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quinta-feira, 16 de agosto de 2012

85 Anos de Thomas S. Monson - Grande Evento Comemorará o Aniversário do Presidente da Igreja


Na sexta-feira, 17 de agosto de 2012, às 20 horas (horário de Salt Lake City), milhares de pessoas reunir-se-ão no Centro de Conferências para participar do evento “Dias Dourados: Uma Celebração de Vida”, em homenagem ao 85° aniversário do Presidente Thomas S. Monson, líder de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.

O Coro do Tabernáculo Mórmon, a Orquestra da Praça do templo e artistas famosos convidados apresentarão músicas da Broadway e outros sucessos muito apreciados. Os artistas são Dallyn Vail Bayles, o renomado tenor Stanford Olsen e a cantora e atriz Rebecca Luker. 

“Estamos muito felizes porque solistas talentosos juntar-se-ão o coro, em homenagem a esse grande homem”, disse o presidente do coro Mac Christensen. “Sei que as canções a serem interpretadas encantará o Presidente Monson”.

O ex-astro de futebol americano da equipe do San Francisco 49ers Steve Young, será o mestre de cerimônias juntamente com a âncora do jornal de uma rede nacional de televisão e escritora Jane Clayson Johnson.

“O Presidente Monson trabalha servindo outras pessoas durante toda a sua vida. Sei que ele se sente mais à vontade nesse papel do que sendo o foco de qualquer elogio”, disse o irmão Young. “Essa comemoração é uma ótima maneira de fazer com que ele saiba do quanto é amado e apreciado. É um privilégio ter um pequeno papel nesse reconhecimento”.

“Tantas pessoas em todo o mundo são influenciadas pelo carinho, compaixão e amor genuíno do Presidente Monson por todos”, disse a irmã Johnson. “Comemoramos e honramos sua vida extraordinária de serviço e liderança”.

A noite também fará uma viagem nostálgica ao passado para recordar a vida ilustre do Presidente Monson — desde a infância, o casamento e o serviço na Marinha durante a Segunda Guerra Mundial até suas décadas de serviço. O Presidente Monson foi chamado como bispo de uma congregação aos 22 anos de idade e já serviu por quase meio século como Autoridade Geral da Igreja.

Ingressos gratuitos são necessários para participar da comemoração. Por causa da grande procura por ingressos, eles foram distribuídos por meio de um processo de seleção aleatória. 

O programa será também exibido em diferentes sedes de estaca SUD pelo sistema de satélites da Igreja no sábado, 18 de agosto, com subsequentes retransmissões para muitas áreas do mundo.

Além disso, o programa será retransmitido em sua totalidade pela BYUtv internacional no sábado, 18 de agosto, às 19 horas; no domingo, 19 de agosto, às 8 horas e 16:30 horas.

Fonte: www.lds.org

sábado, 31 de março de 2012

CONFERÊNCIA GERAL ABRIL 2012 - ASSISTAM AQUI!

A conferência geral é uma reunião semestral de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. 


No final de semana da conferência, os membros da Igreja e pessoas interessadas reúnem-se no mundo todo em uma série de sessões de duas horas para receber inspiração e instrução dos líderes gerais da Igreja. 


quarta-feira, 28 de março de 2012

117 Anos de Spencer W. Kimball e 113 Anos de Harol B. Lee

117 anos do nascimento do Pres. Spencer W. Kimball e 113 anos do nascimento de Harold B. Lee


Apesar do Presidente Harold B. Lee ser mais jovem que o Presidente Kimball ele foi presidente da Igreja antes dele, pois foi ordenado apóstolo em 1941, enquanto Spencer foi ordenado em 1943. Aqui saberemos mais sobre a vida destes dois grandes servos de Deus. 


Harold B. Lee - Um Grande Mestre

Harold Bingham Lee foi o décimo primeiro Presidente de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Foi conhecido por supervisionar o crescimento da Igreja internacionalmente, aumentando os serviços de bem estar, e ajudando a correlacionar o currículo da Igreja. 

Harold B. Lee nasceu em 28 de Marco de 1899 em Clifton, Idaho. Foi batizado na Igreja com oito anos num tanque perto da sua casa. Quando era uma criança ele desenvolveu amor para música e aprendeu tocar piano. Com dezessete anos ganhou sua licenciatura e começou a trabalhar como professor. No ano seguinte, ele foi designado como diretor.

Harold B. Lee foi chamado para servir uma missão em Denver, Colorado, em 1920. Enquanto estava lá encontrou uma jovem chamada Fern Lucinda Tanner vindo a casar-se com ela depois de sua missão em 1923. Tiveram dois filhos, Helen e Maurine. Harold B. Lee recebeu a proposta para trabalhar como diretor. Quando tinha 31 anos de idade, ele foi chamado para ser presidente de estaca. Era o presidente mais jovem das estacas na Igreja. Justo depois do seu chamado como presidente de estaca, começou a Grande Depressão. Harold B. Lee estava desesperado para encontrar um meio de ajudar muitos que passavam por dificuldades. Teve a ideia de organizar um armazém. As famílias em necessidade foram convidadas a trabalhar nos projetos de bem estar em troca de itens do armazém.

O Presidente da Igreja no tempo era Heber J. Grant. Ficou sabendo do sucesso da idéia de Harold B. Lee na área de bem estar, e o chamou para estender o programa a toda a Igreja. Seus esforços são a base do Programa de Bem Estar da Igreja hoje, que foi a fonte de ajuda para milhões em necessidade.

Em 6 de abril de 1941, Harold B. Lee foi ordenado um Apóstolo no Quórum dos Doze Apóstolos. Trabalhou diligentemente em seu chamado na Igreja e viajou no mundo inteiro prestando o seu testemunho do evangelho. Ele se tornou o primeiro conselheiro do Presidente Joseph Fielding Smith. Em 7 de julho de 1972, Harold B. Lee foi ordenado Presidente da Igreja. Foi conhecido por seu zelo em trazer a luz do evangelho ao máximo de pessoas que pudesse.

Spencer W. Kimball - Um Modelo de Perdão

Spencer W. Kimball nasceu em 28 de março de 1895. Ele foi o décimo segundo Presidente e Profeta de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. O Presidente Kimball é lembrado por suas contribuições em organizar a estrutura da Igreja e pela revelação que ele recebeu de permitir a todos homens dignos a portarem o Sacerdócio. Apesar da sua idade avançada quando tornou-se presidente. Seu trabalho (de 1973 a 1985) foi caracterizado pela sua energia dinâmica, sua franqueza, e seu amor genuíno para toda humanidade.

Spencer Wooley Kimball nasceu em Salt Lake City, Utah. Ele era filho de Andrew Kimball, cujo pai era o Apostolo Heber C. Kimball, e Olive Wooley. Seu pai era um vendedor viajante que trabalhou por todo o Oeste americano. Aos três anos de idade, sua família mudou-se para Thatcher, Arizona, uma comunidade pequena no sudeste da Arizona, de modo que seu pai pôde servir como Presidente de Estaca na área.

O jovem Spencer teve uma vida desafiante. Sofreu de febre de tifóide, varicela, e paralisia temporária, mas milagrosamente foi curado, e uma vez quase se afogou em um rio. Teve quatro irmãos e sua mãe morreu quando tinha somente onze anos de idade. Ele também trabalhou duro na fazenda, quando era fisicamente capaz. Não obstante tudo isso, ele perseverou e terminou o segundo grau. Seu pai descreveu-o como um "rapaz excepcional" (Citado em L. R. O Flake, "Profetas e Apóstolos do último Dispensation," pg 114).

Em 1914, Spencer W. Kimball foi chamado para uma missão, onde foi chamado para dirigir 25 missionários, a maioria deles casados e mais velhos do que ele. Quando voltou para casa ele, quase foi chamado para a Primeira Guerra Mundial, mas para problemas burocráticos atrasaram muito e não foi convocado. Neste período, casou-se com Camilla Eyring, uma professora local, em Novembro 1917. Tiveram quatro filhos. Spencer trabalhou em uma banca e se ocupou tambem de seguros, mas na maioria da sua vida foi um profissional autônomo, o que lhe deu flexibilidade para cuidar das responsabilidades da Igreja e passar tempo com a sua família. 

Spencer W. O Kimball serviu durante anos em várias posições na Igreja por toda sua vida. Foi recessionista e mais tarde um Presidente de Estaca no Arizona e no Texas. Durante este periodo ele ajudou com a recuperação da cidade depois de um furacão muito forte. Em 1943, foi chamado para ser membro do Quorum dos Doze Apóstolos. Kimball sentiu-se inadequado, mas com o estímulo da esposa, ele depositou sua fé em Deus, vendeu seu negócio e mudou-se com a família para Salt Lake City. Em outubro do 1943, foi apoiado e ordenado um Apóstolo.

Enquanto apóstolo, Elder Kimball teve a responsabilidade de trabalhar com os nativos americanos. Estava preocupado com a pobreza e adversidade dessas pessoas, e começou ajudá-los a superar a adversidade econômica. Montou o Programa de colocação do estudante Indio. Neste programa procuravam incentivar o ensino superior, e enquanto isso a Igreja ajudava as suas familias. Este sistema permaneceu até que as condições melhoraram o suficiente para não ser mais necessário.

Spencer W. Kimball era também um grande acadêmico religioso e escreveu livros "O Milagre do Perdão," que é usado freqüentemente dentro da Igreja e "Fé Precede os Milagres". Ele também tornou-se um orador poderoso e defensor do Mormonismo. Ele também sofreu numerosas doenças sérias na vida, incluindo câncer de garganta, e problemas de coração. Uma vez ele perdeu sua voz, mas mais tarde recuperou-o quase no fim da sua vida. Um transplante deu-lhe o poder de falar outra vez, mas só com uma voz muito fina.

Quando Presidente Harold B. Lee morreu no 1973, muitos pensaram que o tempo de Spencer W. Kimball como presidente seria curto. No entanto, isto não aconteceu. Serviu por doze anos, e sob sua presidência a Igreja dobrou de numero chegando a quase seis milhões, o Sacerdócio foi concedido a todos os membros dignos, e as tres missoes da Igreja foram declaradas. As missões são: Proclamar o evangelho, aperfeiçoar os santos e redimir os mortos.

Apesar da idade e saúde debilitada, o Presidente Kimball visitou congregações mórmons no mundo inteiro. Foi conhecido pelo seu lema, "Faca-o" e "Acelera o seu passo", incentivando os membros a proclamar o evangelho no mundo inteiro. Em 1973, 9.000 Missionários Mormons eram enviados a cada ano, mas depois da sua morte em 1985, 20.000 missionários foram enviados por ano.

Kimball organizou o Primeiro Quorum dos Setenta, algo que não tinha sido feito desde que Joseph Smith era Presidente. Elee estabeleceu áreas, e Presidências de área para ajudar a governar a Igreja. Aumentou o numero de templos, de quinze a trinta e um. O crescimento da Igreja na América do sul, especialmente depois da proclamação referente ao Sacerdócio a todos os membros dignos, foi enorme. Inclusive, anunciou e dedicou o primeiro templo na América do Sul, o Templo de São Paulo Brasil.  A Igreja imediatamente ocupou a África onde dezenas de milhares aceitaram o Evangelho Restaurado.

Em Novembro de 1985, depois de servir fielmente e sabiamente como Presidente e Profeta da Igreja, Spencer W. Kimball morreu em Salt Lake City. Ele é lembrado não só pelas grandes revelações e ensinamentos que deixou, mas também por seus inúmeros talentos e humor. Cantou, tocou piano, e praticou esportes e amava piadas. Sentia- se freqüentemente inadequado de nunca ter se graduado e ele compensou isto com seu trabalho duro e escreveu muitos livros. É lembrado por seu sorriso, seu trabalho duro, e seu amor.

Fonte: 

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

23 de Dezembro de 1805 - Nasceu Joseph Smith Jr., Um Profeta de Deus

Por ÉLDER DAVID B. HAIGHT


Os princípios, doutrinas e ordenanças do evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo foram novamente revelados, incluindo um conhecimento da verdadeira natureza de Deus — um Pai Eterno real e amoroso — e de Jesus Cristo, literalmente o Filho de Deus, de cuja divindade o Livro de Mórmon é outra testemunha. As palavras de Ezequiel de que a vara de Judá (a Bíblia) seria reunida à vara de José (o Livro de Mórmon), como um testemunho de duas nações, foram cumpridas. (Ver Ezequiel 37:15–22.) Isso vos declaro solenemente.
A autoridade para agir em nome de Deus, o santo sacerdócio, foi conferida aos homens, em nossa época, pelos mesmos indivíduos que o possuíam antigamente — Pedro, Tiago e João — apóstolos de nosso Senhor, ordenados pelo próprio Salvador quando estava sobre a Terra.
A Igreja de Jesus Cristo foi restabelecida. O sacerdócio de Deus está de novo entre os homens. Deus revelou-Se novamente, como uma bênção para Seus filhos.
Contemplamos esses maravilhosos eventos divinos — com todas as características da Igreja dos apóstolos antigos, incluindo a orientação pessoal de Jesus Cristo, a revelação divina da doutrina, a escolha divina dos líderes, a revelação contínua e o testemunho do Espírito Santo a todos que obedecem — com grande júbilo. Testifico que o instrumento por meio do qual foi dada essa revelação divina foi um homem pré-ordenado — o jovem Joseph Smith — cuja fé e desejo ardente trouxeram à luz “um dos acontecimentos religiosos mais importantes da história da humanidade”. (Milton V. Backman Jr., “Joseph Smith’s Recitals of the First Vision”, Ensign, janeiro de 1985, p. 8)
Desde a minha tenra juventude acreditava nesses eventos e trazia em minha mente um quadro vívido do adolescente Joseph procurando um lugar isolado, ajoelhando-se num silencioso bosque e clamando, com fé semelhante a de uma criança, segundo os desejos do seu coração. Ele deve ter tido a certeza de que o Senhor o ouviria e, de alguma forma, lhe responderia. Lá naquele bosque, apareceram-lhe dois personagens gloriosos, cuja aparência, disse ele, desafiam qualquer descrição.
Fui abençoado, ao longo dos anos, com experiências incomuns com pessoas, lugares e acontecimentos pessoais e de natureza espiritual e, por meio do poder do Espírito Santo, recebi um indelével testemunho e conhecimento dessa restauração do plano de salvação do Senhor, dirigida por Ele. Os eventos relatados por Joseph Smithsobre a Restauração são verdadeiros.

A Visão

Cada um de nós pode desenvolver, no coração, um sentimento enaltecedor, santificador e de louvor em relação à verdade da Restauração. O Espírito Santo irá revelar e selar esse conhecimento em nosso coração, se assim o desejarmos. Esse entendimento, crença e fé em relação à “Visão” (conforme chamamos) de Deus, o Pai, e de Seu Filho Unigênito aparecendo a Joseph, introduzindo, assim, a dispensação da plenitude dos tempos, com Suas grandes e preciosas verdades, é essencial para a nossa salvação eterna. A salvação advém somente por intermédio de Cristo. Joseph Smith é o instrumento ou revelador desse conhecimento, divinamente comissionado a ensinar os termos e condições do plano do Pai e entregar as chaves da salvação a toda a humanidade.
Sei que Deus revelou-Se a Joseph — Sua testemunha desta última dispensação. Sabemos algo sobre a forma, os atributos e mesmo o caráter desta inteligência cuja sabedoria, criatividade e poder controlam todo o universo. Deus trouxe-nos ao conhecimento de que Jesus Cristo é a imagem do Pai.
Nas palavras do próprio Joseph, o esplendor desafiava qualquer descrição. Ele olhou para cima e, diante dele, viu dois Personagens gloriosos. Um deles, apontando para o outro, disse: “ Este é Meu Filho Amado. Ouve-O !” (Joseph Smith—História 1:17; itálico do original)
Deve ter parecido inconcebível ao jovem Joseph que estivesse diante de Deus, nosso Pai Celestial, e de Seu Filho — e que o Senhor viera visitá-lo para dar-lhe instruções.
O Filho, a pedido do Pai, falou ao jovem, que estava ajoelhado. Foi dito a Joseph que todas as Igrejas estavam erradas. Elas haviam corrompido a doutrina, quebrado as ordenanças e perdido a autoridade do sacerdócio de Deus. Foi-lhe dito que os líderes das igrejas dos homens desagradavam ao Senhor e que havia chegado o tempo da restauração de toda a verdade e autoridade, incluindo a organização da Igreja. Depois, para seu grande espanto, foi-lhe dito que eleJoseph Smith — jovem, inculto, mas humilde — seria o instrumento por meio do qual o Todo-Poderoso restabeleceria Sua obra nestes últimos dias — o evangelho nunca mais seria retirado da Terra novamente. Assim ocorreu o glorioso início da Restauração da Igreja de Jesus Cristo.
Cerca de três anos depois, quando começava a tornar-se adulto,Joseph Smith teve outra visitação celestial. Desta vez um anjo, enviado da presença de Deus e que se apresentou como Morôni, revelou ao rapaz o lugar onde estava escondido um conjunto de placas de ouro, que continha um registro feito pelos antigos habitantes da América sobre a história de seu povo. Com o passar do tempo, foi feita a tradução desses registros, pelo dom e poder de Deus, a qual foi publicada no começo de 1830.

Um Propósito Definido

O Livro de Mórmon é o livro mais notável do mundo, do ponto de vista doutrinário, histórico ou filosófico. Sua integridade tem sido desafiada com uma fúria insensata por mais de 170 anos; mesmo assim, sua posição e influência hoje são mais sólidas do que nunca.
O Livro de Mórmon não foi trazido à luz apenas como uma curiosidade. Ele foi escrito com um propósito definido — que deve ser percebido pelo leitor. Na folha de rosto, lemos que ele foi escrito “para convencer os judeus e os gentios de que JESUS é o CRISTO, o DEUS ETERNO, que se manifesta a todas as nações”. A mensagem nele contida é um testemunho de Cristo e ensina o amor de Deus por toda a humanidade. Seu propósito é levar as pessoas a aceitarem a Jesus como o Cristo. O livro conta da visita de Cristo à América antiga e registra os ensinamentos e orientações que Ele deu ao povo com clareza e grande poder. O Livro de Mórmon consubstancia a Bíblia no que tange aos ensinamentos do Salvador, fala de Cristo mais que qualquer outro tema e ensina que o nosso Salvador é o Redentor e Expiador da humanidade, enfatizando constantemente que Ele é a figura central do plano de salvação de Deus. Esse registro divino converte pessoas à sua mensagem e à Igreja de Deus, que a prega.
Admiro-me da sabedoria de Deus ao trazer à luz esse registro antigo da maneira como aconteceu, pois ele também se tornou uma poderosa testemunha da missão divina de Joseph Smith. No dia 28 de novembro de 1841, num domingo, o Profeta Joseph Smith escreveu: “Passei o dia no conselho com os Doze Apóstolos, na casa do Presidente [Brigham] Young, conversando com eles sobre uma variedade de assuntos. O irmão Joseph Fielding estava presente, depois de passar quatro anos em missão na Inglaterra. Eu disse aos irmãos que o Livro de Mórmon era o mais correto de todos os livros da Terra e a pedra fundamental de nossa religião; e que seguindo seus preceitos o homem se aproximaria mais de Deus do que seguindo os de qualquer outro livro”. ( History of the Church, capítulo 4, p. 461)
Joseph Smith foi pré-ordenado para ser o líder devidamente ordenado desta que é a maior e a última das dispensações. Após a visita do anjo Morôni, outros mensageiros celestiais conferiram a Joseph a autoridade do santo sacerdócio, as chaves divinas, o poder e as revelações de Deus.
Não somente a Igreja foi organizada sob inspiração e orientação divinas, mas o conjunto de doutrinas necessário para a liderança da Igreja foi revelado. Fé e luz foram novamente trazidas à Terra para dispersar a escuridão nela existente. Joseph Smith, depois de buscar e receber conhecimento do Autor da Verdade, aprendeu que:
  1. 1. 
    Deus tem a forma de um homem, cuja glória desafia qualquer descrição.
  2. 2. 
    Ele tem voz; Ele fala.
  3. 3. 
    Ele é bondoso e atencioso.
  4. 4. 
    Ele responde às orações.
  5. 5. 
    Seu Filho é obediente ao Pai e é o Mediador entre Deus e o homem.
  6. 6. 
    “O Pai tem um corpo de carne e ossos tão tangível como o do homem; o Filho também; mas o Espírito Santo não tem um corpo de carne e ossos, mas é um personagem de Espírito.” (D&C 130:22)
Embora as antigas escrituras façam referência aos templos e ao batismo pelos mortos, Joseph Smith foi o primeiro a revelar o propósito dos templos e a salvação para todos — inclusive os que morreram sem ter recebido um conhecimento do evangelho — juntamente com o convênio do casamento eterno e o selamento do homem e da mulher como uma doutrina fundamental para a exaltação.
Joseph Smith, ao escrever sobre a primeira conferência da Igreja, em junho de 1830, falou da grande alegria de “encontrarmo-nos engajados na mesma ordem de coisas observadas pelos antigos apóstolos”. ( History of the Church, capítulo 1; p. 85)

Um Profeta Do Senhor

Sob a inspiração do Deus Todo- Poderoso, a Igreja começou a florescer. A promessa do Senhor de que “uma obra maravilhosa está para iniciar-se” estava sendo então cumprida de uma maneira miraculosa. (Ver D&C 4:1.) A mensagem do evangelho espalhou-se rapidamente. O espírito missionário foi tocando corações. O Livro de Mórmon estava sendo lido. Dezenas, depois centenas, depois milhares de pessoas filiaram-se à Igreja. O Senhor proclamou, por intermédio de Joseph Smith:
“Pois em verdade a voz do Senhor dirige-se a todos os homens e ninguém há de escapar; e não haverá olho que não veja nem ouvido que não ouça nem coração que não seja penetrado. (…)
As coisas fracas do mundo virão e abaterão as poderosas e fortes, para que o homem não aconselhe seu próximo nem confie no braço de carne —
Que todo homem, porém, fale em nome de Deus, o Senhor, sim, o Salvador do mundo. (…)
Para que a plenitude do meu evangelho seja proclamada (…) aos confins da Terra e perante reis e governantes.” (D&C 1:2; 19–20, 23)
Os políticos começaram a preocupar-se com esse novo fenômeno. Os inimigos se organizaram, e a vida do Profeta estava sendo ameaçada. Depois de meses de confinamento no calabouço escuro e úmido conhecido como cadeia de Liberty, Joseph, desalentado, suplicou ao Senhor:
“Ó Deus, onde estás? E onde está o pavilhão que cobre teu esconderijo?
Até quando tua mão será retida e teu olho (…) contemplará dos eternos céus os agravos contra teu povo e contra teus servos (…)?
Sim, ó Senhor, até quando suportarão esses agravos e essas opressões ilícitas, antes que se abrande teu coração?“ (D&C 121:1–3)
Então, um amável e atencioso Salvador prometeu a Joseph:
“Os confins da Terra indagarão a respeito de teu nome e tolos zombarão de ti e o inferno se enfurecerá contra ti;
Enquanto os puros de coração e os prudentes e os nobres e os virtuosos procurarão conselho e autoridade e bênçãos sob tuas mãos constantemente.
E teu povo nunca se voltará contra ti pelo testemunho de traidores.
(…) considerar-te-ão com honra; e (…) tua voz será mais terrível no meio de teus inimigos do que o leão feroz, por causa de tua retidão; e teu Deus estará a teu lado para todo o sempre.” (D&C 122:1–4)
Em seu último pronunciamento público, para uma grande congregação em Nauvoo, Joseph declarou:
“Não me preocupo com minha própria vida. Estou preparado para oferecer-me em sacrifício por este povo; pois o que podem fazer nossos inimigos? Somente matar o corpo, e seu poder, então, acaba-se. Permanecei firmes, meus amigos; jamais tenhais medo. Não procureis salvar vossa vida, pois o que teme morrer pela verdade, perderá a vida eterna. (…)
Deus vos submeteu a uma prova. Vós sois um povo bom; por isso vos amo com todo o meu coração. Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos. Tendes permanecido ao meu lado nas horas de provação, e é meu desejo sacrificar minha vida para que a vossa seja preservada.” ( History of the Church, capítulo 6, página 500)
Essa declaração é de todas a mais notável, considerando-se que o Profeta ainda estava no alvorecer da vida — com apenas 38 anos — e grande como já se tornara, o zênite de seus poderes mentais e espirituais ainda não tinha sido alcançado. A vida era-lhe preciosa, com todas as suas possibilidades de conquistas futuras. Mesmo assim, ele estava disposto a renunciar a ela.
“Um profeta”, escreveu Truman Madsen, “é aquele que, em cumprimento à sua missão, suporta grande sofrimento, e mesmo em meio a ele, é feliz. Um profeta, basicamente, é um santo.” [ Joseph Smith Among the Prophets (1965), p. 21]
“Tivesse [Joseph Smith] sido poupado da morte como mártir até a idade madura (…)”, disse o Élder Parley P. Pratt, do Quórum dos Doze Apóstolos, “ele teria certamente recebido todos os poderes e habilidades e teria [influenciado] ainda mais o mundo, em muitos aspectos.” [ Autobiography of Parley P. Pratt (1985), p. 32]
Se revirmos os eventos da vida de Joseph Smith, encontraremos sofrimento, tanto dele como dos discípulos que estavam ao seu lado.

“Sê Paciente Nas Aflições”

A Igreja estava começando a tornar-se, conforme dizem as escrituras, como uma pedra cortada sem auxílio de mãos, rolando até encher toda a Terra. (Ver Daniel 2:44–45; D&C 65:2.) Oficiais do governo preocupavam-se com seu avanço em todas as direções; acusações ilegais eram lançadas; documentos oficiais e intimações eram feitos e comitês de vigilância reuniram-se em Carthage, a sede administrativa do condado. Lá, Joseph e Hyrum eram esperados para responderem às acusações contra eles.
Quando Joseph Smith partiu de Nauvoo em direção a Carthage, no dia 24 de junho, teria olhado, pela última vez, para a cidade e o magnífico templo que estava quase concluído. Ele sabia que jamais os veria de novo.
“Sê paciente nas aflições”, foi-lhe dito, “pois terás muitas.” (D&C 24:8) Mais tarde, ele disse que as adversidades tornaram-se-lhe “coisa pequena” (ver D&C 127:2), mas que o tinham “levado a aproximar-se mais da Deidade.” [Citado em B. H. Roberts, The Gospel and Man’s Relationship to Deity (1965), p. 279]. O Presidente Brigham Young (1801–1877) disse que se Joseph tivesse vivido 1.000 anos, sem ser perseguido, não estaria tão aperfeiçoado como estava aos 38 anos. (Ver Deseret News, 3 de agosto de 1854, p.72.)
Aos seus amigos que o acompanharam até Carthage, Joseph Smithproferiu as seguintes palavras proféticas: “Vou como um cordeiro para o matadouro; mas estou calmo como uma manhã de verão; tenho a consciência limpa em relação a Deus e em relação a todos os homens. (…) E AINDA SE DIRÁ DE MIM: FOI ASSASSINADO A SANGUE FRIO”. (D&C 135:4)
Por que ele não retrocedeu? Havia tempo para escapar. Ele ainda não estava nas mãos dos seus inimigos. Os amigos que estavam ao seu lado dariam a vida por ele, se necessário. Alguns sugeriram que ele fugisse, atravessando o Mississipi, onde ficaria a salvo. Mas ele continuou no caminho em direção a Carthage.
Joseph deve ter-se lembrado de alguns perigos pelos quais passara — como na noite de inverno em que uma turba invadiu sua casa e, com palavrões e linguagem profana, arrancou-o da cama, onde estava com a mulher e os filhos doentes, carregou-o para fora e estrangulou-o até que ficasse inconsciente. Quando voltou a si, despiram-no de suas roupas e cobriram seu corpo nu, dos pés à cabeça, com alcatrão e penas, forçando-o a abrir a boca para enchê-la com a mesma substância. Depois, deixaram-no ao relento, no chão, para morrer de frio.
No caminho para Carthage, é provável que tenha-se lembrado da vez, em Missouri, em que ele e alguns de seus irmãos foram traídos e caíram nas mãos dos inimigos. O líder do populacho convocou um tribunal; Joseph e seus companheiros foram colocados sob julgamento. Todos foram condenados à morte e seriam mortos a tiros, às oito horas da manhã seguinte, na praça pública de Far West. Uma disputa entre as pessoas do populacho poupou-lhes a vida.
Eles eram levados de lugar em lugar e exibidos a multidões escarnecedoras, enquanto os santos ouviam que nunca mais veriam seus líderes de novo. Mas Joseph animou seus companheiros aprisionados anunciando que nenhum deles morreria naquele momento.
“Tende bom ânimo, irmãos”, disse ele, “ a palavra do Senhor veio a mim a noite passada dizendo que nossa vida seria poupada, (…) e nenhuma vida seria tirada.” (Citado em Autobiography of Parley P. Pratt, p. 164; itálico do original.)
Ao refletir sobre aqueles meses sombrios na prisão em Missouri, Joseph certamente lembrou-se da noite em que, confinado em um calabouço, repreendeu os guardas. Ele e seus irmãos estavam tentando pegar no sono, mas eram mantidos acordados pelas terríveis blasfêmias e pilhérias obscenas dos carcereiros, que estavam narrando em detalhes as horríveis façanhas dos roubos e assassinatos que cometeram entre os mórmons. O que diziam tinha fundamento, pois essas atrocidades foram, de fato, cometidas. De súbito, Joseph pôs-se de pé e, numa voz que pareceu estremecer o local onde estavam, bradou: “ SILÊNCIO, demônios do inferno! Em nome de Jesus Cristo, eu vos repreendo e ordeno que vos caleis; não suportarei mais um minuto sequer tal linguajar. Ou param de falar, ou vós ou eu morreremos NESTE INSTANTE ”! (Citado em Autobiography of Parley P. Pratt, p. 180; itálico do original.)
O efeito deve ter sido um choque instantâneo, pois alguns deles pediram-lhe perdão, enquanto outros esgueiraram-se para os cantos escuros da cela, escondendo sua vergonha.
O poder de Jesus Cristo, cujo nome ele invocou ao repreender os homens, estava sobre ele. Suas mãos e pés estavam acorrentados, mas isso os guardas não viram. Eles viram somente a fúria de um justo em seu rosto e sentiram o poder divino em sua voz.
Todavia, se por um lado a voz de Joseph era terrível como o rugido de um leão, para repreender os iníquos, por outro lado, era suave como a voz de uma mãe para confortar os justos. Por meio daquele mesmo nome e pela mesma autoridade com que silenciou as blasfêmias dos carcereiros, ele tinha abençoado criancinhas, batizado pecadores arrependidos, conferido o Espírito Santo, curado os enfermos e dito palavras de conforto e consolo para milhares de pessoas.

“Tens Medo de Morrer?”

Era meia-noite quando terminou a jornada que partiu de Nauvoo. Joseph e seus irmãos entraram em Carthage e seu destino estava selado. Seus inimigos haviam esperado sua chegada com grande ansiedade. O governador, que estava presente, persuadiu a turba a dispersar-se aquela noite, com a promessa de que iriam ter o que queriam.
No dia seguinte, depois de uma audiência, Joseph foi libertado sob fiança, mas foi novamente preso sob falsa acusação de traição. O pedido de fiança foi indeferido, e Joseph e Hyrum foram postos na cadeia de Carthage.
Na última noite da vida de Joseph na Terra, ele prestou um poderoso testemunho, aos guardas e outros que se ajuntaram à porta da cadeia, acerca da divindade do Livro de Mórmon, declarando também que o evangelho tinha sido restaurado e que o Reino de Deus fora estabelecido na Terra. E por essa razão ele estava encarcerado, e não por violar qualquer lei de Deus ou do homem.
Era tarde aquela noite quando os prisioneiros tentaram dormir um pouco. A princípio, Joseph e Hyrum ocuparam a única cama da cela, mas um disparo de arma de fogo e um tumulto, durante a noite, levaram os amigos de Joseph a insistir que ele ficasse entre dois deles que estavam no chão. Eles o protegeriam com seu próprio corpo. Joseph pediu a John S. Fullmer para usar seu braço como travesseiro enquanto conversavam; então, virou-se para Dan Jones, ao seu lado, e sussurrou: “Tens medo de morrer?” Ao que o leal amigo respondeu: “Achas que chegou a hora? Engajado nesta causa, não acho que a morte aterrorize tanto”.
Joseph replicou: “Ainda verás a Grã-Bretanha e cumprirás a missão a ti designada, antes de morreres”. ( History of the Church, cap. 6, p. 601)
No dia seguinte, o decisivo dia 27 de junho de 1844, apenas dois dos amigos de Joseph foram libertados da prisão, e então só restaram quatro irmãos — Joseph e Hyrum e dois dos apóstolos, que durante o dia se ofereceram, ambos, para morrer por ele. Eles passaram o dia escrevendo cartas, cada um para sua respectiva esposa, conversando sobre princípios do evangelho e cantando. Entre três e quatro horas da tarde, o Profeta pediu ao Élder John Taylor que cantasse o hino “Um Pobre e Aflito Viajor”.
Esse hino reconfortante exala, em cada linha, o puro espírito e a mensagem de Cristo. Somente uma pessoa que amasse seu Salvador e seus amigos pediria para ouvir essas palavras em tais circunstâncias.
Quando o Élder Taylor terminou o hino, os olhos do Profeta estavam marejados de lágrimas, e ele perguntou: “Podes cantar de novo esta canção, John?” [Citado em Claire Noall, Intimate Disciple: A Portrait of Willard Richards, Apostle to Joseph Smith — Cousin of Brigham Young(1957), p. 440.]
John “respondeu que não tinha vontade de cantar. Estava sendo oprimido por um sentimento de desastre iminente”. [George Q. Cannon, Life of Joseph Smith the Prophet (1986), p. 524]
“Tu te sentirás melhor quando começares, e eu também”, replicou Joseph. (Citado em Claire Noall, Intimate Disciple, p. 440.)
Hyrum também pediu-lhe que repetisse o hino. E o Élder Taylor o fez.
Dessa vez, sua voz estava ainda mais melancólica e mais branda que antes, e ao terminar de cantar, todos ficaram em silêncio, mas o coração deles batia mais acelerado, pois tinham ouvido atentamente às palavras proféticas:
Por ele me pediu morrer
Senti a carne, vil, tremer
Mas forte o espírito venceu
E respondi-lhe: “Aqui estou eu!”
(Hinos, nº 15)
Os outros três ouviram Joseph murmurar a música, como um eco: “Aqui estou eu!”
O amor de Cristo estava na música; o amor do homem estava lá naquela cela da cadeia de Carthage.
Enquanto esse espírito de amor e serviço aos homens, expresso em hino e oração, enchiam o coração de todos os que estavam na cela, a multidão se aglomerava. Os detalhes finais vocês já conhecem.

Somente O Amor Gera Amor

Quando a notícia do crime hediondo chegou a Nauvoo, os cidadãos foram tomados de tristeza e horror. Tamanha desolação jamais fora vista antes em Nauvoo. Mesmo sob o quente sol de verão, sentiam frio e tinham calafrios. Seu profeta e seu patriarca estavam mortos. O que mais importava?
Quando os carroções que traziam os corpos ainda estavam distantes, a população toda de Nauvoo foi ao seu encontro. Nenhum tributo poderia ser maior do que aquele prestado a Joseph e Hyrum Smith naquele dia. Esse amor universal, por parte daqueles que os conheciam mais, jamais poderia ter sido demonstrado a homens egoístas e pretensiosos. Somente o amor gera amor. Certa vez, ao perguntarem a Joseph como ele tinha alcançado e retido tantos seguidores, ele respondeu: “É porque sigo o princípio do amor. Tudo o que posso oferecer ao mundo é um bom coração e mãos boas.” (History of the Church, cap. 5, p. 498)
Sariah Workman, uma das primeiras imigrantes daquela época, escreveu, “Sempre sentia uma influência divina quando estava diante dele”. (Em “Joseph Smith, the Prophet”, Young Woman’s Journal, dezembro de 1906, p. 542)
John Taylor, que foi ferido em Carthage e depois tornou-se profeta, disse a respeito dele: “Joseph Smith, o Profeta e Vidente do Senhor, com exceção apenas de Jesus, fez mais pela salvação dos homens neste mundo do que qualquer outro homem que jamais viveu nele. No curto espaço de vinte anos trouxe à luz o Livro de Mórmon, que traduziu pelo dom e poder de Deus, e foi o instrumento de sua publicação em dois continentes; enviou a plenitude do evangelho eterno, que o livro continha, aos quatro cantos da Terra; trouxe à luz as revelações e mandamentos que compõem este livro de Doutrina e Convênios e muitos outros sábios documentos e instruções para o benefício dos filhos dos homens; reuniu muitos milhares de santos dos últimos dias, fundou uma grande cidade e deixou fama e nome que não podem ser destruídos. Viveu grandiosamente e morreu grandiosamente aos olhos de Deus e de seu povo; e como a maior parte dos ungidos do Senhor na antigüidade, selou sua missão e suas obras com o próprio sangue”. (D&C 135:3)
Ofereço-lhes meu amor e meu testemunho de que Deus, nosso Pai, vive, que Jesus é o Cristo, o Filho do Deus vivo, crucificado pelos pecados do mundo “para purificá-lo de toda iniqüidade; para que, por intermédio dele, fossem salvos todos”. (D&C 76:41–42) Ele é nosso Redentor, nosso Senhor, nosso Rei. Seu reino está de novo estabelecido na Terra. No ano de 1820, Deus, nosso Pai Eterno, e Seu Filho Jesus Cristo apareceram a Joseph Smith, que foi pré-ordenado para ser o instrumento da Restauração, que é a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. Esta Igreja, sob a direção divina, está preparando o mundo para a Sua Segunda Vinda — pois certamente Ele virá de novo. Declaro isso humildemente em Seu santo nome.


Fonte: lds.org/liahona/2002/06/4?lang=por&query=joseph+smith
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