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domingo, 20 de maio de 2012

Campo Grande/MS - Jornal Diáro Digital Faz Reportagem Sobre História da Família


No dia 15 de maio o BLOG NOTÍCIAS SUD CAMPO GRANDE noticiou que a equipe do jornal Diário Digital esteve no C.H.F (Centro de História da Família) da Estaca Campo Grande para fazer uma reportagem especial sobre este serviço oferecido pela Igreja.

segunda-feira, 5 de março de 2012

Judeu Defende o Batismo Vicário

O judeu Jeff Jacoby fala sobre o Batismo pelos Mortos praticado pel'A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias

Por Jeff Jacoby
Em uma coluna há muitos anos, eu descrevi como certa vez tentei mapear a árvore genealógica da família. Grande parte da família de meu pai foi morta em Auschwitz e meus esforços para traçar sua genealogia me deixou, como escrevi, com uma árvore genealógica com “tocos onde deveria haver galhos” e que “fica mais estreita, e não maior, à medida que cresce”.

Uma mulher me telefonou na manhã em que a coluna foi publicada. Ela disse que era mórmon e que queria adicionar os nomes dos parentes massacrados de meu pai –a coluna mencionou em torno de 18 deles pelo nome– aos vastos arquivos genealógicos da Igreja Mórmon. Eu disse para ela que certamente não fazia objeção; de fato, eu me sentia grato por qualquer gesto que pudesse ajudar a preservar a memória desses parentes cujas vidas foram tão cruelmente abreviadas.

Na época eu não sabia nada sobre o “batismo póstumo”, o ritual que os mórmons acreditam que dá até mesmo às almas no além uma chance de aceitar sua fé, e assim entrar no Reino dos Céus. Apenas posteriormente eu descobri que alguns mórmons, ávidos em salvar as almas dos judeus mortos, passaram a submeter os nomes das vítimas do Holocausto ao batismo póstumo.

A descoberta não me perturbou nem um pouco. No judaísmo, a conversão após a morte é um conceito sem significado; nenhum ritual “após o fato” neste mundo pode mudar o judaísmo de homens, mulheres, crianças e bebês a quem os nazistas, em seu ódio obsessivo, destacaram para o extermínio. Eu considerei a crença dos mórmons excêntrica, não ofensiva. No meu entender, seus esforços para disponibilizar a salvação para milhões de estranhos mortos eram ineficazes. Mas eram sinceros e com intenção benevolente.

Outros judeus, entretanto, ficaram ofendidos. Houve comoção em torno do assunto nos anos 90, e em resposta a Igreja Mórmon proibiu formalmente o batismo póstumo de judeus que foram vítimas do Holocausto. De modo geral a proibição é respeitada, mas há violações ocasionais da política da Igreja, e o assunto está de volta após a notícia de que Anne Frank, que morreu aos 15 anos no campo de concentração de Bergen-Belsen, foi recentemente batizada postumamente em um templo mórmon na República Dominicana. Os parentes de Elie Wiesel, o sobrevivente do Holocausto, e os pais do falecido caçador de nazistas, Simon Wiesenthal, também foram submetidos ao batismo póstumo.

Assim, agora há toda uma nova comoção, com alguns judeus proeminentes novamente expressando indignação.

“As vítimas do Holocausto foram mortas apenas por serem judeus”, se irritou Abe Foxman, diretor nacional da Liga Antidifamação. “E então vem a Igreja Mórmon tentando remover o judaísmo delas. É como matá-las duas vezes.” O Centro Simon Wiesenthal, pronunciando-se “ultrajado”, declara que os mais recentes batismos póstumos “zombam” das relações entre judeus e mórmons. O próprio Wiesel insiste que Mitt Romney, como “o mórmon mais famoso e importante do país”, tem a obrigação moral de dizer à sua Igreja: “Pare”.

Mas se alguém deve ser ordenado a parar, são pessoas como Foxman e Wiesel, cujas reações ao assunto são indignas e injustas.

Para começar, a Igreja Mórmon prontamente pediu desculpas pela listagem de Anne Frank e outros, e reiterou firmemente sua política: “Batismos póstumos de vítimas do Holocausto são estritamente proibidos”. Demonstrar ofensa contra algo que a Igreja claramente repudiou é exibicionismo barato.

Mais odiosa é a acusação de que um “batismo” póstumo, ao qual nenhum judeu dá crédito, representa um segundo genocídio (“É como matá-las duas vezes”). Que calúnia terrível. Até mesmo para o mais zeloso mórmon, o batismo póstumo é apenas a oferta de uma opção –ele dá aos não mórmons no além uma chance de aceitar o evangelho, caso assim desejem. Não é preciso comprar a teologia –eu certamente não– para reconhecer que sua mensagem é benigna.

Como judeu, eu estou menos interessado no que outras religiões ensinam sobre o destino dos judeus no próximo mundo do que em como elas afetam o destino dos judeus neste mundo. Rafael Medoff, um estudioso da resposta americana ao Holocausto, nota que os líderes mórmons foram apoiadores abertos dos esforços para resgatar os judeus na Europa nazista, em um momento em que muitos cristãos de outras denominações se mantinham em silêncio. Por exemplo, o senador William King de Utah –um dos mórmons mais renomados de sua época– apoiou fortemente a legislação que poderia ter salvo Anne Frank e sua família.

Ultraje com o batismo póstumo? Não conte comigo. Como minha árvore genealógica podada atesta, o povo judeu tem inimigos muito perigosos e muito reais. Os mórmons realizando rituais pacíficos em seus próprios templos não estão na lista.


sexta-feira, 7 de outubro de 2011

MURILOVISCK ADERE À CAMPANHA "MENOS FACEBOOK, MAIS FAMILY SEARCH"

O Blog de Notícias SUD Murilovisck aderiu à campanha "MENOS FACEBOOK, MAIS FAMILY SEARCH". 



Na segunda sessão de sábado da Conferência Geral, o Élder David A. Bednar falou sobre a importância do envolvimento da juventude da Igreja no trabalho de História da Família (Genealogia).  

Élder Bednar falou que muitos pensam que a História da Família deve ser realizada principalmente por pessoas mais velhas, mas esse conceito está errado. Ele disse que não conhece nenhum limite de idade descrito nas escrituras ou orientações anunciadas pelos líderes da Igreja restringindo este importante serviço aos adultos, ou idosos. 

Ele enfatizou em seu discurso ainda, que não é por acaso que o FamilySearch e outras ferramentas tecnológicas tem aparecido exatamente num momento em que os jovens estão tão familiarizados com esta ampla gama de tecnologias de informação e comunicação.  Ele lembrou que os jovens devem usar estas habilidades com a tecnologia e internet para acelerar e avançar a obra de Deus e não somente para se comunicar rapidamente com seus amigos das redes sociais. Na realidade, as habilidades de muitos jovens são uma preparação para contribuir para a obra da Salvação. 


Além disso, em outros discursos ficou claro a posição da Igreja e o alerta do Senhor em direcionarmos melhor nossos esforços para a História da Família e outros tipos de serviços de caridade e deixarmos as redes sociais e outros jogos e entretenimentos para depois. 

Importante relembrarmos que este trabalho não é um passatempo ou uma mera atividade da Igreja. Na realidade o trabalho de História da Família faz parte da missão da Igreja de Jesus Cristo e é um esforço para a salvação de filhos e filhas de Nosso Pai Celestial. 


Outra maneira de os jovens aproveitarem os seus talentos em informática é utilizando estas ferramentas em prol de seu crescimento espiritual. O Blog Murilovisck já deu algumas dicas através dos seguintes links:
murilovisck.blogspot.com/seja-um-voluntario-no-family-search
murilovisck.blogspot.com/seminario-e-instituto-memorizar-as

Recentemente a igreja disponibilizou um novo vídeo com o Élder David A. Bednar conversando com jovens sobre a história da família no site de jovens da igreja.

Vejam o vídeo abaixo:


Vejam o discurso do Elder Bednar na Conferência Geral de Outubro 2011.


Além destes vídeos, o site contém vários outros vídeos ajudando os jovens santos dos últimos dias a realizarem o trabalho de ordenanças vicárias e história da família.

Vejam outros vídeos que auxiliam os jovens:

Para ver sua árvore genealógica é necessário ter uma Conta SUD. Muitos de vocês já devem tê-la. Se você ainda não tem uma clique aqui.




Leve a Solicitação de Ordenança Familiar
Fonte: lds.org/youth

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

JOVENS SANTOS DOS ÚLTIMOS DIAS SÃO INCENTIVADOS A PESQUISAR SUA HISTÓRIA DA FAMÍLIA

Na segunda sessão de sábado da Conferência Geral, o Élder David A. Bednar falou sobre a importância do envolvimento da juventude da Igreja no trabalho de História da Família (Genealogia).  Falou também sobre a influência do Espírito de Elias e sua importância nesses últimos dias. 

Élder Bednar falou que muitos pensam que a História da Família deve ser realizada principalmente por pessoas mais velhas, mas esse conceito está errado. Ele disse que não conhece nenhum limite de idade descrito nas escrituras ou orientações anunciadas pelos líderes da Igreja restringindo este importante serviço aos adultos, ou idosos. 

Ele enfatizou em seu discurso ainda, que não é por acaso que o FamilySearch e outras ferramentas tecnológicas tem aparecido exatamente num momento em que os jovens estão tão familiarizados com esta ampla gama de tecnologias de informação e comunicação.  Ele lembrou que os jovens devem usar estas habilidades com a tecnologia e internet para acelerar e avançar a obra de Deus e não somente para se comunicar rapidamente com seus amigos das redes sociais. Na realidade, as habilidades de muitos jovens são uma preparação para contribuir para a obra da Salvação. 

Importante relembrarmos que este trabalho não é um passatempo ou uma mera atividade da Igreja. Na realidade o trabalho de História da Família faz parte da missão da Igreja de Jesus Cristo e é um esforço para a salvação de filhos e filhas de Nosso Pai Celestial. 

Recentemente a igreja disponibilizou um novo vídeo com o Élder David A. Bednar conversando com jovens sobre a história da família no site de jovens da igreja.

Vejam o vídeo abaixo:


Vejam o discurso do Elder Bednar na Conferência Geral de Outubro 2011.


Além destes vídeos, o site contém vários outros vídeos ajudando os jovens santos dos últimos dias a realizarem o trabalho de ordenanças vicárias e história da família.

Vejam outros vídeos que auxiliam os jovens:

Para ver sua árvore genealógica é necessário ter uma Conta SUD. Muitos de vocês já devem tê-la. Se você ainda não tem uma clique aqui.




Leve a Solicitação de Ordenança Familiar
Fonte: lds.org/youth

Fernando Camilo
Manager of Product Awareness - Curriculum Department
The Church of Jesus Christ of Latter-day Saints

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Este Dia na História da Igreja SUD - 1º de Setembro

J. Reuben Clark Jr. 

1 de setembro de 1830— Oliver Cowdery batiza Parley P. Pratt um dia depois de Parley conhecer o Profeta Joseph Smith em Fayette, Estado de Nova Iorque.


1 de setembro de 1842— Ao esconder-se na casa de Edward Hunter dos oficiais do Estado de Missouri que queriam levá-lo indevidamente a um tribunal, Joseph Smith dirige uma carta aos Santos, a atual seção 127 de Doutrina e Convênios, que contém informações e instruções a respeito da prática do batismo a favor dos mortos.


1 de setembro de 1871— Nasce em Grantsville, Estado de Utah, J. Reuben Clark Jr., que mais tarde se tornará estadista notável e membro do Quórum dos Doze Apóstolos e da Primeira Presidência.


1 de setembro de 1901— No bosque de um morro localizado ao Sul da cidade de Yokohama, o Élder Heber J. Grant dedica o Japão para a pregação do evangelho num evento em que “se soltou a língua (do Élder Grant) e o Espírito reposou sobre ele de forma poderosa, de tal maneira que sentimos a presença dos anjos de Deus, e ardia-nos o coração ao ouvirmos suas palavras” (Britsch, From the East, 50).


1 de setembro de 1906— J. Reuben Clark é nomeado procurador da justiça do Ministério do Exterior dos Estados Unidos, sendo o primeiro Santo dos Últimos Dias a ocupar tal cargo jurídico no governo federal.


1 de setembro de 1934— Nasce em Sugar City, Estado de Idaho, Harold G. Hillam, mais tarde um membro da Presidência dos Setenta.


Gene R. Cook
1 de setembro de 1941— Nasce em Lehi, Estado de Utah, Gene R. Cook, que mais tarde será membro do Primeiro Quórum dos Setenta.


1 de setembro de 1947— Organiza-se a Missão da Finlândia.


1 de setembro de 1958— Organiza-se a Missão Nova Zelândia Sul.


1 de setembro de 1962— Organiza-se a Missão Grã Bretanha Noroeste.


1 de setembro de 1968— Organizam-se as Missões Japão e Japão-Okinawa.


1 de setembro de 1974— A Faculdade da Igreja no Havaí se torna ramo da Universidade Brigham Young e recebe o nome Universidade Brigham Young—Havaí.


1 de setembro de 1990— Organiza-se a Missão Ilhas Filipinas Ilagan.


1 de setembro de 1991— O número de membros da Igreja chega a oito milhões dois anos depois de alcançar sete milhões.
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