os manuscritos bíblicos não eram divididos em capítulos até 1227 d.C., quando o professor Sthepen Langton os criou, e não apresentava versículos até ser assim dividida em 1551 por Robert Stephanus.

Eusébio Sofrônio Jerônimo (conhecido como São Jerônimo pelos católicos) traduziu a Bíblia diretamente do hebraico, aramaico e grego para o latim, criando a Vulgata. No Concílio de Trento em 1542, essa versão traduzida foi estabelecida como versão oficial da Bíblia para a Igreja Católica. Em meados do século XIV o teólogo John Wyclif realizou a tradução da Bíblia para o inglês. Após a Reforma Protestante a Bíblia recebeu traduções para diversas línguas e passou a ser distribuída sem restrições para as pessoas.

A Vulgata

No sentido corrente, Vulgata é a tradução para o latim da Bíblia, escrita entre fins do século IV início do século V, por São Jerônimo, a pedido do Papa Dâmaso I, que foi usada pela Igreja Católica e ainda é muito respeitada.
Nos seus primeiros séculos, a Igreja serviu-se sobretudo da língua grega. Foi nesta língua que foi escrito todo o Novo Testamento, incluindo a Carta aos Romanos, de São Paulo, bem como muitos escritos cristãos de séculos seguintes.
No século IV, a situação já havia mudado, e é então que o importante biblista São Jerônimo traduz pelo menos o Antigo Testamento para o latim e revê a Vetus Latina.
A Vulgata foi a primeira, e por séculos a única, versão da Bíblia que verteu o Velho Testamento diretamente do hebraico e não da tradução grega conhecida como Septuaginta. No Novo Testamento, São Jerônimo selecionou e revisou textos. Ele inicialmente não considerou canônicos os sete livros, chamados por católicos e ortodoxos de deuterocanônicos. Porém, seus trabalhos posteriores mostram sua mudança de conceito, pelo menos a respeito dos livros de Judite, Sabedoria de Salomão e o Eclesiástico (ou Sabedoria de Sirac), conforme atestamos em suas últimas cartas a Rufino. Chama-se, pois, Vulgata a esta versão latina da Bíblia que foi usada pela Igreja Católica Romana durante muitos séculos, e ainda hoje é fonte para diversas traduções.
A denominação Vulgata consolidou-se na primeira metade do século XVI, sobretudo a partir da edição da Bíblia de 1532, tendo sido definitivamente consagrada pelo Concílio de Trento, em 1546. O Concílio estabeleceu um texto único para a Vulgata a partir de vários manuscritos existentes, o qual foi oficializado como a Bíblia oficial da Igreja e ficou conhecido como Vulgata Clementina.

Septuaginta

Septuaginta é o nome da versão da Bíblia hebraica para o grego koiné, traduzida em etapas entre o terceiro e o primeiro século a.C. em Alexandria.
Dentre outras tantas, é a mais antiga tradução da bíblia hebraica para o grego, língua franca do Mediterrâneo oriental pelo tempo deAlexandre, o Grande.
A tradução ficou conhecida como a Versão dos Setenta (ou Septuaginta, palavra latina que significa setenta, ou ainda LXX), pois setenta e dois rabinos (seis de cada uma das doze tribos) trabalharam nela e, segundo a história, teriam completado a tradução em setenta e dois dias.
A Septuaginta foi usada como base para diversas traduções da Bíblia.
A Septuaginta inclui alguns livros não encontrados na bíblia hebraica. Muitas bíblias da Reforma seguem o cânone judaico e excluem estes livros adicionais. Entretanto, católicos romanos incluem alguns destes livros em seu cânon e as Igrejas ortodoxas usam todos os livros conforme a Septuaginta. Anglicanos, assim como a Igreja oriental, usam todos os livros exceto o Salmo 151, e a bíblia do rei Jaime em sua versão autorizada inclui estes livros adicionais em uma parte separada chamada de Apocrypha.

Versão do Rei Tiago (King James Version)

A Bíblia do rei James (em português Jaime ou Tiago), também conhecida como Versão do rei James ou Bíblia KJV (em inglês: Authorized King James Version, Versão Autorizada do rei Jaime), é uma tradução inglesa da bíblia realizada em benefício da Igreja Anglicana, sob ordens do rei James I (Jaime I). A primeira publicação data de 1611, causou um profundo impacto não apenas nas traduções inglesas posteriores, mas na literatura inglesa como um todo. 

Versão Almeida Revista e Atualizada

Almeida Revista e Atualizada é como é conhecida a versão da tradução da Bíblia de João Ferreira de Almeida publicada em 1959 pela Sociedade Bíblica do Brasil. Uma das mais usadas pelos protestantes brasileiros, foi o resultado de treze anos de trabalho de cerca de trinta revisores, baseando-se no chamado Texto Crítico do originais grego e hebraico, em vez de seguir o tradicional Textus Receptus ("texto recebido"), único à disposição na época de Almeida. Quanto à linguagem, procurou-se um equilíbrio entre a linguagem erudita e a popular.
Em 1993, passou por nova revisão, conhecida como "Edição de 1993", eliminando expressões e palavras consideradas antiquadas ou confusas. Por exemplo, o nome próprio Cão, de um dos filhos de Noé, foi mudado para Cam.
Apesar de ser considerada baseada no texto de Almeida, apresenta-se como uma nova e muito diferente tradução. Ela mantém o sabor clássico do Almeida antigo, mas substituiu as expressões que, em vez de sinais de erudição, se tornaram, com o tempo, arcaísmos, estando em alinhamento com novas evidências arqueológicas, evidências estas refletidas no Texto Crítico, diferindo, assim, da Almeida Revista e Corrigida, que se atém aos manuscritos disponíveis no tempo de Almeida.
A versão Revista e Atualizada é a mais usada entre os protestantes brasileiros, e no tocante ao Novo Testamento, recebeu recomendação oficial da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), organismo ligado à Igreja Católica. Entretanto, tal recomendação, sem o reconhecimento da Santa Sé, representa apenas mera declaração pastoral, não vinculativa para os fiéis católicos, nem mesmo para os bispos individualmente considerados. Considere-se ainda que a CNBB possui sua própria tradução da Bíblia Sagrada, contendo o Antigo e o Novo Testamento, tida como "de referência para a Igreja Católica no Brasil"

A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias utiliza a Versão João Ferreira de Almeida da Bíblia – da Sociedade Bíblica Trinitariana do Brasil, Edição Corrigida e Revisada, Fiel ao Texto Original.

Continuando Sobre Apocalipse 22:18-19

Se aquela escritura de Apocalipse tivesse a aplicação geral e o entendimento distorcido como desejam alguns, tanto judeus, quanto cristãos estariam em uma situação irremediavelmente complicada.

Moisés, ainda no Velho Testamento, enfaticamente declarou: “Agora, pois, ó Israel, ouve os estatutos e os preceitos que eu vos ensino, para os observardes, a fim de que vivais, e entreis e possuais a terra que o Senhor Deus de vossos pais vos dá. Não acrescentareis à palavra que vos mando, nem diminuireis dela, para que guardeis os mandamentos do Senhor vosso Deus, que eu vos mando” (Deut. 4:1-2).

Assim, se o mesmo presunçoso raciocínio aplicado para Apoc. 22:18-19 fosse usado aqui, as palavras de Moisés escritas no livro de Deuteronômio, seu último livro, fariam com que os judeus que aceitassem os escritos posteriores a Moisés, como por exemplo, Isaías, Jeremias e Ezequiel, dentre outros e, os cristãos que escreveram séculos depois o Novo Testamento ficassem em clara violação à ordem de Deus.

Mas, obviamente Moisés - assim como João - estava referindo-se a uma revelação específica, ao seu livro, o de Deuteronômio e, não a uma pretensa advertência de que novas revelações (escrituras) não pudessem ser recebidas. Como João, Moisés advertia contra alterar o que ele tinha escrito e não sobre uma restrição geral contra não poder receber novas escrituras adicionais da parte de Deus.

Em Provébios 30:5-6 diz algo semelhante: Toda a Palavra de Deus é pura; escudo é para os que confiam nele. Nada acrescentes às suas palavras, para que não te repreenda e sejas achado mentiroso. 

Desde que a Igreja nem acresceu, nem retirou nada do Apocalipse, a referida passagem de Apoc. 22:18-19 não pode dar nenhum suporte ao objetivo de denegrir o Livro de Mórmon.

A questão central, portanto, não são os “acréscimos” ou “retiradas” à palavra de Deus, mas se isto é ou não autorizado por Ele. Não desejo demonstrar com isso, que o Livro de Mórmon seja verdadeiro - o Espírito Santo, pode fazê-lo - mas, demonstrar claramente que os argumentos para desmerecê-lo não resistem à mesma exposição ou raciocínio quanto aos livros da Bíblia, que até onde sabemos são autênticos e inspirados.

Os antimórmons geralmente os autores distorcem a verdade ao afirmar que os membros da Igreja não dão importância à Bíblia e acreditam que esta está "repleta de erros". De fato há alguns erros, contradições e omissões, mas isto não tira o caráter inspirado da Bíblia, sendo tais discrepâncias admitida às fragilidades humanas de autores e tradutores. Dos quatro anos do currículo do estudo do evangelho nas classes de Instituto, Seminário e Escola Dominical, dois anos são reservados à Bíblia, um ao Livro de Mórmon e outro à História da Igreja e Doutrina & Convênios. Além disso, se alguém tiver dúvidas, recentemente um Apóstolo da Igreja, Elder Ballard, falou especificamente em uma conferência geral sobre a suma importância da Bíblia na vida dos Santos dos Últimos Dias no discurso intitulado "O Milagre da Bíblia Sagrada".


Além disso, os mórmons (santos dos últimos dias) foram classificados, numa recente pesquisa, como os cristãos que mais tem conhecimento sobre a Bíblia. Podem ler sobre isso nestes posts: murilovisck.blogspot.com/2011/02/conhecimento-religioso-nos-eua-mormons e murilovisck.blogspot.com/2010/10/pesquisa-santos-dos-ultimos-dias-sud.

Exortação do Livro de Mórmon

Existe uma exortação profética continda no Livro de Mórmon sobre o assunto, em 2 Néfi 29:

6 Tu, néscio, que dirás: Uma Bíblia, temos uma Bíblia e não necessitamos de mais Bíblia! Teríeis obtido uma Bíblia, se não fosse pelos judeus?

7 Não sabeis que há mais de uma nação? Não sabeis que eu, o Senhor vosso Deus, criei todos os homens e que me lembro dos que estão nas ilhas do mar? E que governo nas alturas dos céus e embaixo, na Terra; e revelo minha palavra aos filhos dos homens, sim, a todas as nações da Terra?
  8 Por que murmurais por receberdes mais palavras minhas? Não sabeis que o depoimento de duas nações é um testemunho a vós de que eu sou Deus, de que me recordo tanto de uma como de outra nação? Portanto digo as mesmas palavras, tanto a uma nação como a outra. E quando as duas nações caminharem juntas, os testemunhos das duas nações também caminharão juntos.
  9 E isto eu faço para provar a muitos que sou o mesmo ontem, hoje e para sempre; e que pronuncio minhas palavras segundo minha própria vontade. E porque eu disse uma palavra não deveis supor que não possa dizer outras; pois meu trabalho ainda não está terminado nem estará até o fim do homem nem desde aí para sempre.
  10 Portanto porque tendes uma Bíblia não deveis supor que ela contenha todas as palavras minhas; nem deveis supor que eu não fiz com que se escrevesse mais.


Lembrem-se da exortação de Pedro:
E temos, mui firme, a palavra dos profetas, à qual bem fazeis em estar atentos, como a uma luz que alumia em lugar escuro, até que o dia amanheça, e a estrela da alva apareça em vossos corações.
Sabendo primeiramente isto: que nenhuma profecia da Escritura é de particular interpretação.
Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de Deus falaram inspirados pelo Espírito Santo. 
2 Pedro 1:19-21

E finalizando, digo o mesmo que o Apóstolo Paulo disse aos perseguidores:

Mas confesso-te isto que, conforme aquele caminho que chamam seita, assim sirvo ao Deus de nossos pais, crendo tudo quanto está escrito na lei e nos profetas
Atos 24:14

Fonte:  

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

DISPONÍVEL! - A LIAHONA DE OUTUBRO - ESPECIAL SOBRE O LIVRO DE MÓRMON

Liahona de Outubro – Edição especial


A Liahona de outubro é uma edição especial sobre o Livro de Mórmon. Encontre artigos escritos por membros da Primeira Presidência e Quórum dos Doze Apóstolos sobre esse livro sagrado de escritura. 

No mês de agosto, o Blog Murilovisck já havia comunicado sobre esta Liahona Especial de Oububro. 

Ouça, leia ou baixe essa edição em Português aqui.




Fonte: Fernando Camilo
Manager of Product Awareness - Curriculum Department
The Church of Jesus Christ of Latter-day Saints

sábado, 17 de setembro de 2011

Blog "On Faith" Fala de Alguns Equívocos e Dúvidas Sobre O Livro de Mórmon



No Blog "On Faith" do Washington Post desta semana , o Diretor de Assuntos Públicos da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, Michael Otterson esclarece alguns equívocos comuns sobre o Livro de Mórmon .
Em primeiro lugar, o que o Livro de Mórmon não é. Não é um livro sobre os mórmons. Também não é uma "Bíblia Mórmon"- ou um substituto para a Bíblia do mundo cristão. Não é uma alegoria. Nem é essencialmente uma história.
Otterson explica que os membros de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias são "letrados e informados" sobre a Bíblia e acreditam que o Livro de Mórmon a complementa o corpo da Sagrada Escritura.
O subtítulo do Livro de Mórmon é "Outro Testamento de Jesus Cristo." E ele funciona em conjunto com a Bíblia para testificar e ensinar sobre ela. Os Mórmons acreditam que ambas as compilações foram escritas sob a inspiração dos céus e nos servem de maneira profunda. A maioria das casas dos santos dos últimos dias têm pelo menos um exemplar da Bíblia, e provavelmente vários.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

INDICADOR SUD - Registro Histórico da Igreja em Brasília/DF

Primeira Capela da Igreja em Brasília
A história da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias na nova capital do país começou em 1960. 

Em setembro um membro da igreja, visitando a cidade, conheceu um homem chamado Benigno Sanches. Durante a conversa que  tiveram, Benigno ficou sabendo que o homem era membro da Igreja. Após algum tempo Benigno recebeu alguns panfletos sobre a Igreja. 
Presidente João Goulart recebendo o Livro de Mórmon das mãos dos missionários em 17 de maio de 1963

Certa ocasião em que esteve doente leu mais a respeito da Igreja. Mais tarde recebeu a visita dos missionários e alguns meses depois foi batizado. 

Elder Benson na Oração Dedicatória do Brasil
No dia 21 de agosto de 1961 o elder Lawrence Albert Mauerman e o elder Robert Merrill viajaram de ônibus pela manhã para Brasília com o propósito de fazer contatos com alguns santos que viviam naquela cidade. Retornaram no mesmo dia.
Durante a visita , no dia  03 de novembro deste  mesmo ano , eles  se encontraram com   diversos  membros da Igreja que estavam visitando a cidade.  

Tiveram uma  reunião na casa do irmão Ciro Ludgero , um membro procedente do ramo de Ponta Grossa,  que  estava trabalhando  e morando  em  Brasília  na ocasião. 

Foi uma reunião onde os testemunhos prestados  transmitiram   muito espírito, entusiasmo e regozijo  em servir na obra do Senhor.  

Os elderes retornaram para Goiânia.  CONTINUA...

VEJAM ESTA HISTÓRIA E OUTRAS COMO O PRESIDENTE DO BRASIL JOÃO GOULART RECEBENDO O LIVRO DE MORMON E A ORAÇÃO DEDICATÓRIA DO BRASIL NO SITE www.historiadaigreja.org.br

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Novo Set de Filmagem que ajudará a retratar a vida de Jesus Cristo



Localizada a cerca de 90 quilómetros de Salt Lake City, a antiga “Jerusalém” está quase pronta.

Trata-se de uma réplica da antiga cidade bíblica, erigida com todo o rigor e pormenor, num terreno com três hectares e que pelas suas características se assemelha bastante à Palestina, com zona de deserto, um rio que se poderá assemelhar ao Rio Jordão e até uma colina que poderá comparar-se ao Jardim do Getsemani.

É aqui, a pouca distância dos Estúdios Cinematográficos da Igreja SUD que os trabalhos de construção tem vindo a ser levados a efeito, de forma que o material erigido não seja do tipo “descartável” mas que o mesmo venha a ter um período de vida útil que se aponta para duas dezenas de anos.

Este equipamento, que pode ser modificado e adaptado a cenas diversas, destina-se à produção de vários filmes bíblicos sobre a Vida de Jesus Cristo, bem como a produções de passagens de O Livro de Mórmon, trabalhos estes que se destinam à Escola Dominical SUD, a serem exibidos nos Centros de Visitantes da Igreja, no programa Missionário e a outros destinos.

Os trabalhos prosseguem a bom ritmo e está agendado serem dados por concluídos em Novembro deste ano de 2011, sendo os seus custos muito menores do que se gastaria se as produções cinematográficas a levar a efeito fossem realizadas em Israel.


Vejam como vão as obras:



Fonte: newsroom.lds.org
Colaboração:lugarmormon.blogspot.com

domingo, 20 de março de 2011

20 livros de maior publicação (mais vendidos) no Mundo - Livro de Mórmon entre os dez primeiros

Abaixo você confere os 20 livros mais publicados (ou vendidos) da história com título, autor, ano de publicação, número de exemplares vendidos e uma breve sinopse. ORDEM DECRESCENTE!
20. O Alquimista (Paulo Coelho) – 1988 – mais de 65 milhões de cópias
O Alquimista é o livro de lingua portuguesa melhor colocado nesta lista. Apesar de todas as críticas e questionamentos sobre o autor, o fato é que esse livro o colocou em evidência no mundo da literatura e foi traduzido para dezenas de idiomas. O livro narra a história de um jovem pastor chamado Santiago que, após ter um sonho repetido, decide partir em uma longa viagem da Espanha ao Egito, pois, segundo o sonho, é lá, junto às pirâmides, onde ele irá encontrar um tesouro enterrado. Ao iniciar sua jornada ele se vê lançado em uma imprevisível busca por esclarecimento sobre os grandes mistérios que acompanham a humanidade desde o início dos tempos.
19. O Apanhador no Campo de Centeio (J. D. Salinger) – 1951 – mais de 65 milhões de cópias
Essa obra permanece sendo uma das mais influentes da literatura americana. O livro narra um fim de semana na vida de Holden Caulfield, estudante de um internato para rapazes. Ele volta para casa mais cedo no inverno depois de ter recebido más notas em quase todas as matérias e ter sido expulso da escola. No regresso para casa, decide dar umas voltas, adiando assim o confronto com a família. Holden vai refletindo sobre a vida, repassa sua peculiar visão de mundo e tenta definir alguma diretriz para o seu futuro. Antes de enfrentar os pais, procura algumas pessoas importantes para si, como um professor, uma antiga namorada, a sua irmãzinha, e tenta explicar-lhes a confusão que passa pela sua cabeça.
18. Harry Potter e a Câmara Secreta (J.K. Rowling) – 1998 – mais de 77 milhões de cópias
Neste livro, Harry surpreende os amigos Ron e Hermione ao demonstrar sua capacidade de falar com cobras. Segundo uma antiga lenda, o herdeiro de Salazar Sonserina abriria a câmara secreta para libertar o mortal basilisco, monstro que é misto de serpente e galo. A trama se desenrola com Harry tentando provar que não controla a serpente assassina e descobrir o verdadeiro responsável por abrir a câmara.


17. O Código da Vinci (Dan Brown) – 2003 – mais de 80 milhões de cópias
O Código Da Vinci causou polêmica ao questionar a divindade de Jesus Cristo. A maior parte do livro desenrola-se a partir do assassinato de Jacques Saunière, curador do museu do Louvre. Robert Langdon, Sophie Neveu e Leigh Teabing vivem várias aventuras ao tentar desvendar códigos que deem resposta aos enigmas que Jacques Saunière deixou antes de morrer.
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16. O pequeno Principe (Antoine de Saint-Exupéry) – 1943 – mais de 80 milhões de cópias
O Pequeno Príncipe é um romance que a princípio aparenta ser um livro para crianças, mas tem um grande teor poético e filosófico. É a terceira obra literária mais traduzida no mundo, tendo sido publicado em 160 línguas ou dialetos diferentes.
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15. Ela, a Feiticeira (Henry Rider Haggar) – 1887 – mais de 83 milhões de cópias
O livro narra as aventuras Leo Vincey e Horace Holly em uma região inexplorada da África onde eles encontram uma civilização obediente a uma misteriosa feiticeira chamada Ela.
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14. As Crônicas de Nárnia: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa (C.S. Lewis) – 1950 – mais de 85 milhões de cópias
Neste livro são narradas as aventuras de quatro irmãos que, fugindo dos bombardeios a Londres durante a II Guerra Mundial, vão até a casa de um professor que morava no campo. Lá, encontram, dentro de um guarda-roupa, uma passagem que liga nosso mundo ao mundo de Nárnia.
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13. O Caso dos Dez Negrinhos (Agatha Christie) – 1939 – mais de 100 milhões de cópias
A história passa-se numa ilha deserta situada na costa de Devon, sendo que ela é narrada totalmente na terceira pessoa e descreve a vivência de dez estranhos que foram atraídos para a mansão da ilha por um misterioso homem e sua esposa. Um por um, começam a ser assassinados misteriosamente.
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12. O Sonho da Câmara Vermelha (Cao Xueqin) – Século XVIII – mais de 100 milhões de cópias
O tema principal gira em torno de um triângulo amoroso entre a personagem principal, Jia Baoyu, que ama seu primo adoentado Lin Daiyu, porém está predestinada a se casar com outro primo, Xue Baochai. Este triângulo amoroso tem como pano de fundo o declínio do clã (família) Jia, cujos antepassados foram feitos duques, e no início do romance, este clã está entre as mais ilustres famílias de Pequim, na China.


11. O Hobbit (J.R.R. Tolkien) – 1937 – mais de 100 milhões de cópias
O Hobbit conta a história de um hobbit chamado Bilbo Bolseiro, que nunca pensara em sair de sua toca grande e confortável, até ser apanhado de surpresa por um mago chamado Gandalf e 13 anões (Dwalin, Balin, Kili, Fili, Dori, Nori, Ori, Oin, Gloin, Bifur, Bofur, Bombur e Thorin Escudo-de-Carvalho). Estes queriam recuperar os seus tesouros que tinham sido roubados por um dragão chamado Smaug. Assim, eles saem em busca da Montanha Solitária com o objetivo de recuperar o que lhes pertence, vivendo muitas aventuras durante todo caminho, que envolvem aranhas gigantes, elfos, trolls e outros seres fantásticos.

10. Livro de Mórmon (Joseph Smith Jr.) – 1830 – mais de 120 milhões de cópias
Para a Igreja dos Santos dos Últimos Dias, o Livro de Mórmon é uma escritura que sagrada, considerado um “Outro Testamento de Jesus Cristo”.
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9. Harry Potter e a Pedra Filosofal (J.K. Rowling) – 1997 – 120 milhões de cópias
A história começa com uma espécie de caos organizado no mundo, quando pessoas começam a sair a caminhar pelas ruas com roupas estranhas e corujas não param de voar pelo céu, fatos que ganham o espaço nos jornais, na televisão e nas rádios. Porém, o que as pessoas não sabiam era que esses estranhos eram nada mais nada menos que bruxos e bruxas, festejando a queda de um grande bruxo das trevas, Lord Voldemort, e as corujas eram usadas para levar cartas de um bruxo para o outro.

8. Escotismo para Rapazes (Robert Baden-Powell) – 1908 – mais de 150 milhões de cópias
O livro contém orientações e conhecimentos importantes para um escoteiro: orientação espacial, tocaia, comida selvagem, primeiros socorros, organização de um acampamento, etc. Mas também sobre cidadania, carácter, importância do serviço ao próximo, etc.
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7. O senhor dos Anéis (J.R.R. Tolkien) – 1955 – mais de 150 milhões de cópias
A história de O Senhor dos Aneis ocorre em um tempo e espaço imaginários, a Terceira Era da Terra Média, que é um mundo inspirado na Terra real, mais especificamente, segundo Tolkien, numa Europa mitológica, habitado por Humanos e por outras raças humanóides: Elfos, Anões e Orcs. Tolkien deu o nome a esse lugar a palavra do inglês moderno, Middle-earth (Terra-Média), derivado do inglês antigo, Middangeard, o reino onde humanos vivem na mitologia Nórdica e Germânica. O próprio Tolkien disse que pretendia ambientá-la na nossa Terra, aproximadamente 6000 anos atrás, embora a correspondência com a geografia e a história do mundo real fosse frágil.

6. Um Conto de Duas Cidades (Charles Dickens) – 1859 – mais de 200 milhões de cópias
“Um Conto de Duas Cidades” narra a estória dos Manette, uma família nobre francesa, que como muitas outras, se exilou na Inglaterra antes da Revolução Francesa. Os acontecimentos se desenrolam simultaneamente em Londres e Paris, contando a vida dessa família e as peripécias da Revolução e seus antecedentes, incluindo o sentimento de vingança que se apossou da população pobre da França.


5. O Conde de Monte Cristo (Alexandre Dumas) – 1844 – mais de 200 milhões de cópias
Romance histórico escrito por Alexandre Dumas. O jovem Edmond Dantes podia se considerar uma pessoa de sorte: seria promovido a capitão de um navio e iria casar com Mercedes, a mulher de seus sonhos. Mas uma rede de intrigas faz com que seja preso injustamente. Durante os anos que passou preso, prepara a sua vingança.


4. Dom Quixote (Miguel de Cervantes) – 1605 – mais de 500 milhões de cópias
Este livro introduz o realismo sóbrio na literatura moderna. O protagonista da obra é Dom Quixote, um pequeno fidalgo castelhano que ficou louco (literalmente) porque leu muito romance de cavalaria e agora pretende imitar seus heróis preferidos. O romance narra as suas aventuras em companhia de Sancho Pança, seu fiel amigo e companheiro, que tem uma visão mais realista. A ação gira em torno das três incursões da dupla por terras de La Mancha, de Aragão e de Cataunha. Nessas incursões, ele se envolve em uma série de aventuras, mas suas fantasias são sempre desmentidas pela dura realidade. O efeito é altamente humorístico.

3. Alcorão (Maomé) – 650 D.C. – mais de 800 milhões de cópias
Texto sagrado do Islã que traz supostas revelações de Alá (divindade muçulmana) para Maomé no início do século VII. Os seguidores de Maomé começaram a escrever as revelações após sua morte, em 632 d.C., sendo recopiladas no reinado de Omar, em 650 e transformadas no Alcorão como é conhecido hoje.
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2. Livro Vermelho de Mao Tse-tung (Mao Tse-tung) – 1964 – mais de 820 milhões de cópias
As citações das obras de Mao Tse-tung, ou como é comumente chamado, o “Pequeno Livro Vermelho” é uma explicação pessoal de Mao Tse-Tung sobre a ideologia do Partido Comunista Chinês. O Livro Vermelho compreende 427 citações de Mao, divididas em 33 capítulos. As citações eram em negrito ou em vermelho para serem bem destacadas, daí o nome. É também chamado de “Reflexões do presidente Mao” por muitos chineses.


1. Bíblia Sagrada – século XV a.C. até século I d.C. – mais de 6 bilhões de cópias
Desta obra eu não preciso falar muito. Dividida em 66 livros e com cerca de 40 autores que escreveram em épocas diferentes, a Bíblia é de longe o livro mais lido de todos os tempos (às vezes não é compreendida, mas lida ela é). Atualmente, existem traduções completas da Bíblia em mais de 440 línguas ou dialetos diferentes.




Fonte: http://artistasetv.wordpress.com/
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